Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
domingo, 23 de outubro de 2011
23 de outubro: Feliz Dia do Aviador
Parabéns a todos nós que, por paixão ou profissão, honramos e homenageamos aquele incrível feito do brasileiro Alberto Santos-Dumont, que às 16:45h do dia 23 de outubro de 1906, no campo Bagatelle em Paris, decolou com seu 14-Bis para pousar de vez nas páginas da História.
A todos nós aviadores, MEUS PARABÉNS!
sábado, 20 de março de 2010
Sou!
Sou brasileiro, e outra coisa não quero ser!
BRASIL, ACIMA DE TUDO!
ABAIXO DE NADA!
APENAS DE DEUS!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
O que eh representar um povo?
O que é representar um povo?
Em meio à crise moral em que a capital do Brasil se encontra, os
militares confirmam o sentido da expressão: servir à pátria.
Brasília: político e patriótica. Dois endereços, duas faces. A da
Câmara Legislativa ignora. Já a da Vila Militar, acode. O que é estar
a serviço do povo?
“Há tempo de falar e de calar. O meu é tempo de calar”, enfatiza a
deputada Eurides Brito (PMDB).
De se calar? Os nossos militares se calaram porque souberam ouvir em
volta. A repórter Lília Teles acompanhou o resgate de uma enfermeira,
dos escombros do terremoto no Haiti, e relatou esse momento: “Ele está
pedindo silêncio, agora. Está ouvindo uma voz, um pedido de socorro:
‘está aqui, aqui’”, diz a jornalista.
O que é representar um povo? Nossos militares rezaram para agradecer
por estarem no Haiti no momento do Terremoto. “Graças a Deus, a gente
estava aqui. Foi a primeira coisa que eu pensei”, ressalta o sargento
Marco Antônio Leôncio.
Para servir ao próximo e não ignorá-lo mesmo o vendo sofrer. “Pelo que
eu vi, a poeira subindo na cidade e em todos os cantos, eu sabia que
‘eles’ estariam em apuros. Eu sabia que ia morrer muita gente, sabia
que nós seríamos os primeiros a chegar. E a participação da força do
Brasil seria fundamental”, afirma o sargento Leôncio.
Enquanto os políticos se trancam ao calor do dinheiro, os militares
abrem suas almas ou sentem o toque do pulsar da vida. “Ela está
segurando a minha mão. Está bem, está bem”, vibra o sargento Leôncio,
no momento do resgate da enfermeira de 43 anos que está grávida.
E ficam gigantes: “Uma vida é uma vida. Mesmo que a gente tirasse
apenas uma pessoa com vida, naquela situação, já valeria a pena”,
destaca o militar.
Gigantes! E aí nos tornaram enormes, cheios de orgulhos.
Moral da história
Com quem nós nos identificamos: com esses militares; com a doutora
Zilda Arns; com os bombeiros do DF que foram para o Haiti; com os que
se doam ou com aqueles que se servem dos impostos do povo e aceitam
doações ilegais? Quem são os nossos heróis?
(autor desconhecido)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Lula é o cara que...
Ele em hotel para branco de olhos azuis
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
O petroleo eh nosso
O petróleo é nosso !
(Carlos Lessa é professor e economista)
A valorização do petróleo é inexorável. A melhor aplicação possível para os países é manter suar reservas no fundo da terra. Acredito que o cenário dos combustíveis não renováveis é extremamente favorável ao Brasil.
Mas a geopolítica do petróleo é complicada. Ter muito petróleo pode ser lido não como enorme potencialidade ou enorme ameaça. Embora sempre tenham exportado petróleo para os Estados Unidos, Venezuela e Irã são considerados ameaças para a segurança, isso porque eles têm petróleo.
As reservas da América do Sul - que são basicamente venezuelanas (80 bilhões de barris), brasileiras (12 bilhões) e argentinas (2,0 bilhões) – chegam a ser quase o dobro das conhecidas no México, Canadá e Estados Unidos. Mas, somando todas essas reservas das Américas, não se chega à metade do consumo norte-americano.
Pode-se dizer que, sem petróleo, o “quintal” dos Estados Unidos não serve para nada, o que explica que, historicamente, a América do Sul tenha perdido importância na geopolítica mundial. Na hora em que surge um megacampo de petróleo na região, ressurge a quarta frota americana e não é boa a ideia de ser quintal vital dos Estados Unidos. Aliás, não á nada bom ser quintal dos Estados Unidos.
Objetivamente, o padrão de vida americano está na dependência de suas projeções nas áreas que tem petróleo no mundo. Caso se confirmem todas as expectativas em relação ao pré-sal, o petróleo estará colocado em primeiro plano no cenário energético brasileiro. E ter muito petróleo pode ser lido como uma enorme potencialidade, mas também como uma constante ameaça.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Todos contra o Brasil
Ao que parece aos poucos vai "vazando pelo ralo" o tratado feito no encontro de Manaus de 30 de setembro, onde Brasil, Venezuela, Bolívia e Equador anunciaram um ambicioso projeto de integração regional que incluía uma série de investimentos conjuntos para conectar os oceanos Pacífico e Atlântico através de corredores terrestres e fluviais que cruzariam o sul do continente de costa a costa.
