Extraído de: http://www.donagiraffa.com/2010/05/por-que-os-relacionamentos-de-hoje-nao.html
Por quê os relacionamentos de hoje não duram ?
Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto. Essa ausência de elogios tem afetado muito as famílias.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, e vão procurar em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Terapia do Elogio
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Comece agora!
Você é uma pessoa maravilhosa!
Fonte: [Universo da Mulher]
.
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Só há espetáculo quando há platéia
"Só há espetáculo quando há platéia."
Agora, pense comigo e responda francamente: ISSO ACONTECE EM SUA VIDA?
Há dias em que a você pensa: por que aquela pessoa se comporta daquele jeito comigo? Por que ela faz aquilo?
Talvez sejam seus pais. Talvez um chefe. Talvez um cliente. Pode ser seu marido, ou esposa. Seja como for, as pessoas sempre "dão show" quando há alguem para participar. Se um familiar se comporta de modo grosseiro com você, experimente tornar-se a neutralidade em forma de gente. Simplesmente pare de reagir ao ataque. Aceite. Tudo aquilo a que você resiste, persiste.
Como nas artes marciais, usamos sempre a força do oponente contra ele próprio. Se você dá atenção aos ataques verbais, de quem quer que seja, se torna imediatamente "platéia". E ele - ou ela - sente a necessidade de fazer seu show.
Lembre-se, também, que muitas pessoas dão seus shows simplesmente porque foi assim que elas aprenderam a relacionar-se. É um script que está fortemente enraizado em suas mentes.
Não raro, tais pessoas querem se aproximar, fazer contato, mas como são inábeis, usam o pseudo contato. Brigam, discutem, criticam e dão bronca apenas porque não sabem como se aproximar de você. Olhe, escute, mas não permita que tais shows entrem em sua mente. E, quando puder, afaste-se. Lembre-se: só há espetáculo quando há platéia.
Há alguém preparando seu show para você hoje? Não aplauda, não vaie. Apenas dê um sorriso e, quando o espetáculo acabar, saia do auditório. E não comente com ninguém!
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Frase do dia
"Critique o comportamento, não a pessoa."
(Criticize the performance, not the performer. autor: Zig Ziglar)
Agora, pense comigo e responda francamente:
Somos ensinados a criticar a pessoa que se comporta de uma maneira que consideramos inadequada.
Mas a pessoa que faz algo errado não é - necessariamente - errada, mesmo que sua ação o seja. Por isso, se você vai criticar alguém lembre-se de deixar claro que não é a pessoa que "é errada", apenas seu comportamente naquela situação específica.
Quando criticamos a pessoa, ela pode negar (para si mesma) que seja " errada". Quando criticamos apenas o comportamento, separamos a pessoa daquilo que queremos que ela mude.
Há algum comportamento que você queira criticar hoje?
.
(Criticize the performance, not the performer. autor: Zig Ziglar)
Agora, pense comigo e responda francamente:
Somos ensinados a criticar a pessoa que se comporta de uma maneira que consideramos inadequada.
Mas a pessoa que faz algo errado não é - necessariamente - errada, mesmo que sua ação o seja. Por isso, se você vai criticar alguém lembre-se de deixar claro que não é a pessoa que "é errada", apenas seu comportamente naquela situação específica.
Quando criticamos a pessoa, ela pode negar (para si mesma) que seja " errada". Quando criticamos apenas o comportamento, separamos a pessoa daquilo que queremos que ela mude.
Há algum comportamento que você queira criticar hoje?
.
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quinta-feira, 17 de maio de 2007
Crítica da mídia: 10 impasses
(Historiador do cotidiano)
Análise do artigo “dez impasses para uma efetiva crítica da mídia no Brasil” foi apresentado pelo então doutorando Rogério Christofoletti no Intercom 2003, em Belo Horizonte. O original pode ser acessado através deste link:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/4395/1/NP2CHRISTOFOLETTI.pdf
A peça trata sobre dez pontos considerados fundamentais que impedem um progresso ético das mídias brasileiras (apesar de, aparentemente, não ser um quadro isolado ao Brasil).
