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domingo, 31 de maio de 2009

Registro historico

(Historiador do cotidiano)

É... com algum pesar vejo que o Brasil será sede de copa do mundo. Fico triste de saber disso, visto que as copas acontecem nos anos de eleição presidencial, além disso os jogos servirão para distrair a população de falcatruas terríveis dos políticos.

Os romanos já ensinaram há muitos séculos atrás: "pão e circo".

Mas enfim, o post de hoje é para conclamar você! Sim, você mesmo que me lê! Te conclamo a fazer um registro histórico em prol da memória da nossa Nação! Pegue uma máquina fotográfica e saia documentando completamente sua cidade.

A cada nova obra, pro-copa, fotografe a obra, como era antes, como ficou depois, tudo. Fotografe TUDO!

Cada fotografia dessa servirá de registro histórico. Cada imagem marcará quem nós éramos, e quem nós seremos. Ganha a História, e ganham todos os brasileiros: nós, nossos filhos, netos e posteriores gerações.

O Brasil conta contigo! Fotografe!

Abraços, e uma excelente semana pra ti!

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sábado, 14 de março de 2009

Viajar? GPS!

Extraído na íntegra de: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/03/14/ult2682u1105.jhtm
14/03/2009 - 00h03

Coordenadas de GPS são o novo destino de viagens

(Por: Stephan Orth)

Mapas são coisa do século passado. Hoje em dia, aventureiros com aparelhos de GPS estão conquistando novos territórios - as coordenadas dos mapas. No selvagem inverno russo, você pode ir aonde ninguém esteve antes, por exemplo, 59 graus norte, 35 graus leste.

Existem certos sons que um esquiador de cross-country definitivamente não quer escutar, especialmente quando o destino do dia está a 15 quilômetros de distância na natureza coberta de neve da Rússia. O rugido de um urso pardo - caçadores mataram dois não longe daqui no último outono - seria um desses sons. Outro seria o rosnado de um lobo.

Mas Vladimir Chernorutsky está preparado para animais selvagens. Ele trouxe uma pequena arma para espantar animais, vários disparadores de foguetes de artifício e uma dúzia de bombinhas de uma marca chamada "Morte Negra". Ele pretende usá-las se for necessário para assustar os predadores.

Mas um som especialmente desagradável, para o qual Vladimir não está preparado, é um estalo como o de um galho se quebrando, que ocorre exatamente a 59°01'01.8" de latitude norte e 35°03'57.9" de longitude leste, em uma solitária tarde de sábado. É o estalido seco de um esqui se partindo ao meio, logo atrás do calcanhar.

"Dimitri vai matar você", é a primeira reação de Vladimir ao acidente. Dimitri é o dono desses esquis estreitos de madeira branca e foi muito gentil de emprestá-los durante dois dias. Mas assassinato nas mãos de um moscovita furioso não é realmente o problema mais urgente nesse momento, já que Moscou está a cerca de 500 quilômetros de distância. O problema mais imediato está à frente, na forma de um enorme pântano que só pode ser atravessado no inverno, quando está congelado e coberto de neve.

O destino da viagem está no lado oposto do pântano, a cerca de 4,5 km de distância. O objetivo não é um pico de montanha nem um ponto com uma paisagem maravilhosa, mas uma coordenada geográfica: 59° norte, 35° leste. E Vladimir quer ser a primeira pessoa a atingir exatamente essa intersecção de linhas de latitude e longitude.

"Nerds" de geografia e exploradores amadores

"Caça de confluências" é o nome desse jogo, e a aventura começa com um equipamento de GPS para encontrar os pontos coordenados. A idéia foi de um americano chamado Alex Jarrett. Em fevereiro de 1996, Jarrett dirigiu pelos EUA em um carro com dispositivo de GPS, tirando fotos dos pontos onde se cruzam linhas de latitude e longitude com números inteiros. Então ele publicou essas fotos em um site na web. Outros viajantes amigos da tecnologia gradativamente seguiram seu exemplo, criando um "mapeamento organizado do mundo", como Jarrett chama a coleção global de fotografias e relatórios enviados por "nerds" de geografia e exploradores amadores.

