Tem horas que tudo que você precisa é de um abraço...
...apenas um único e sincero abraço...
...sem palavras.
http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
Hoje é um aniversário histórico! Em 25 de maio de 1977 era lançado o 1º filme da série Guerra nas Estrelas (star wars): "Episódio IV - Uma nova esperança".
A história mostra heróis estóicos, conhecidos como "Jedis", que são uma espécie de samurais à serviço da Força ("que é um todo e está em todos os seres vivos", explica Obi-Wan).
A reciclagem de uma pilha de 91 cm de jornais pode salvar uma árvore!
Faça sua parte!
Você quer ficar na História como alguém da geração que salvou o mundo; ou como alguém que ajudou a destruí-lo de vez?

Segue abaixo cópia de informações extraídas da Folha Online
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u91951.shtml
"06/05/2007 - 19h46
Morre no Rio o deputado federal Enéas Carneiro
da Folha online
O corpo do deputado deve ser cremado na segunda-feira (7) no Rio, de acordo com o líder do PR.
Biografia
Deputado pelo PR, Enéas Ferreira Carneiro nasceu em novembro de 1938, em Rio Branco (AC). Fundador do extinto Partido de Reedificação da Ordem Nacional (Prona), em 2002 foi eleito Deputado Federal com o maior número de votos na história do país (1,74 milhão de votos). Em 2006, Enéas foi reeleito (desta vez com 387 mil votos) para o cargo em que permaneceria até 2010.
Formado em medicina em 1965 pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, Enéas gostava de repetir que foi o melhor aluno em todas as séries do primário ao ginásio ou que passou em primeiro na faculdade. Enéas seguiu seus estudos e fez mestrado em cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Em sua primeira tentativa de chegar à presidência (em 1989), ainda desconhecido, com 360 mil votos, tornou famoso o bordão "Meu nome é Enéas", que encerrava seus 15 segundos no programa eleitoral.
Na segunda (1994), deixou para trás pesos-pesados da política, como Leonel Brizola (PDT) e Orestes Quércia (PMDB), chegando em terceiro lugar. Em 2000, Enéas concorreu à Prefeitura de São Paulo, obtendo apenas 3% dos votos válidos.
Um levantamento do Datafolha de 1998 revelou que Enéas era visto como alguém "inteligente e brilhante". "Não é um atributo pelo qual eu tenha mérito nenhum. Foi Deus quem me deu. É como beleza física. Ninguém tem mérito por ser bonito", afirmou ele, que tinha na leitura seu maior prazer.
Enéas contabilizava "milhares" de livros lidos e "dezenas de milhares" de trabalhos científicos publicados em áreas que vão de estruturalismo, geopolítica e macroeconomia à lógica, epistemologia e cibernética, passando por filosofia, paleantropologia e astrofísica --e medicina, claro.
Os eleitores o classificavam como um político folclórico e cômico. "Acho perfeitamente normal e compreensível", disse, afirmando que isso acontece toda vez que surge alguém contrário a um sistema estabelecido."

Realmente o cara entra numas presepadas interessantes e cômicas. Os dois sentados na igreja se dizendo sobrinhos de uma tia que mandou os parabéns - e o parente da família diz que ela morreu há algum tempo - deixa os dois constrangidos e me lembra muito algumas situações que já passei.
Ontem foi um dia bacana e emocionante para o blog: recebi duas visitas interessantes. A primeira, com seu "Espaço Zen" vem fazer uma reflexão sobre o cotidiano de forma desprendida das amarras do preconceito que cercam as pessoas mais velhas (assim pelo menos eu espero); e a segunda escreve sobre "Minha Melodia", a harmonia melodiosa da sua vida de forma suave e inteligente. Parabéns às duas.A História nos ensina que nem sempre os eventos importantes na vida da humanidade ou de um país são prontamente reconhecidos. Os interesses, os sentimentos e, muitas vezes, até a falta de humildade para rever conceitos e posições assumidas no passado levam a uma radicalização de posições que turva a visão histórica dos fatos.
Há poucos meses, o Presidente Lula fez uma declaração que pode ser o início de uma revisão histórica sobre o que foram os Governos Militares na História recente de nosso País – reconheceu que naquele período havia planejamento estratégico para orientar as ações governamentais. Isto é, havia um permanente cuidado com o futuro, na intenção de fazer sempre o que era o melhor para o País.