Alinhados com as posições do Equador e estrangulados pela crise financeira internacional, alguns governos(se é que assim podem ser chamados) da esquerda mais dura e igualmente burra da América do Sul, leia-se falsos populistas, (Venezuela, Paraguai e Bolívia) propõem-se agora revisar suas respectivas dívidas com o Brasil. Ante a ameaça de uma iminente onda de morosidade coletiva, o ministro Celso Amorim advertiu aos vizinhos que se continuarem minando sua confiança na concessão de crédito, paralisará o financiamento dos grandes projetos para a integração sul-americana.
Nosso país está na mira de vários países da região que manifestaram sua solidariedade com o governo equatoriano depois do conflito diplomático entre Brasília e Quito, por causa de uma série de "problemas" detectados na hidrelétrica de San Francisco, construída no Equador pela Odebretch com financiamento do BNDES. Existe um verdadeiro sentimento de rancor e inveja ante as últimas mostras da liderança regional do Brasil, que alguns governos, como o do venezuelano Hugo "el loco" Chavez, chamam de perigosas e excessivas.
Correa, um tagarela de "marca maior" que já teve a boca calada por Uribe que ameçou denunciá-lo de envolvimento com o tráfico de drogas e com as FARC, qualifica a Odebretch de empresa "corrupta". A exemplo de Evo "cocalero" Morales, fechou a hidrelétrica e a ocupou militarmente, expulsou à construtora do país e posteriormente anunciou o início de uma ação legal ante a Câmera de Comércio Internacional (CCI) de Paris para não pagar o empréstimo concedido pelo banco brasileiro.
Lula, principal responsável por estes empréstimos para seus, agora ex, "amiguinhos", foi forçado pelo Itamaraty a chamar o embaixador em Quito e ameaçou revisar 30 projetos de cooperação com o Equador. (Não seria melhor cancelar todos?). Celso Amorim já confirmou que o embaixador não regressou para o Equador e que não há data prevista.
Em 26 de novembro passado, os países que compõem a Alternativa Bolivariana para a América (ALBA) saudaram a decisão equatoriana de cancelar o pagamento da dívida contraída com o Brasil. O presidente venezuelano, Hugo "mentiroso" Chavez, respaldado por seus homólogos da Bolívia, Nicarágua e Honduras, anunciou "respostas marcadas" ante ações "que atentem contra a vontade do Equador de impugnar os créditos que tenham lesionado a economia do país e de seu Estado de direito". Além do respaldo à decisão equatoriana, a ALBA recomenda aos países endividados a realização de auditorias integrais para verificar evidências de atos que tenham lesionado suas economias e a infração da ordem jurídica que deve reger um Estado de direito. Desta maneira, o eixo socialista latino-americano anima os governos da região a seguir os passos do Equador.
A investida obteve uma rápida resposta em Assunção, onde na semana passada o presidente paraguaio, Fernando "falastrão" Lugo, anunciou a revisão da dívida contraída por seu país com a Argentina, Brasil e Taiwan.
- "Se outros países como o Equador não estão pagando, por que nós também não?", declarou o ex-bispo.
O BNDES é a maior entidade creditícia da América Latina e já emprestou milhões de dólares para o Equador, Venezuela, Bolívia e Paraguai, coincidência ou não, os países que mais fazem qüestão da necessidade de analisar a legalidade das dívidas contraídas e de não assumi-las.
Todos estes governantes adeptos do popularismo barato e enganador já utilizam o mesmo e velho discurso estéril e ordinário de esquerda de sempre, relacionam o crescimento do nosso país como o de exploração de massas e nos acusam de ricos estrangeiros imperialistas.
E agora Brasil?
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Preconceito
Olá queridos leitores. Fazia algum tempo que eu não postava nada autoral aqui, espero que tenham sentido saudades. Tive alguns imprevistos de força maior.
O texto de hoje é sobre preconceito. Nós costumamos dizer que educação vem de berço. Vem. E preconceito também! É impressionante como as pessoas são preconceituosas sem perceber, porque são influenciadas - SIM, INFLUENCIDADAS! - desde cedinho pelos pais, avós, tios e outros tipos de familiares.
Outro dia fui visitar um amigo. Ele mora em edifício e, como vocês já devem ter percebido, elevador é lugar de se ouvir verdadeiras pérolas. Esta eu ouvi quando um menino - com entre 3 a 4 anos de idade - saia do elevador e falava para a mãe dele algo mais ou menos assim:
"Mãe, sabe o que eu descobri? Se um bebê nasce cor-de-pele, ele vai ser cor-de-pele; e se ele nasce marrom, ele vai ser marrom!"