"A idéia é conhecer um país não através de um guia, mas de mudanças na paisagem vistas a intervalos regulares, de intersecção em intersecção", diz Vladimir. O matemático de 48 anos, pai de dois filhos, é um assessor financeiro de várias empresas da Internet, mas também trabalha colateralmente como coordenador russo da confluence.org. Até agora ele visitou 80 pontos de confluência (CPs, na sigla em inglês) e foi o primeiro a alcançar 48 deles. "Eu costumava fazer isso no caminho quando estava de férias, e também um pouco de admirar paisagens", ele explica. "Mas ultimamente os próprios CPs têm sido o motivo da viagem."

Na verdade, não importa muito se há algo interessante para ver no destino dessa caçada guiada por satélite. Em um mundo onde há cada vez menos lugares não mapeados e visitados, esse tipo de expedição por GPS é uma oportunidade para uma pessoa comum se tornar um explorador. As pessoas viajaram à lua, ao topo do monte Everest e ao pólo norte, mas ainda há 10 mil pontos de confluência não explorados sobre o solo em todo o mundo. Os pontos que caem em corpos aquáticos só contam se estiverem bem próximos de um litoral.

"Sempre precisa haver um ponto de orientação na terra visível nas fotografias do local", diz Vladimir, explicando as regras do projeto. Ele avalia todas as tentativas feitas na Rússia, decidindo se serão aceitas e publicadas no site. Todos os 48 pontos de confluência da Alemanha já foram visitados, e no resto da Europa somente alguns pontos continuam inexplorados, por exemplo, junto aos litorais de Portugal e da Noruega.

De repente Vladimir para e tira uma foto de pinheiros que cercam densamente seu caminho. Eles não constituem uma foto especialmente incrível, mas a paisagem não é o que importa - isto, diz Vladimir, é exatamente a metade dos 8,65 km de seu carro até o objetivo.

De certa forma, a viagem continua mesmo com o esqui quebrado. Quase todo passo afunda na neve, às vezes até o quadril. Mas desistir não é uma opção - o simples percurso de Moscou no rumo noroeste na camionete Ford de Vladimir levou oito horas. Depois veio uma noite no hotel Comfort, em Ustyuzhna, população 2 mil, onde o simples fato de haver água morna coloca o quarto na categoria "luxo". No dia seguinte, uma partida antes do amanhecer para o trajeto de esqui na região de Vologda.

"É diferente das caminhadas porque aqui devemos ir sempre em linha reta o máximo possível, em vez de seguir um caminho", diz Vladimir. O destino está gravado em seu aparelho GPS e uma flecha mostra a direção e a distância. Ainda faltam exatamente 2,11 km, quando Vladimir, com os olhos azuis alertas e a barba de um antigo filósofo grego, anuncia cerimoniosamente: "Agora estamos exatamente no meio do oceano".

Pântano nevado

Ele tira outra foto com sua câmera digital. Os arredores consistem em um campo nevado aparentemente interminável, com apenas alguns arbustos espalhados e galhos que se erguem como esqueletos na vastidão. "Oceano" é o nome do pântano, que hoje está enterrado sob meio metro de neve. O pântano é profundo? "Sim, bastante, certamente vários metros", responde Vladimir.

Mas esse fato não parece incomodá-lo. Afinal, não é ele que afunda na neve praticamente a cada passo. E seus pensamentos estão longe: "Ninguém esteve neste lugar antes. No verão é impossível chegar aqui, e no inverno não há absolutamente um motivo". Ele sorri feliz e continua pela paisagem branca em seus esquis largos de madeira. As presilhas de metal que unem suas botas aos esquis rangem a cada passo. Mais dois quilômetros. Depois apenas 995 metros, depois 500, 200. Nos últimos metros ele deixa a área do pântano e entra novamente em uma floresta espessa.

