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domingo, 31 de maio de 2009

Registro historico

(Historiador do cotidiano)

É... com algum pesar vejo que o Brasil será sede de copa do mundo. Fico triste de saber disso, visto que as copas acontecem nos anos de eleição presidencial, além disso os jogos servirão para distrair a população de falcatruas terríveis dos políticos.

Os romanos já ensinaram há muitos séculos atrás: "pão e circo".

Mas enfim, o post de hoje é para conclamar você! Sim, você mesmo que me lê! Te conclamo a fazer um registro histórico em prol da memória da nossa Nação! Pegue uma máquina fotográfica e saia documentando completamente sua cidade.

A cada nova obra, pro-copa, fotografe a obra, como era antes, como ficou depois, tudo. Fotografe TUDO!

Cada fotografia dessa servirá de registro histórico. Cada imagem marcará quem nós éramos, e quem nós seremos. Ganha a História, e ganham todos os brasileiros: nós, nossos filhos, netos e posteriores gerações.

O Brasil conta contigo! Fotografe!

Abraços, e uma excelente semana pra ti!

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segunda-feira, 10 de março de 2008

A verdadeira História do Brasil - 2

Para que conheçamos melhor a verdadeira História do Brasil, que os porcos do governo tentam esconder do povo brasileiro.

O texto abaixo não é de minha autoria, mas concordo plenamente com a indignação apresentada pela senhora Maria Carolina bem como pelo seu pai José Ricardo.

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Amigos:

Domingo, dia 2/3, O Globo publicou uma entrevista com um terrorista sequestrador Tupamaro, que foi um dos algozes de meu avô embaixador Aloysio Gomide quando ele foi sequëstrado em 1970. Ficamos indignados pelo tom de saudosas e casuais reminiscências de um passado remoto, como se fosse sobre algo que hoje seria tratado como quase uma mera infantilidade.

Meu pai escreveu a carta abaixo, publicada dia 05/03/2008 no Jornal O Globo no Rio de Janeiro, para que pelo menos os principais pontos da verdadeira história fossem conhecidos.

Sintam-se livres para repassá-la, caso achem que vale a pena.

Gostaria que a verdade chegasse ao maior número possível de pessoas.

Abraço,

Maria Carolina


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Senhor Redator:

Com relação ao artigo de domingo 02 de março, "Memórias de um seqüestro que abalou Brasil e o Uruguai", a aparentemente simpática e singela estorinha do contador David Cámpora, seqüestrador e terrorista aposentado, convenientemente omite que meu sogro, Embaixador Aloysio Gomide, foi violentamente arrancado do convívio dos seus e que, para tal, ainda ameaçaram seu filho de três anos com uma arma na cabeça. Recebeu coronhadas, foi drogado e levado a seus cativeiros, todos eles subterrâneos, permanecendo por sete meses de pijama trancado em um cubículo com paredes forradas com jornais e infestado de baratas, sem ver a luz do sol.

Sofreu dois fuzilamentos simulados, e era constantemente ameaçado de morte por seus carcereiros.

Sua libertação foi resultado da intensa campanha realizada por minha sogra, Dona Apparecida Gomide, uma dedicada dona de casa e mãe de família que, tirando forças não se sabe de onde, saiu à luta por seu marido. Com a ajuda dos apresentadores Flávio Cavalcanti e Abelardo Barbosa, o Chacrinha, e outros amigos, antigos e novos, conseguiu levar seu desesperado grito por socorro ao povo brasileiro. Mulher religiosa e destemida, jamais esmoreceu na intransigente defesa de seu marido, sendo importuna e inconveniente com Ministros de Estado e com outras autoridades do governo de então, no Brasil e no Uruguai, mesmo com o Presidente Médici. Sua presença e insistência, constante e veemente, era um problema para aqueles que queriam esquecer a situação de seu marido. Alguns conhecidos faziam o possível para evitar serem vistos com ela em face da repercussão do caso.

Por sua conta fez contatos com os seqüestradores. O resgate foi pago com as generosas contribuições do povo brasileiro, inclusive dos mais humildes, e com as parcas economias de uma família de classe média com seis filhos pequenos. O dinheiro foi recolhido, transportado e posto nas mãos dos terroristas por leais amigas de D. Apparecida.