Eu parei. Juro. Não acreditei no que eu tinha ouvido! Aquele pedaço de gente com preconceito!!! Era demais. Eu não quis me meter na conversa nem mostrar para os pais da criança o quão errado eles estavam. Que preconceito exacerbado! É indignante e revoltante!
O que? Você não percebeu preconceito nessa frase do garoto? Tudo bem, eu explico...
O menino acha que se o bebê nasce cor-de-pele, ele vai ser cor-de-pele. Tudo bem, lógica perfeita, além de observação da natureza: costumamos carregar por toda a vida a cor que temos ao nascer (a tonalidade até muda um pouco).
Mas o que é patente visível de preconceito foi quando o garoto falou que "se nascer marrom". Ah é? Então o garoto considerou que a outra cor-de-pele que ele se referia (provavelmente a cor dele mesmo - "branco leite") era a cor normal, e que a cor "marrom" para a pele não era normal, por isso não merecia ser chamada também de cor-de-pele.
Ou seja, para aquele singelo garoto em sua mente já está claro que a única cor digna (digna no conceito dele) de ser chamada de "cor-de-pele" é a branca. Enquanto que a marrom não é cor de pele, por isso não recebeu tal designação.
Preconceito que vem de berço! Céus! E dizem que o Brasil tem futuro, com nossas crianças sendo educadas dessa forma...
É um absurdo!
sábado, 27 de setembro de 2008
Concursos públicos x Futuro da Nação
"Vocês são a geração do futuro!"
Piada. Das grandes! Minha geração não é a do futuro. É do presente e olhe lá... Da minha turma do colégio devem ter se formado cerca de 100 alunos - um pouco menos - e quantos ainda pensam em mudar o mundo? Se muito, eu sou o único. O resto só quer saber de ter um empreguinho, ter seu dinheirinho (não necessariamente suado), ter filhos, envelhecer e morrer em paz.Thomas Paine certa vez disse: "Se há que haver problemas, que seja nos meus dias, para que meus filhos tenham paz". Faço minhas as palavras dele. Não podemos esperar para amanhã tentar corrigir as cagadas que damos hoje, ou que nossos antepassados deram - seja por inocência, por falta de conhecimentos científicos ou por maldade, não importa. O que importa é ajeitar o mundo.
Por que essa revolta hoje? Estava conversando com algumas pessoas que estão estudando para fazer concursos. Eu me envergonho até de dizer... mas vocês sabem qual é a idéia geral? "Vamos passar no concurso público para ter nosso dinheiro, e depois a gente monta alguma coisa privada e vai fazer o que realmente gosta".
Como assim, ganhar dinheiro e sair para fazer o que gosta? É por isso que o serviço público brasileiro não presta: porque as pessoas querem entrar, se aproveitar da "Lei de Gerson" e irem embora. Não se importam em melhorar o próprio país; Não querem saber da população, dos idosos dos outros, dos filhos dos outros, dos netos dos outros; e não pensam que eles próprios serão idosos em alguns anos, e que eles próprios terão filhos e netos. As pessoas não pensam no bem comum, só nos próprios umbigos. É UMA VERGONHA, como diria Boris Casoy.
Enquanto cada um de nós não levantar a bunda, largar essa preguiça, e trabalhar em prol da Nação, não teremos um futuro melhor. Podem apostar nisso. E se você ousar dizer que sou pessimista, eu afirmo que sou mais patriota do que você que só quer fazer dinheiro. Na época dos meus pais e avós, na época do governo militar, o serviço público prestava: você tinha coragem de estudar em escolas públicas ou de ser atendido em serviços públicos de saúde. Hoje em dia você só utiliza os serviços públicos se for obrigado, porque qualquer pessoa com recursos financeiros vai procurar a iniciativa privada - e novamente temos o sucateamento do serviço público.
O próprio nome já diz: PÚBLICO! É meu, seu, dos nossos pais, dos nossos avós, dos nossos filhos e netos. É nosso, de cada um de nós brasileiros. De cada um que tem o Brasil no coração!
Por que então sucatearmos o que é nosso? Por que não tomarmos conta do que é nosso? Por que não lutarmos pela melhoria dos serviços e produtos que existem por nossa causa? Porque as pessoas se acomodam!
O serviço público é nosso. A Amazônia é nossa! O BRASIL É NOSSO!
VAMOS FAZER DESTE O MELHOR LUGAR DO MUNDO PARA NOSSOS IDOSOS, COMO TAMBÉM PARA NOSSOS FILHOS E NETOS!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Lula, meus parabéns!
Exmo. Sr. Presidente da República Federativa do Brasil, Lula, MEUS PARABÉNS!Já fiz aqui diversas críticas ao vosso governo, vossa forma de condução da Nação, vossas bolsas-votos, e tantos outros absurdos.