Na verdade, esse sempre foi o pensamento de nossas Forças Armadas – a defesa dos interesses nacionais, como bem mostrou a campanha pela criação da Petrobrás, no início da década de 50, e a intenção de contrapor-se a quaisquer intenções de dominações alienígenas, como já ocorrera em 37, contra a Intentona Comunista. Coerente com esse pensamento e atendendo ao clamor nacional, tivemos o 31 de março de 1964.
As dificuldades políticas que se seguiram foram conseqüência do acirramento do conflito ideológico Capitalismo versus Comunismo, agravado com a intenção do então chamado Movimento Comunista Internacional de estender a revolução vitoriosa em Cuba para toda a América Latina. Foram anos difíceis, nos quais a radicalização ideológica de algumas facções comunistas – com ações armadas de guerrilhas urbana e rural, assaltos, atentados, assassinatos, seqüestros de autoridades e de aeronaves comerciais, praticados por jovens idealistas que pensavam ser a utopia do comunismo a salvação da humanidade – levou a respostas igualmente radicais. Foram ações e respostas que enlutaram muitas famílias, deixando seqüelas, de um lado e de outro, que retardaram o retorno à normalidade democrática.
Mas, apesar dessas dificuldades, nosso País avançou e muito. O pensamento estratégico dos Governos Militares, a que se referiu o Presidente Lula, levou à concepção e à consolidação de Planos Nacionais de Desenvolvimento, cujas execuções resultaram em ações de elevado cunho social, empreendimentos nacionalistas ousados e gigantescas obras que alavancaram o extraordinário crescimento do País no período.
Foram criados, nos Governos Militares, o FGTS, o BNH, o Projeto Rondon, o MOBRAL e outros mais, de menor amplitude, que proporcionaram a oportunidade de engajar dezenas de milhares de jovens na solução de problemas de populações mais carentes, melhorando as condições de vida de milhões de brasileiros.
A visão estratégica a que se referiu o Presidente Lula ficou patente quando foi criada a EMBRATEL, capitaneando um formidável complexo de telecomunicações que uniu e integrou o nosso imenso território. Ficou ressaltada quando foi tomada a decisão de, construírem-se hidrelétricas de grande porte, como Itaipú, Tucuruí, Ilha Solteira, Rio Grande e outras mais, que asseguraram a geração de energia elétrica, por décadas, para sustentar o crescimento econômico do País.
Ficou evidenciada, igualmente, a visão estratégica quando da construção de rodovias de integração nacional – como a Transamazônica, Cuiabá-Santarém, Manaus-Boa Vista, Porto Velho-Manaus, além de outras, e iniciou-se a Perimetral Norte – destinadas a integrar nosso gigantesco território e garantir a ocupação de nossa cobiçada Região Amazônica. A consolidação de Brasília, como Capital Federal, interiorizando o Poder Político, também fez parte da visão de futuro que caracterizou os Governos Militares. Na busca de melhorias na infra-estrutura de serviços, também merecem ser destacadas as construções dos gigantescos portos de Paranaguá e Tubarão, além de outros de menor porte, assim como a criação da INFRAERO, responsável por uma extraordinária melhoria na infra-estrutura aeroportuária do País.
Não se pode deixar de mencionar, ainda, que aquela visão estratégica incentivou a exploração intensiva de petróleo em nossa plataforma submarina que, desde o início, apresentou excelentes resultados. Assim como não se pode esquecer, também, que a nossa EMBRAER é fruto da decisão ousada de termos uma indústria aeronáutica própria, diminuindo a nossa dependência externa nessa importante e estratégica área. O Pró-álcool, exemplo ainda não devidamente explorado de nossa criatividade na busca de maior autonomia no setor de combustíveis, é outro exemplo da visão estratégica a que se referiu o Presidente Lula.
Se os Governos Militares cometeram erros – e certamente cometeram – foram sempre na intenção de fazer o que era considerado o melhor para o País. E isso, a História certamente reconhecerá.
Por que não se começar a fazer justiça? Seria, sem dúvida, uma excelente forma de unir definitivamente o País. Afinal, nossas Forças Armadas foram, são e sempre serão o braço armado da Nação, indispensáveis para assegurar a Soberania que todos queremos.
31 de março