Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
domingo, 2 de novembro de 2008
Pequenas ações que salvam vidas
Uma aula de Ecologia!
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos estão comendo restos de chicletes, deixados ou atirados irresponsavelmente por aí, em qualquer lugar...
Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés, porém, não conseguem...
E aí, acontece o pior: acabam morrendo sufocados, asfixiados, ou ainda, enforcados...
O Globo Repórter já mostrou isso numa reportagem, orientando a todos, como se faz!
Simplesmente, embrulhem-no num pedaço de papel e joguem-no no lixo...
Só assim, evitaremos que o pior aconteça a essas delicadas criaturas de Deus, um presente que D'Ele recebemos!
Vamos colaborar com estes maravilhosos seres da natureza!!!
Repassem este e-mail para que, principalmente as crianças sejam conscientizadas disso...
A natureza, nossos olhos e ouvidos agradecem!!!
sexta-feira, 21 de março de 2008
Nefelibata de carteirinha

Para que toda essa arte abstrata aí se existem nuvens? Mesmo na mais pavorosa cidade há nuvens. Mesmo a massa cinza de uma nuvem amorfa ainda será dezenas de vezes superior a um Rothko, a um Pollock, a um Mondrian. A sua janela já é uma moldura. Aliás, minto. A moldura é que foi criada para assemelhar-se a uma janela. Veja as nuvens douradas do crepúsculo. As brancas-carneirinhas do meio-dia. As plúmbeas de chuva. Aquela parece um dromedário e a outra lembra o ex-ministro Reis Velloso. As descabeladas Cirrus radiatus; as translúcidas Stratus undulatus; as elegantérrimas Altocumulus; e, claro, as poderosas e imponentes Cumulonimbus, minhas preferidas. A natureza tem coisas bonitas pra caramba. As nuvens estão dando espetáculo permanentemente. Sem cobrar ingresso. É arte subsidiada vinda diretamente da palheta divina. Para que ficar sujando telas com arte abstrata, então? Só para movimentar a indústria de vinhos brancos horrorosos das vernisages? Nah! Não vale a pena. O cavalheiro aí do fundo levantará a mão e dirá que há pessoas que não têm janelas, que têm muros de tijolos altíssimos cercando suas casas; ou que existem pessoas vivendo em containers lacrados amarradas em cobertores de lã espessa. Mas será que essas pessoas, meu gentil cavalheiro, não têm sequer dinheiro para comprar um bom microscópio e colocar um inseto, qualquer inseto, sob as lentes em suas horas de lazer? Se o senhor quer arte abstrata de altíssima categoria repare nos detalhes dos omatídeos de um pirilampo comum. Ou, se houver pelo menos uma fresta de janela em sua casa, repare nas nuvens que passam agora sobre seu bairro. Deixem as paredes em paz, eu digo, elas são suas amigas, elas não fizeram nada contra vocês, não as queiram mal, não as torturem. Abdiquem da arte abstrata e vão olhar pela janela. As paredes agradecem.
sábado, 2 de junho de 2007
Dance primeiro, pense depois
Existem algumas coisas na vida que são estapafurdiamente prazerosas, e nem nos damos conta disso.
A primeira dela é a corrida. Ora, nós nascemos para correr. Bote um tênis e vá correr na praia. A praia não se importa se você está de bom ou mal humor, se você é bem sucedido ou anda em crise, se tem uma namorada bonita ou uma que te faça feliz, se você é alto, magro, gordo, magrelo, branco, moreno, ou o que for. A praia só pede que você vá até ela, de graça, e corra. Só corra.
Somos feitos para correr. A sensação de bem estar físico após uma corrida é indescritível - além de melhorar o condicionamento (e tantas outras melhorias que não tenho nem como descrever aqui).
A outra coisa é dançar. Nosso corpo se move naturalmente... ele pede a poesia surda da dança. É maravilhoso dançar. Você se sente bem, você está em harmonia com a natureza que lhe cerca.
Assim, quero que vocês vejam o vídeo a seguir. Encontrei ele no orkut, na página de uma dançarina. Viver, correr e dançar... viver... ah que delícia me sentir vivo!
(E se você não sabe dançar, não se preocupe, é só treino. Você não nasceu sabendo das coisas afinal)
O vídeo se chama "Dance to inspire, inspire to dance", do Eddie Uehara, e está disponível no enlace: http://www.youtube.com/watch?v=9ALtIwy77RU
Dance primeiro, pense depois...
é a ordem natural das coisas!