Mas, Sr. Presidente da República, hoje eu me orgulhei do senhor. Pela primeira vez na minha vida, confesso, mas me orgulhei do senhor ser nosso Presidente da República.
Durante seu discurso na abertura do 20o Fórum Nacional, na sede do BNDES no Rio de Janeiro, o senhor foi bastante claro: A Amazônia é dos Brasileiros!
Permita-me por favor transcrever suas palavras:
(Lula, em 26 de maio de 2008, no Rio de Janeiro)
Para os estrangeiros, uma banana enorme. A Amazônia é nossa, A AMAZÔNIA É DOS BRASILEIROS, e vocês não venham meter o bedelho onde não são chamados!
Exmo. Sr. Presidente da República do Brasil, Lula, hoje me orgulhei das suas palavras. Hoje, pelo menos hoje, encho o peito para bradar MEUS PARABÉNS!
Meus parabéns Sr. Presidente da República, A AMAZÔNIA É NOSSA!
Espero que o senhor mantenha essa mesma postura, sempre. Não podemos dar a Amazônia - que é nossa - para um bando de felas das putas virem aqui fuder com nossa Nação.
A AMAZÔNIA É DOS BRASILEIROS!!!
http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/05/26/ult1928u5624.jhtm
e
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u405451.shtml
segunda-feira, 31 de março de 2008
Brasileirinho
O brasileiro quando é do choro é entusiasmadoquando cai no samba não fica abafado
e é um desacato quando chega no salão
Mas não há quem possa resistir
quando o chorinho brasileiro faz sentir
ainda mais de cavaquinho com um pandeiro
e o violão na marcação
Brasileirinho chegou a todos e encantou
pôs todo mundo a dançar
a noite inteira no terreiro
até o sol raiar
mas quando o baile terminou
a turma não se conformou
brasileirinho abafou
até o velho que já estava encostado
nesse dia se acabou
Para falar a verdade
estava conversando com alguém e de repente
ao ouvir um grande choro, eu dei logo um jeito
deixei o camarada falando sozinho
gostei, dancei, pulei, viciei
Até me acabei,
mas nunca mais me esquecerei do tal chorinho
brasileirinho


domingo, 30 de março de 2008
Dilma Rousseff a assaltante
O PASSADO E O PRESENTE DE UMA ASSALTANTE
Páginas da História do Brasil que deveriam ter maior divulgação
ESTELLA
Cérebro do roubo ao cofre

A COMPANHEIRA ESTELLA
Nos tempos da ditadura militar a companheira Estella foi uma das que planejou aquele que seria o mais rentável golpe da luta armada em todo o mundo: o roubo do cofre de Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo.
O crime foi cometido pela Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares), resultado da fusão da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) do capitão Carlos Lamarca com o Colina, do qual a companheira Estella era líder.
Onze dias depois da fusão, em julho de 1969, 13 guerrilheiros da VAR-Palmares roubaram o cofre de 200 kg de uma casa no bairro carioca de Santa Tereza, onde vivia a amante de Adhemar.
Os guerrilheiros sacaram do cofrinho do Ademar US$ 2,6 milhões de dólares.
Onde foi parar o dinheiro? Eis um dos mistérios insondáveis daquela época que produziu tantos “heróis” e “heroínas” da esquerda..."


A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra do governo Lula: só em 1969, ela organizou três ações de ROUBO de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro.







segunda-feira, 10 de março de 2008
A verdadeira História do Brasil - 2
Para que conheçamos melhor a verdadeira História do Brasil, que os porcos do governo tentam esconder do povo brasileiro.
O texto abaixo não é de minha autoria, mas concordo plenamente com a indignação apresentada pela senhora Maria Carolina bem como pelo seu pai José Ricardo.
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Amigos:
Domingo, dia 2/3, O Globo publicou uma entrevista com um terrorista sequestrador Tupamaro, que foi um dos algozes de meu avô embaixador Aloysio Gomide quando ele foi sequëstrado em 1970. Ficamos indignados pelo tom de saudosas e casuais reminiscências de um passado remoto, como se fosse sobre algo que hoje seria tratado como quase uma mera infantilidade.
Meu pai escreveu a carta abaixo, publicada dia 05/03/2008 no Jornal O Globo no Rio de Janeiro, para que pelo menos os principais pontos da verdadeira história fossem conhecidos.
Sintam-se livres para repassá-la, caso achem que vale a pena.
Gostaria que a verdade chegasse ao maior número possível de pessoas.
Abraço,
Maria Carolina
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Senhor Redator:
Com relação ao artigo de domingo 02 de março, "Memórias de um seqüestro que abalou Brasil e o Uruguai", a aparentemente simpática e singela estorinha do contador David Cámpora, seqüestrador e terrorista aposentado, convenientemente omite que meu sogro, Embaixador Aloysio Gomide, foi violentamente arrancado do convívio dos seus e que, para tal, ainda ameaçaram seu filho de três anos com uma arma na cabeça. Recebeu coronhadas, foi drogado e levado a seus cativeiros, todos eles subterrâneos, permanecendo por sete meses de pijama trancado em um cubículo com paredes forradas com jornais e infestado de baratas, sem ver a luz do sol.