Durante seus sete meses de cativeiro meu sogro, em estrita honra a seu dever de diplomata brasileiro, jamais se manifestou em contra de seu governo, apesar de constantemente instado e ameaçado por seus seqüestradores. Pude ler as cartas da época a sua mulher. Sabedor que a morte o esperava, pois seu companheiro de cela Dan Mitrione fora assassinado, preocupava-se muito com a situação de sua família sem a sua presença.

Homem profundamente religioso, jamais foi acometido pela desesperança ao longo dos sete meses de seu cativeiro subterrâneo. Seu silêncio, mesmo depois de 37 anos, é o protesto de alguém que superou a barbaridade que lhe foi imposta e que prefere recolher-se ao seio de sua família, em vez de manifestar sua indignação quando terroristas da época são tratados como heróis por representantes do povo que pagou por seu resgate. Por exemplo, quando a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro homenageou, em medos dos anos 80, o terrorista-chefe dos Tupamaros, Raul Sendic.

É ultrajante que parte de nossa história seja esquecida, omitida ou convenientemente deturpada para adequar-se à torta ideologia em moda. Fatos são orwellianamente "ajustados" para criar uma realidade alternativa. Quando vítimas, alegadas vítimas e pseudo-vítimas da ditadura estão sendo compensadas com indenizações milionárias e generosas pensões - com direitos até para não nascidos - como ficam os que sofreram as conseqüências do terrorismo?

Por esses motivos, a bem de esclarecer as novas gerações sobre a realidade do ocorrido, ou pelo menos para que tenham uma pontada de dúvida ao ler relatos históricos de terroristas, é que evidencio esses fatos.

Atenciosamente,

José Ricardo da Silveira
Foz do Iguaçu
Paraná

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A verdadeira História do Brasil

História do Brasil - Para quem ainda não sabe ou para quem "esqueceu". Esqueceu??

LADRÃO QUE ROUBA LADRÃO TEM 100 ANOS DE PERDÃO?
Por que ninguém mais conta estas páginas da História do Brasil?

Nos tempos do governo militar a "companheira Estella" foi uma das que planejou aquele que seria o mais rentável golpe da luta armada em todo o mundo: o roubo do cofre de Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo.

O crime foi cometido pela Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares), resultado da fusão da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) do capitão Carlos Lamarca com o Colina, do qual a "companheira Estella" era líder.

Onze dias depois da fusão, em julho de 1969, 13 guerrilheiros da VAR-Palmares roubaram o cofre de 200 kg de uma casa no bairro carioca de Santa Tereza, onde vivia a amante de Adhemar.

Os guerrilheiros sacaram do cofrinho do Ademar US$ 2,6 milhões. (dólares).
Onde foi parar o dinheiro? Eis um dos mistérios insondáveis daquela época que produziu tantos heróis e heroínas da esquerda.."

À guisa de informação, a "Companheira Estella" era o nome de guerra da atual Ministra Chefe da Casa Civil," Dilma Rousseff."




A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra chefa da Casa Civil: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro:
http://veja.abril.com.br/150103/p_036.html

sábado, 31 de março de 2007

31 DE MARÇO – QUE SE FAÇA JUSTIÇA

(autor desconhecido - extraído de http://www.reservaer.com.br/)

31 DE MARÇO – QUE SE FAÇA JUSTIÇA

A História nos ensina que nem sempre os eventos importantes na vida da humanidade ou de um país são prontamente reconhecidos. Os interesses, os sentimentos e, muitas vezes, até a falta de humildade para rever conceitos e posições assumidas no passado levam a uma radicalização de posições que turva a visão histórica dos fatos.

Há poucos meses, o Presidente Lula fez uma declaração que pode ser o início de uma revisão histórica sobre o que foram os Governos Militares na História recente de nosso País – reconheceu que naquele período havia planejamento estratégico para orientar as ações governamentais. Isto é, havia um permanente cuidado com o futuro, na intenção de fazer sempre o que era o melhor para o País.