Como abertura, o autor cita Ciro Marcondes Filho: “Uma sociedade sem crítica é uma sociedade morta”.
O jornalista começa citando o caso do suicídio de um policial militar de São Paulo, transmitido ao vivo pela Rede Record (sim, aquela mesma de evangélicos, que abordou a espetacularização do sofrimento humano ao limite).
Dos dez impasses, o primeiro citado é a “concentração e oligopólio” dos veículos de comunicação. Ora, no Brasil cerca de sete grupos controlem mais de 80% do que é visto, ouvido e lido pelos brasileiros. É uma situação crítica pois demonstra uma mídia presa à poucas opiniões, sem poder fugir das linhas editoriais impostas pelos pagadores de salários gordos. Como demonstrativo, o autor cita que no Brasil existiam em 2003 cerca de 41,1 milhões de domicílios com aparelhos de televisão, o que supera por larga margem o número de domicílios com refrigeradores.
O segundo impasse é a “propriedade cruzada e domínio de conteúdo”, que aborda a questão que uma família (ou grupo) pode ser proprietária de diversos veículos de comunicação. Ou seja: quem tem uma concessão de televisão, tem também uma de rádio, tem um jornal impresso, um portal de notícias, e assim por diante. Então não são produzidas informações novas, pelo contrário, os brasileiros são apenas bombardeados com a repetição de conteúdos para que essa massificação faça com que ele aceite sem questionar.
Impasse terceiro, o “coronelismo eletrônico”, é - para o autor - um sério agravante pois ele explica que as concessões de televisão e rádio (sim, você precisa de uma concessão federal para ter algum dos dois veículos) são, em sua maioria, fornecidas apenas a políticos. Assim, nada mais seria que a extensão da influência do curral eleitoral desses políticos para os meios eletrônicos de divulgação de notícias de interesses dos políticos, não dos cidadãos.
Quarto item, ou impasse, é o “dial restrito” que se configura em quase nenhuma brecha para ingresso de novos veículos na exploração do negócio da comunicação, assim o lobbie exercido pelas grandes emissoras de rádio e televisão faz o espectro midiático tornar-se quase exclusividade para rádios e televisões comerciais de grande porte.
Quinto impasse, as “concessões infinitas”, é um ponto complicado pois mostra que as concessões federais às mídias (rádio e televisão) deveriam ser suspensas pois as mídias não estariam cumprindo as contrapartidas de qualidade e conteúdo exigidas por lei. Mas como os veículos midiáticos têm grande poder de penetração, e estão concentrados nas mãos de grupos com influência política (quando não na mão dos próprios políticos), praticamente inexiste no Brasil a cassação de concessões, o que praticamente inviabiliza o controle social da qualidade midiática.
“Lei de imprensa caduca”, o sexto impasse, aborda o ponto que a “Lei de imprensa” (Lei federal 5.250/67) foi extremamente importante mas com a rápida reconfiguração das comunicações, a lei tornou-se obsoleta e com definições e ações que já não podem ser consideradas atuais. Assim torna-se patente a necessidade de novas leis que regulem os abusos da imprensa, mas tais projetos de lei sequer saem do Congresso Nacional pois ficam retidas em comissões - compostas de políticos donos de concessões de rádio e televisão - que dificultam a todos custo que tais leis sejam aprovadas.
“Inoperância dos conselhos de comunicação” é o sétimo impasse - ou melhor, sétima lástima jornalística - pois demonstra a falta de organização dos jornalistas em criar, desenvolver e manter organizações de classe que sejam eficientes, que combatam desvios éticos da profissão, e que defendam os interesses midiáticos da população brasileira.