Sofreu dois fuzilamentos simulados, e era constantemente ameaçado de morte por seus carcereiros.
Sua libertação foi resultado da intensa campanha realizada por minha sogra, Dona Apparecida Gomide, uma dedicada dona de casa e mãe de família que, tirando forças não se sabe de onde, saiu à luta por seu marido. Com a ajuda dos apresentadores Flávio Cavalcanti e Abelardo Barbosa, o Chacrinha, e outros amigos, antigos e novos, conseguiu levar seu desesperado grito por socorro ao povo brasileiro. Mulher religiosa e destemida, jamais esmoreceu na intransigente defesa de seu marido, sendo importuna e inconveniente com Ministros de Estado e com outras autoridades do governo de então, no Brasil e no Uruguai, mesmo com o Presidente Médici. Sua presença e insistência, constante e veemente, era um problema para aqueles que queriam esquecer a situação de seu marido. Alguns conhecidos faziam o possível para evitar serem vistos com ela em face da repercussão do caso.
Por sua conta fez contatos com os seqüestradores. O resgate foi pago com as generosas contribuições do povo brasileiro, inclusive dos mais humildes, e com as parcas economias de uma família de classe média com seis filhos pequenos. O dinheiro foi recolhido, transportado e posto nas mãos dos terroristas por leais amigas de D. Apparecida.
Durante seus sete meses de cativeiro meu sogro, em estrita honra a seu dever de diplomata brasileiro, jamais se manifestou em contra de seu governo, apesar de constantemente instado e ameaçado por seus seqüestradores. Pude ler as cartas da época a sua mulher. Sabedor que a morte o esperava, pois seu companheiro de cela Dan Mitrione fora assassinado, preocupava-se muito com a situação de sua família sem a sua presença.
Homem profundamente religioso, jamais foi acometido pela desesperança ao longo dos sete meses de seu cativeiro subterrâneo. Seu silêncio, mesmo depois de 37 anos, é o protesto de alguém que superou a barbaridade que lhe foi imposta e que prefere recolher-se ao seio de sua família, em vez de manifestar sua indignação quando terroristas da época são tratados como heróis por representantes do povo que pagou por seu resgate. Por exemplo, quando a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro homenageou, em medos dos anos 80, o terrorista-chefe dos Tupamaros, Raul Sendic.
É ultrajante que parte de nossa história seja esquecida, omitida ou convenientemente deturpada para adequar-se à torta ideologia em moda. Fatos são orwellianamente "ajustados" para criar uma realidade alternativa. Quando vítimas, alegadas vítimas e pseudo-vítimas da ditadura estão sendo compensadas com indenizações milionárias e generosas pensões - com direitos até para não nascidos - como ficam os que sofreram as conseqüências do terrorismo?
Por esses motivos, a bem de esclarecer as novas gerações sobre a realidade do ocorrido, ou pelo menos para que tenham uma pontada de dúvida ao ler relatos históricos de terroristas, é que evidencio esses fatos.
Atenciosamente,
José Ricardo da Silveira
Foz do Iguaçu
Paraná
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
A verdadeira História do Brasil
LADRÃO QUE ROUBA LADRÃO TEM 100 ANOS DE PERDÃO?
Por que ninguém mais conta estas páginas da História do Brasil?
Nos tempos do governo militar a "companheira Estella" foi uma das que planejou aquele que seria o mais rentável golpe da luta armada em todo o mundo: o roubo do cofre de Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo.
O crime foi cometido pela Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares), resultado da fusão da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) do capitão Carlos Lamarca com o Colina, do qual a "companheira Estella" era líder.
Onze dias depois da fusão, em julho de 1969, 13 guerrilheiros da VAR-Palmares roubaram o cofre de 200 kg de uma casa no bairro carioca de Santa Tereza, onde vivia a amante de Adhemar.
Os guerrilheiros sacaram do cofrinho do Ademar US$ 2,6 milhões. (dólares).
Onde foi parar o dinheiro? Eis um dos mistérios insondáveis daquela época que produziu tantos heróis e heroínas da esquerda.."
À guisa de informação, a "Companheira Estella" era o nome de guerra da atual Ministra Chefe da Casa Civil," Dilma Rousseff."

A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra chefa da Casa Civil: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro: http://veja.abril.com.br/150103/p_036.html
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
País ilusório
Membro Efetivo do Conselho Diretor do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES), Professor aposentado de Economia na UERJ e Conselheiro da ESG.