Na verdade, esse sempre foi o pensamento de nossas Forças Armadas – a defesa dos interesses nacionais, como bem mostrou a campanha pela criação da Petrobrás, no início da década de 50, e a intenção de contrapor-se a quaisquer intenções de dominações alienígenas, como já ocorrera em 37, contra a Intentona Comunista. Coerente com esse pensamento e atendendo ao clamor nacional, tivemos o 31 de março de 1964.

As dificuldades políticas que se seguiram foram conseqüência do acirramento do conflito ideológico Capitalismo versus Comunismo, agravado com a intenção do então chamado Movimento Comunista Internacional de estender a revolução vitoriosa em Cuba para toda a América Latina. Foram anos difíceis, nos quais a radicalização ideológica de algumas facções comunistas – com ações armadas de guerrilhas urbana e rural, assaltos, atentados, assassinatos, seqüestros de autoridades e de aeronaves comerciais, praticados por jovens idealistas que pensavam ser a utopia do comunismo a salvação da humanidade – levou a respostas igualmente radicais. Foram ações e respostas que enlutaram muitas famílias, deixando seqüelas, de um lado e de outro, que retardaram o retorno à normalidade democrática.

Mas, apesar dessas dificuldades, nosso País avançou e muito. O pensamento estratégico dos Governos Militares, a que se referiu o Presidente Lula, levou à concepção e à consolidação de Planos Nacionais de Desenvolvimento, cujas execuções resultaram em ações de elevado cunho social, empreendimentos nacionalistas ousados e gigantescas obras que alavancaram o extraordinário crescimento do País no período.

Foram criados, nos Governos Militares, o FGTS, o BNH, o Projeto Rondon, o MOBRAL e outros mais, de menor amplitude, que proporcionaram a oportunidade de engajar dezenas de milhares de jovens na solução de problemas de populações mais carentes, melhorando as condições de vida de milhões de brasileiros.

A visão estratégica a que se referiu o Presidente Lula ficou patente quando foi criada a EMBRATEL, capitaneando um formidável complexo de telecomunicações que uniu e integrou o nosso imenso território. Ficou ressaltada quando foi tomada a decisão de, construírem-se hidrelétricas de grande porte, como Itaipú, Tucuruí, Ilha Solteira, Rio Grande e outras mais, que asseguraram a geração de energia elétrica, por décadas, para sustentar o crescimento econômico do País.

Ficou evidenciada, igualmente, a visão estratégica quando da construção de rodovias de integração nacional – como a Transamazônica, Cuiabá-Santarém, Manaus-Boa Vista, Porto Velho-Manaus, além de outras, e iniciou-se a Perimetral Norte – destinadas a integrar nosso gigantesco território e garantir a ocupação de nossa cobiçada Região Amazônica. A consolidação de Brasília, como Capital Federal, interiorizando o Poder Político, também fez parte da visão de futuro que caracterizou os Governos Militares. Na busca de melhorias na infra-estrutura de serviços, também merecem ser destacadas as construções dos gigantescos portos de Paranaguá e Tubarão, além de outros de menor porte, assim como a criação da INFRAERO, responsável por uma extraordinária melhoria na infra-estrutura aeroportuária do País.

Não se pode deixar de mencionar, ainda, que aquela visão estratégica incentivou a exploração intensiva de petróleo em nossa plataforma submarina que, desde o início, apresentou excelentes resultados. Assim como não se pode esquecer, também, que a nossa EMBRAER é fruto da decisão ousada de termos uma indústria aeronáutica própria, diminuindo a nossa dependência externa nessa importante e estratégica área. O Pró-álcool, exemplo ainda não devidamente explorado de nossa criatividade na busca de maior autonomia no setor de combustíveis, é outro exemplo da visão estratégica a que se referiu o Presidente Lula.

Se os Governos Militares cometeram erros – e certamente cometeram – foram sempre na intenção de fazer o que era considerado o melhor para o País. E isso, a História certamente reconhecerá.

Por que não se começar a fazer justiça? Seria, sem dúvida, uma excelente forma de unir definitivamente o País. Afinal, nossas Forças Armadas foram, são e sempre serão o braço armado da Nação, indispensáveis para assegurar a Soberania que todos queremos.

31 de março