"Cem metros... conseguimos", Vladimir diz finalmente. Nesse raio a tentativa é considerada um êxito. Agora é a hora da "dança da confluência", a busca pela intersecção exata e a visão dos dez zeros no mostrador do GPS. Mantendo o olhar em uma bússola e no GPS amarelo ao mesmo tempo, Vladimir corre entre os arbustos, cai, levanta-se, faz algumas curvas em 90 graus e então para. Seu GPS mostra as coordenadas 59°00'00.0" N e 35°00'00.0" E. "Parabéns", ele grita, "seu primeiro ponto de confluência!"

Pinheiros cercam o lugar, com suas agulhas pesadas de neve. Realmente se parece com 59 N, 36 E, Vladimir admite. "Não é um lugar especial", ele diz, "é apenas virtual." Então ele atira dois fogos "Morte Negra" um depois do outro sobre o chão da floresta coberto de neve. O barulho rompe o silêncio como bombas explodindo. Vladimir comemora seu sucesso com um cigarro e uma barra de chocolate. Ele tira fotos nas quatro direções cardeais como prova para seu relatório online - esta é a 49ª vez que Vladimir Chernorutsky foi a primeira pessoa a alcançar um ponto de intersecção até então inexplorado. "Você tem de ser meio louco", ele admite. Então atira outra bombinha contra um pinheiro.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Fotógrafos são caçadores?

Fotógrafos são caçadores neutros ou compulsivos?

Há uma compulsão de tomar a câmera entre as mãos, uma compulsão de praticar o ato (aparentemente inconfessável). [...] Qualquer repórter fotográfico já experimentou esse pequeno estar fora de si, esse pequeno êxtase, quando a pulsão fotográfica o transforma numa espécie de caçador feroz e puramente instintivo, um animal fótico, um predador visual de coisas diáfanas, com todo o seu ser em estadod e total eriçamento, um Rambo das sensações delicadas. As narinas latejam e ele avança com sua ativíssima, especialíssima e secreta passividade. Não se trata de captar a realidade. É apenas o ato que está circulando em suas veias. A fotografia não é a arte de captar, ao contrário, é uma arte de soltar. Como se cada disparo da máquina fosse o fotógrafo que se esvaísse em disparada. Fotografia: o esvair-se. O fotógrafo nada recebe, ao contrário, é como se, através do obturador aberto, ele se permiteisse um vôo cego, um melhor de se expor. Clic!

(A. OMAR apud SANTAELLA, Lúcia & NÖTH, Winfred. IMAGEM - cognição, semiótica, mídias. São Paulo: Iluminuras, 1997. Extraído da página 116)

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Imagens do dia

(Historiador do cotidiano)





Bonito...






Interessante...









Mas o que importa mesmo é que vou me alistar no Exército de Israel...
rs rs rs

sábado, 17 de março de 2007

Hoje é sábado!!!

(Historiador do cotidiano)

Hoje é sábado !!!

Dia de sair!

Sair de dentro da sua redoma, e cortar vínculos não mais necessários...

Sair da frente do computador, à (quase) qualquer custo...

Caminhar...

Fazer exercícios diferentes... conhecer lugares novos...

Fazer refeições diferentes...

Mas cuidado porque algumas coisas fazem mal...

Depois do almoço, nada melhor que uma boa soneca...

Sábado também é dia bom para viajar...

Ou simplesmente passear. Seja de carro...

De carona...


Em conduções...

Ou mesmo de ônibus...

Mas, importante! Lembre-se de ir no banheiro antes de sair de casa! Não importa se for algo complicado como o "número 2"...

Ou até mais fácil de fazer na rua como o "número 1"...


Mas vá ao banheiro antes de sair de casa! Às vezes é difícil encontrar algum bom quando saímos...

Se for de carro, estacione direitinho...