Já o oitavo impasse, “arcaísmo no empresariado” demonstra claramente que os empresários brasileiros da área de comunicação pouco se importam com mudanças no setor já que estas podem vir a desbalancear o equilíbrio de poder que os barões da mídia possuem. Entre outros comportamentos, o empresariado acredita não precisar dar satisfações públicas do seu negócio, o que inclui explicitar sua política editorial, fator que poderia levar ao esclarecimento da população brasileira sobre o posicionamento - nem sempre claro - dos veículos midiáticos.
O nono impasse - “categoria não pode cassar profissionais faltosos” - é uma herança também do sétimo. Na falta de órgão jornalístico com competências legais para cassar licenças de profissionais antiéticos, a sociedade fica refém de jornalistas cada vez mais desinformadores.
O último mas não menos importante, “autismo na sociedade” mostra que não apenas os jornalistas são desorganizados e não há incentivo do governo em organizar associações fortes, mas demonstra um problema maior: a sociedade é ineficaz (beirando a incapacidade) de criticar suas mídias e assumir posturas de negação daquelas desinformações veiculadas.
A sociedade brasileira simplesmente não critica o que assiste, ouve ou lê. Aceita passivamente todo aquele conteúdo sem qualquer tipo de questionamento.
O autor conclui seu artigo mostrando que há uma tímida iniciativa pública para analisar e promover uma mídia mais comprometida com a população, como os sítios na internet: Monitor de Mídia, Observatório da Imprensa, Instituto Gutemberg e SOS Imprensa.
“A crítica dos media* precisa ser entendida não como pichação deliberada, censura, mutilação ou depredação de conteúdos e programações. A crítica não é modelo, é método, instrumento. Conjunto de dispositivos sem os quais se dissolvem os critérios para uma leitura mais aprofundada da realidade. Se os meios de comunicação refletem a vida contemporânea e dela fazem parte, criticá-los é focar a própria vitrine das atividades humanas”, encerra o autor; e este jornalista assina embaixo.
* (profissionais que fazem a mídia, e seus veículos)
Análise do artigo “dez impasses para uma efetiva crítica da mídia no Brasil” foi apresentado pelo então doutorando Rogério Christofoletti no Intercom 2003, em Belo Horizonte. O original pode ser acessado através deste link:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/4395/1/NP2CHRISTOFOLETTI.pdf
A peça trata sobre dez pontos considerados fundamentais que impedem um progresso ético das mídias brasileiras (apesar de, aparentemente, não ser um quadro isolado ao Brasil).
Como abertura, o autor cita Ciro Marcondes Filho: “Uma sociedade sem crítica é uma sociedade morta”.
O jornalista começa citando o caso do suicídio de um policial militar de São Paulo, transmitido ao vivo pela Rede Record (sim, aquela mesma de evangélicos, que abordou a espetacularização do sofrimento humano ao limite).
Dos dez impasses, o primeiro citado é a “concentração e oligopólio” dos veículos de comunicação. Ora, no Brasil cerca de sete grupos controlem mais de 80% do que é visto, ouvido e lido pelos brasileiros. É uma situação crítica pois demonstra uma mídia presa à poucas opiniões, sem poder fugir das linhas editoriais impostas pelos pagadores de salários gordos. Como demonstrativo, o autor cita que no Brasil existiam em 2003 cerca de 41,1 milhões de domicílios com aparelhos de televisão, o que supera por larga margem o número de domicílios com refrigeradores.
O segundo impasse é a “propriedade cruzada e domínio de conteúdo”, que aborda a questão que uma família (ou grupo) pode ser proprietária de diversos veículos de comunicação. Ou seja: quem tem uma concessão de televisão, tem também uma de rádio, tem um jornal impresso, um portal de notícias, e assim por diante. Então não são produzidas informações novas, pelo contrário, os brasileiros são apenas bombardeados com a repetição de conteúdos para que essa massificação faça com que ele aceite sem questionar.
Impasse terceiro, o “coronelismo eletrônico”, é - para o autor - um sério agravante pois ele explica que as concessões de televisão e rádio (sim, você precisa de uma concessão federal para ter algum dos dois veículos) são, em sua maioria, fornecidas apenas a políticos. Assim, nada mais seria que a extensão da influência do curral eleitoral desses políticos para os meios eletrônicos de divulgação de notícias de interesses dos políticos, não dos cidadãos.