O Sr. Inácio da Silva, em seu pronunciamento de final de ano, teceu considerações extremamente otimistas, como é do seu hábito, sobre a conjuntura nacional, bem como uma visão prospetiva rósea. Parece que falava de um país imaginário, bem distante da triste realidade vivenciada pela povo brasileiro, com raras exceções. Ora, partindo-se dos mesmos dados, um analista de oposição apresentaria uma visão menos alvissareira. De fato, existem sempre três verdades. A verdade entendida como tal por aqueles que estão no poder, a daqueles que estão em oposição, e a verdade verdadeira.
Sem dúvida, a conjuntura internacional favorável, já há algum tempo, facilitou em muito o comportamento da economia brasileira.
Porém, existem sinais claros de que, a partir de 2008, este quadro passará a sofrer uma reversão de expectativas. Os EUA podem passar por uma "estagflação", segundo a opinião de especialistas no assunto. A crise da "subprime" ainda não está solucionada. Pelo contrário. Seus reflexos continuam a propagar-se, com efeitos multiplicadores em outros centros de poder econômico. Sabendo-se que a economia norte-americana representa algo próximo a 28% do PIB mundial, evidentemente que a crise provoca e continuará a provocar reflexos na economia mundial, em parte compensados, por enquanto, pelo comportamento de alguns BRICs, como a China e a Índia, em especial.
De qualquer modo, teremos uma realidade menos favorável, a partir de agora, em termos de comportamento de variáveis exógenas. Na expressão econômica, podemos deduzir que haverá uma diminuição acentuada no saldo da balança comercial para valores inferiores a US$ 30 bilhões, com a conseqüente inversão do sinal do saldo do balanço de pagamentos em transações correntes, que passará a ser negativo em algo em torno de US$ 3 bilhões. A taxa real de juros continuará a ser indecente, acima de 7%, uma das três maiores do mundo. A carga tributária permanecerá crescendo, apesar da retirada da CPMF, podendo alcançar um patamar de 37% do PIB. O "apagão" logístico continuará a impedir qualquer chance de crescimento do PIB acima de 5% ao ano. Persistirá a criação de empregos de baixa qualidade, com remuneração abaixo de 3 SM, com cerca de 50% da população considerada ocupada atuando na economia informal. O crédito irresponsável, uma das maiores causas do aquecimento do mercado interno, ao lado da concessão de "bolsas esmolas", provocará conseqüências preocupantes, como o aumento da inadimplência dos endividados. O real valorizado em demasia continuará a provocar danos ao processo de industrialização do país. A ausência de uma adoção da meta de pleno emprego na economia brasileira não pode persistir.
Na expressão psicossocial, presenciamos o caos em seus principais segmentos. Na educação, "formamos" quantidade e não qualidade. Os resultados nas últimas avaliações demonstram o desprezo pelo conhecimento, principalmente no relativo aos profissionais da área, mal remunerados, sem treinamento adequado, sem perspectiva. Também o que esperar de quem se orgulha de ser ignorante e ressalta a aversão pela leitura. Na saúde, os hospitais públicos parecem câmaras de tortura. Os recursos, já insuficientes, quando não são desviados, são mal aplicados. Os profissionais do setor são vilipendiados, chegando-se a tentar a implantação de um novo modelo de "fundações", para privatizar o setor público. Na segurança, criam-se a cada dia mais "forças policiais" e o resultado é pífio. O cidadão, agora proibido de exercer seu direito natural de legítima defesa, sente-se abandonado, a mercê dos marginais de todo tipo que o achacam de diversos modos.
Na expressão científico-tecnológica, o volume de investimentos em pesquisa não ultrapassa 1% do PIB, em termos reais. A criatividade não é estimulada, nem há ambiência favorável à P&D, com raras exceções. O Brasil torna-se cada vez mais dependente da tecnologia alienígena. Na expressão militar, o panorama é assustador. As três Forças Armadas estão a cada dia mais desarmadas. Fica evidente que elas estão sendo punidas por quem as suporta, mas gostaria de eliminá-las. As remunerações dos seus integrantes não acompanham o ritmo das demais carreiras de Estado. Acentua-se a evasão de bons profissionais. O equivocado ministério da Defesa continua a demonstrar que nada entende do ramo, nem quer entender. Nossos vizinhos iniciam uma corrida armamentista, sob diversos pretextos e continuamos com material de 30 anos atrás. Nossa indústria bélica foi extinta. Perdemos a cada dia nosso poder de dissuasão e continuamos a ser afrontados por aventureiros.
Na expressão política, o Executivo foi aparelhado partidariamente. Quase quarenta ministérios e mais de 30.000 "cumpanheiros" nomeados por compromissos políticos e não por mérito. O Legislativo, em especial a Câmara dos Deputados, é submisso aos desejos do Executivo. Seus integrantes dependem de verbas orçamentárias federais. Praticamente inexiste oposição. O Judiciário, em sua esfera superior, já possui quase a metade de seus componentes nomeada pelo Sr. Inácio. A corrupção está generalizada. Urge um esforço das forças vivas da Nação para reversão deste quadro.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
De quem é Roraima?