Tome cuidado com as más companhias...


Cante...

Dance...


Enfim... divirta-se!





Mas, independente de você ser um amante da fotografia...


Independente de sempre tentar conseguir aquelas fotografias perfeitas...


Ou mesmo se você não gostar de bater trocentos retratos...

Mas sempre registre momentos bons para ficar na memória...


Para que sempre lembre-se o quanto você amou e se divertiu neste sábado!


DESEJO A TODOS(AS) UM EXCELENTE SÁBADO !!!

(Fotografias gentilmente copiadas de: http://www.mdig.com.br/)

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Rio mágico

"Porque todo mundo quer viver em cima da montanha,
mas não percebe que a verdadeira felicidade está na forma de subir".

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Fotografias!

(Historiador do cotidiano)
Eu tinha um fotolog - vulgo "flog" - era bacana, tinha uma porção de fotografias, as pessoas entravam, olhavam as imagens mas não comentavam.
Resolvi abandonar o flog - passei tanto tempo sem postar que ele foi cancelado - e criar um blog pois, imaginei eu, a falta de comentários seria diretamente proporcional à falta de texto nos artigos visuais do flog...
...mero engano meu.
Hoje recebi uma reclamação! Um dos meus três (ou quatro) leitores disse: "adoro seu blog, mas faltam imagens".
Tudo bem meu jovem, a partir de hoje vou começar a postar algumas imagens (nem todas fotografias), para vocês, meus(minhas) queridos(as) leitores(as).
Uma vez me falaram que todo mundo deseja (ou desejou) ser piloto de aviões de combate - caça - portanto, a primeira fotografia, vai em homenagem a todos os bravos aviadores.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Tenha sempre cópias de segurança

(Historiador do cotidiano)

Não importa o que você esteja a fazer, tenha sempre uma cópia de segurança (ou "backup" como alguns ainda insistem em usar os termos 'americanalhados').

O problema é que nós somos relapsos e esquecemos de fazer cópias. Para quem escreve muitos textos, artigos, etc., o blog é um excelente local para fazer cópias de segurança. Mas com o contratempo que a maior parte dos blogs são públicos, o que assusta alguns sobre a questão autoral.

Mas esqueça isso... vamos nos focar em questão mais práticas do dia-a-dia: Vamos supor que você tem um telefone celular com uma agenda realmente grande. Você não sabe decorados todos os números (é difícil em uma agenda de 500 telefones você saber todos eles decorados. Uns 100 a 150 tudo bem). É muito cômodo você estar em locais públicos, conhecer pessoas novas e anotar seus números de telefones no seu próprio telefone. Então que entra a questão fundamental: quando chegam em suas residências, quem de vós transcreve essas informações para o papel? Quando muito alguns copiam para o computador, transferem pelo cabo de dados e pronto.

Outro caso é quando você tem uma lista enorme de contatos: nome, telefone, endereço eletrônico, endereço real, etc... que você utiliza para mandar correspondências.

Ou então, para os que usam a tecnologia como meio e não como fim, imaginem trabalhos da faculdade ou colégio, projetos do trabalho, monografias, teses e dissertações... bancos de dados diversos, e tudo mais que pode se perder numa simples variação de energia elétrica!

E as fotografias? Essas que são as mais cruéis. O mundo muda a cada instante. Uma fotografia é a imortalização de um recorte da realidade pessoal do fotógrafo num dado milésimo de segundo de sua vida. Seja o registro de eventos históricos, seja recordação daquelas férias perfeitas... por muito pouca coisa você poderá perder todas aquelas fotografias... e se você não tiver cópias de segurança? Não tiver gravado cópias das fotos em CD, enviado para web ou mesmo imprimido-as? É UMA PERDA SEM COMPARAÇÕES.

Por isso eu recomendo: TENHA SEMPRE CÓPIAS DE SEGURANÇA!

E vivam felizes e despreocupados(as)!