Quarto item, ou impasse, é o “dial restrito” que se configura em quase nenhuma brecha para ingresso de novos veículos na exploração do negócio da comunicação, assim o lobbie exercido pelas grandes emissoras de rádio e televisão faz o espectro midiático tornar-se quase exclusividade para rádios e televisões comerciais de grande porte.
Quinto impasse, as “concessões infinitas”, é um ponto complicado pois mostra que as concessões federais às mídias (rádio e televisão) deveriam ser suspensas pois as mídias não estariam cumprindo as contrapartidas de qualidade e conteúdo exigidas por lei. Mas como os veículos midiáticos têm grande poder de penetração, e estão concentrados nas mãos de grupos com influência política (quando não na mão dos próprios políticos), praticamente inexiste no Brasil a cassação de concessões, o que praticamente inviabiliza o controle social da qualidade midiática.
“Lei de imprensa caduca”, o sexto impasse, aborda o ponto que a “Lei de imprensa” (Lei federal 5.250/67) foi extremamente importante mas com a rápida reconfiguração das comunicações, a lei tornou-se obsoleta e com definições e ações que já não podem ser consideradas atuais. Assim torna-se patente a necessidade de novas leis que regulem os abusos da imprensa, mas tais projetos de lei sequer saem do Congresso Nacional pois ficam retidas em comissões - compostas de políticos donos de concessões de rádio e televisão - que dificultam a todos custo que tais leis sejam aprovadas.
“Inoperância dos conselhos de comunicação” é o sétimo impasse - ou melhor, sétima lástima jornalística - pois demonstra a falta de organização dos jornalistas em criar, desenvolver e manter organizações de classe que sejam eficientes, que combatam desvios éticos da profissão, e que defendam os interesses midiáticos da população brasileira.
Já o oitavo impasse, “arcaísmo no empresariado” demonstra claramente que os empresários brasileiros da área de comunicação pouco se importam com mudanças no setor já que estas podem vir a desbalancear o equilíbrio de poder que os barões da mídia possuem. Entre outros comportamentos, o empresariado acredita não precisar dar satisfações públicas do seu negócio, o que inclui explicitar sua política editorial, fator que poderia levar ao esclarecimento da população brasileira sobre o posicionamento - nem sempre claro - dos veículos midiáticos.
O nono impasse - “categoria não pode cassar profissionais faltosos” - é uma herança também do sétimo. Na falta de órgão jornalístico com competências legais para cassar licenças de profissionais antiéticos, a sociedade fica refém de jornalistas cada vez mais desinformadores.
O último mas não menos importante, “autismo na sociedade” mostra que não apenas os jornalistas são desorganizados e não há incentivo do governo em organizar associações fortes, mas demonstra um problema maior: a sociedade é ineficaz (beirando a incapacidade) de criticar suas mídias e assumir posturas de negação daquelas desinformações veiculadas.
A sociedade brasileira simplesmente não critica o que assiste, ouve ou lê. Aceita passivamente todo aquele conteúdo sem qualquer tipo de questionamento.
O autor conclui seu artigo mostrando que há uma tímida iniciativa pública para analisar e promover uma mídia mais comprometida com a população, como os sítios na internet: Monitor de Mídia, Observatório da Imprensa, Instituto Gutemberg e SOS Imprensa.
“A crítica dos media* precisa ser entendida não como pichação deliberada, censura, mutilação ou depredação de conteúdos e programações. A crítica não é modelo, é método, instrumento. Conjunto de dispositivos sem os quais se dissolvem os critérios para uma leitura mais aprofundada da realidade. Se os meios de comunicação refletem a vida contemporânea e dela fazem parte, criticá-los é focar a própria vitrine das atividades humanas”, encerra o autor; e este jornalista assina embaixo.