Roraima ?
Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.
Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI,mas tem dos americanos, então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, p/ caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas, no final das contas, pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...
Por três vezes repeti a seguinte frase, após ouvir tais relatos: "É, os americanos vão acabar tomando a Amazônia", e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhorasimples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
- 'Irão não, minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quandoacabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraquequando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra. Aqui será a mesma coisa'.
A dona é bem informada, não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil, numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivo de combater o narcotráfico.
Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês (isso pode causar um incidente diplomático)...
Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas: "Por que os americanos querem tanto proteger os índios?" A resposta é absolutamente a mesma: "Porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água, são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério, e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.
É, pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa??? Acho que sim.
Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.
Mara Silvia Alexandre Costa - Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag. Patog. FMRP - USP
Opinião pessoal:
Gostaria que você especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.
Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo afim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação no envio deste e-mail.
Celso Luiz Borges de Oliveira - Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP
Tel: (19) 3233-1840
Celular: (19) 9136-6472
e-mail´s: celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com
domingo, 20 de janeiro de 2008
Povo brasileiro
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Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida.
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza.
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.
Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como "aviãozinho" do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um "gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro.
Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro ! ? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar . Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Dia mundial da Amazonia
Hoje, 05 de setembro, é o DIA MUNDIAL DA AMAZÔNIA !!!
Agora reflita: O que você tem feito para proteger e conservar um dos maiores tesouros da humanidade, que é a a NOSSA, a Amazônia Brasileira?
Abaixo, posto minha homenagem a um brasileiro de verdade, que ama seu país. Que seu exemplo sirva para que todos nós possamos construir um Brasil melhor!
O texto é sobre um debate ocorrido no mês de novembro/2000, em uma universidade, nos Estados Unidos, Cristóvam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de comer e ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."
Eu sou brasileiro de verdade,
Eu assino embaixo!
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Ditador Hugo Chávez censura imprensa!
Meus queridos leitores, eu fico realmente PUTO quando um filho da puta feito esse venezuelano ditador comunista (ou socialista, dá no mesmo, é tudo merda do mesmo saco) insano e arbitrário fode com população.
Leiam na íntegra a matéria extraída de:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2007/05/18/ult34u181182.jhtm
Em Carácas
A emissora privada RCTV, que faz uma forte oposição ao governo, sairá do ar em uma semana, após 53 anos de transmissões, depois que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, decidiu não renovar sua concessão, uma das medidas mais polêmicas de seus oito anos de governo.
A RCTV, que combina os segmentos de informação e opinião com os de entretenimento 24 horas, é a única rede de TV de alcance nacional, em VHF, e mantém uma linha editorial de clara oposição ao governo Chávez.
A Globovisión, outra emissora de transmissão 24 horas e também de oposição ao governo, tem alcance limitado a Caracas e a Valencia, na banda UHF.
A não renovação da licença de transmissão da RCTV, anunciada pelo próprio Chávez em dezembro passado, é até agora a medida mais impopular já tomada pelo presidente, com rejeição de 70% a 80% da população, que a considera "arbitrária e personalista", de acordo com as pesquisas.
O diretor do canal, Eduardo Sapene, alega que "a única razão para fechar a RCTV é política. É contra os que pensam diferente do governo. É um fechamento ilegal e arbitrário. Chama-se abuso de poder ou totalitarismo".
Já o governo justifica a medida com a necessidade de ceder a freqüência para uma nova TV de serviço público, que começará a operar em 28 de maio, 10 ou 15 minutos após a extinção do sinal da RCTV.
O ex-ministro de Comunicação e atual diretor da TV multiestatal Telesur, Andrés Izarra, comentou que "o espectro radioelétrico é um bem limitado" e, com essa decisão, "ganha-se um espaço para democratizar a comunicação na Venezuela".
Para Izarra, "perde-se muito pouco" com a saída do ar da RCTV, pois "a 'televisão lixo' era o que dominava nesses espaços de entretenimento".
Para ocupar o espaço que a RCTV deixará em aberto, o governo de Chávez criou a Fundação Teves, que receberá um capital inicial de 4 milhões de dólares e cujo conselho de diretores será nomeado pelo Ministério da Comunicação e Informação.
Ainda não se sabe quem fará parte deste conselho e qual será a programação inicial da nova rede.
Com a criação da Teves, o Estado controlará dois canais de alcance nacional na freqüência VHF, e outros três continuam sendo privados.
Sobre o risco de que se percam espaços de expressão de idéias contrárias à linha governista, Izarra defendeu que "o espaço natural de confluência de fatores na democracia é a Assembléia Nacional. A oposição decidiu não ir às eleições (legislativas de 2005)".