* (profissionais que fazem a mídia, e seus veículos)
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imprensa,
intercom; Christofoletti,
mídia,
televisão
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Borat
(Historiador do cotidiano)
Acabei de voltar do cinema. Fui assistir ao "documentário" Borat. Eu realmente ri até não poder mais. O comediante inglês Sasha Cohen tem esse personagem - Borat, um repórter do Cazaquistão - e o tal Borat é enviado aos Estado Unidos para aprender sobre a cultura local.
Na realidade, o que o filme mostra não é exatamente ele aprendendo, mas ele escrachando a cultura estadunidense. A questão dos carros-imãs, as convenções, o texano de Dallas dizendo que adoraria matar uns árabes, ele cantando o suposto hino do Cazaquistão no meio de um rodeio, a tentativa de casamento com Pâmela Anderson, o encontro com uns garotos de uma fraternidade universitária, a compra do carro, o cãozinho de estimação (um urso), ele andando com uma galinha na mala, a crítica às regras de etiqueta, a diferença cultural entre o contato (no caso os dois beijos da cultura russa, quando homens se conhecem) e o não-contato (o estadunidense padrão não aceita ser tocado), sátira com um culto evangélico, sátira com um congressista sobre a questão do queijo, participação na parada gay de Nova Iorque, sátira com ex-candidato afro-estadunidense à presidência, o cara sem vender armas a ele porque parece árabe... e por ai vai.
A única cena que não gostei é quando ele briga com o produtor dele, que os dois de atacam nus, no quarto. Mas depois disso, eles correndo pelados no hotel, que entram no elevador cheio de gente, é engraçado demais o constrangimento das pessoas no elevador.
Exceto essa porcaria de cena, no conjunto da obra o filme vale a pena. Eu recomendo!
Ele é uma crítica à nossa hipocrisia social disfarçada de cultura apreendida, já que alguns elementos do que chamamos "cultura brasileira" foram deliberadamente importados da porcaria da cultura estadunidense, tornando nossa população um pouco americanalhados.
(mas para deixar bem claro, apesar dessa lúcida análise, eu NÃO sou de esquerda, eu NÃO simpatizo com a esquerda, e eu NÃO gosto de esquerdistas)

Na realidade, o que o filme mostra não é exatamente ele aprendendo, mas ele escrachando a cultura estadunidense. A questão dos carros-imãs, as convenções, o texano de Dallas dizendo que adoraria matar uns árabes, ele cantando o suposto hino do Cazaquistão no meio de um rodeio, a tentativa de casamento com Pâmela Anderson, o encontro com uns garotos de uma fraternidade universitária, a compra do carro, o cãozinho de estimação (um urso), ele andando com uma galinha na mala, a crítica às regras de etiqueta, a diferença cultural entre o contato (no caso os dois beijos da cultura russa, quando homens se conhecem) e o não-contato (o estadunidense padrão não aceita ser tocado), sátira com um culto evangélico, sátira com um congressista sobre a questão do queijo, participação na parada gay de Nova Iorque, sátira com ex-candidato afro-estadunidense à presidência, o cara sem vender armas a ele porque parece árabe... e por ai vai.
A única cena que não gostei é quando ele briga com o produtor dele, que os dois de atacam nus, no quarto. Mas depois disso, eles correndo pelados no hotel, que entram no elevador cheio de gente, é engraçado demais o constrangimento das pessoas no elevador.
Exceto essa porcaria de cena, no conjunto da obra o filme vale a pena. Eu recomendo!
Ele é uma crítica à nossa hipocrisia social disfarçada de cultura apreendida, já que alguns elementos do que chamamos "cultura brasileira" foram deliberadamente importados da porcaria da cultura estadunidense, tornando nossa população um pouco americanalhados.
(mas para deixar bem claro, apesar dessa lúcida análise, eu NÃO sou de esquerda, eu NÃO simpatizo com a esquerda, e eu NÃO gosto de esquerdistas)
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