"Se não querem sequer participar dos espaços mais elementares do debate político, o que se vai dizer da mídia. Os veículos de comunicação são espaços de expressão das opiniões políticas, mas não são atores políticos", frisou.
No sábado, a oposição fará uma grande passeata em Caracas contra o fim da concessão, enquanto o ministro da Comunicação, Willian Lara, anuncia uma "festa popular em toda a Venezuela" para a noite de 27 a 28 de maio."
BRASIL !
domingo, 6 de maio de 2007
LUTO !
ESTE BLOG ESTÁ DE LUTO!
De luto pelo falecimento do deputado federal Enéas (o ex-candidato à presidência da república conhecido pelo seu bordão "meu nome é Enéas").

Faleceu um político que eu tinha realmente esperanças. Ele parecia ser o único capaz de resolver essa palhaçada miserável que se encontra Brasília. Agora é torcer por Cristóvão Buarque.
Segue abaixo cópia de informações extraídas da Folha Online
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u91951.shtml
"06/05/2007 - 19h46
Morre no Rio o deputado federal Enéas Carneiro
da Folha online
O corpo do deputado deve ser cremado na segunda-feira (7) no Rio, de acordo com o líder do PR.
Biografia
Deputado pelo PR, Enéas Ferreira Carneiro nasceu em novembro de 1938, em Rio Branco (AC). Fundador do extinto Partido de Reedificação da Ordem Nacional (Prona), em 2002 foi eleito Deputado Federal com o maior número de votos na história do país (1,74 milhão de votos). Em 2006, Enéas foi reeleito (desta vez com 387 mil votos) para o cargo em que permaneceria até 2010.
Formado em medicina em 1965 pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, Enéas gostava de repetir que foi o melhor aluno em todas as séries do primário ao ginásio ou que passou em primeiro na faculdade. Enéas seguiu seus estudos e fez mestrado em cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Em sua primeira tentativa de chegar à presidência (em 1989), ainda desconhecido, com 360 mil votos, tornou famoso o bordão "Meu nome é Enéas", que encerrava seus 15 segundos no programa eleitoral.
Na segunda (1994), deixou para trás pesos-pesados da política, como Leonel Brizola (PDT) e Orestes Quércia (PMDB), chegando em terceiro lugar. Em 2000, Enéas concorreu à Prefeitura de São Paulo, obtendo apenas 3% dos votos válidos.
Um levantamento do Datafolha de 1998 revelou que Enéas era visto como alguém "inteligente e brilhante". "Não é um atributo pelo qual eu tenha mérito nenhum. Foi Deus quem me deu. É como beleza física. Ninguém tem mérito por ser bonito", afirmou ele, que tinha na leitura seu maior prazer.
Enéas contabilizava "milhares" de livros lidos e "dezenas de milhares" de trabalhos científicos publicados em áreas que vão de estruturalismo, geopolítica e macroeconomia à lógica, epistemologia e cibernética, passando por filosofia, paleantropologia e astrofísica --e medicina, claro.
Os eleitores o classificavam como um político folclórico e cômico. "Acho perfeitamente normal e compreensível", disse, afirmando que isso acontece toda vez que surge alguém contrário a um sistema estabelecido."
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Borat
Na realidade, o que o filme mostra não é exatamente ele aprendendo, mas ele escrachando a cultura estadunidense. A questão dos carros-imãs, as convenções, o texano de Dallas dizendo que adoraria matar uns árabes, ele cantando o suposto hino do Cazaquistão no meio de um rodeio, a tentativa de casamento com Pâmela Anderson, o encontro com uns garotos de uma fraternidade universitária, a compra do carro, o cãozinho de estimação (um urso), ele andando com uma galinha na mala, a crítica às regras de etiqueta, a diferença cultural entre o contato (no caso os dois beijos da cultura russa, quando homens se conhecem) e o não-contato (o estadunidense padrão não aceita ser tocado), sátira com um culto evangélico, sátira com um congressista sobre a questão do queijo, participação na parada gay de Nova Iorque, sátira com ex-candidato afro-estadunidense à presidência, o cara sem vender armas a ele porque parece árabe... e por ai vai.
A única cena que não gostei é quando ele briga com o produtor dele, que os dois de atacam nus, no quarto. Mas depois disso, eles correndo pelados no hotel, que entram no elevador cheio de gente, é engraçado demais o constrangimento das pessoas no elevador.
Exceto essa porcaria de cena, no conjunto da obra o filme vale a pena. Eu recomendo!
Ele é uma crítica à nossa hipocrisia social disfarçada de cultura apreendida, já que alguns elementos do que chamamos "cultura brasileira" foram deliberadamente importados da porcaria da cultura estadunidense, tornando nossa população um pouco americanalhados.
(mas para deixar bem claro, apesar dessa lúcida análise, eu NÃO sou de esquerda, eu NÃO simpatizo com a esquerda, e eu NÃO gosto de esquerdistas)