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domingo, 22 de maio de 2011

Lennon e o amor

"Não há nada mais importante do que a nossa relação.
Nada!
E gostamos de ficar juntos o tempo todo.
Podemos sobreviver separados. Mas... para que?
Não vou sacrificar amor, amor de verdade, por nenhuma prostituta, amigo ou negócio.
Porque, no final, você fica sozinho à noite, e nós não queremos isso"

(John Lennon)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Porque namorar um barrigudinho

Recebi isto por e-mail, achei muito esclarecedor para as mulheres, então repasso abaixo. Espero que gostem e, minhas leitoras, espero que seja esclarecedor e possibilite uma revisão nos vossos conceitos.
:-)

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A VANTAGEM DE NAMORAR UM BARRIGUDINHO!!!

(CARLA MOURA PSICÓLOGA, ESPECIALISTA EM SEXOLOGIA)

Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta.

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo.

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam.

Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar.

Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:

Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Dia Internacional da BARRIGA - Está chegando

CHEGA DE VIADAGEM!

O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os viados. Mulher quer homem inteligente, carinhoso e boa praça. Por isto está sendo lançado o DIA INTERNACIONAL DOS BARRIGUDOS.

Chega de ter a consciência pesada após beber aquela cervejinha, ou aquele vinho, e comer aqueles petiscos. Chegou a sua vez!! Salada, é o caralho!!

Nosso Lema: "Mais vale um barrigudinho bom de cama, do que um gostosão fracassado".

Nosso ídolo: "Homer Simpson".

Passe a diante para todos os barrigudos e simpatizantes!!

P.S.: E mandamos um recado para você "sarado gostosão": Enquanto você malha, sua namorada está tomando cerveja num motel, com um barrigudo!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Brigas x MSN

(Historiador do cotidiano)

Olá pessoas, boa noite. Já postei alguns artigos aqui sobre problemas em relacionamentos (desde meras amizades a até relacionamentos amorosos). Devido a reclamações recentes vamos a mais um esclarecimento. Atenção meninas: segue abaixo mais uma revelação de como nós, homens, machos da mais fina qualidade, pensamos!

As mulheres gostam de falar. Céus como elas falam. Enquanto - segundo estudos científicos - nós homens temos a necessidade de falar, no máximo, umas mil palavras; mulheres (conforme o mesmo estudo) falam, no mínimo, umas 4 mil! E, como todo mundo já percebeu, essa contagem inclui os meios digitais de comunicação (e-mail, msn, etc e tal).

O problema não é quando está tudo ótimo e uma mulher começa a falar sem parar no msn. Você simplesmente liga um som que goste, lê alguma coisa na Wikipédia, e depois volta no bate-papo - quase sem problema algum. O problema é quando, durante o bate-papo, se comete a estupidez de discutir com uma mulher.

Não vou entrar no mérito da mulher conseguir, ou não, ter um diálogo lógico baseado em raciocínio organizado (ao invés de mero despejo sentimental). Esse ponto será abordado em artigo posterior.

A questão se complica quanto ao acúmulo de raiva: os homens tentam seguir um raciocínio lógico enquanto as mulheres enveredam pelo caminho emocional. Acontece o óbvio: o homem se aborrece e finda saindo do bate-papo. E vai fazer alguma outra coisa que não tenha nada a ver, tipo jogar videogame, dirigir à toa, tomar uma com algum amigo, sei lá, existem N possibilidades.

Para o homem a briga terminou, e qualquer coisa que vier depois é briga nova, e pronto, ponto final. Guardar rancor só faz mal. Por isso nós homens não ficamos "mastigando" assuntos.

Já as mulheres simplesmente não conseguem esquecer: elas ficam mastigando (segundo um amigo meu, elas "ruminam" os assuntos ruins) os assuntos por horas e horas. O que acontece? Voltamos à questão das QUATRO MIL PALAVRAS diárias... as mulheres não se dão por felizes de discutirem no bate-papo quando estamos conectados, então o que elas fazem?

ELAS CONTINUAM A TECLAR!!! Misturam todos os assuntos (até coisas do passado, que já estão resolvidas; e assuntos sem conexão) e "vomitam" aquilo no bate-papo. O que acontece? Os homens se aborrecem com o bate-papo inicial. Quando chegam no computador de novo - com a cabeça completamente fria - recebem aquela enxurrada de mensagens, ainda relacionadas à briga.

Então vamos à linha do tempo:
1. Bate-papo começa;
2. Inicia-se a briga;
3. O homem sai do bate-papo;
4. O homem vai atrás de algum hobbie (ou pra sua "caixa do nada", conforme esclarecimento por Mark Gungor no vídeo http://www.youtube.com/watch?v=RLbOuHX8rMA);
5. A mulher fica mastigando o assunto;
6. O homem esqueceu a briga, e considera o assunto resolvido;
7. A mulher despeja (ou "vomita", se preferir) N palavras no bate-papo;
8. O homem volta, e recebe aquela carga de raiva das mensagens da mulher;
9. O homem reacende, imediatamente, o mesmo nível de estresse da hora da briga; e
10. O homem fica indelicado com a mulher, e a trata com aspereza por ainda estar puto com a briga (e com a continuação dela, à revelia).

É nessa hora que eu pergunto às minhas leitorAs: e aí? Adiantou brigar? Adiantou "desabafar" tudo e deixar o cara ainda mais puto? Essa sua atitude de "desabafar" vai resolver ou só vai piorar o problema? (se vocês mulheres ainda tiverem dúvida, a resposta correta é: só vai piorar, sempre!)

Então da próxima vez que vocês - principalmente as mulheres - desejarem despejar algum assunto numa conversa digital/virtual, por favor pensem 2, 3 ou mesmo 10 vezes antes de fazerem isso: você poderá criar fissões irreparáveis no seu relacionamento.

Ou seja: POR FAVOR, depois que nós deconectarmos do msn, não escreva mais nada!!! Só vai piorar tudo quando chegarmos e lermos uma "continuação" da briga.

E você? Como se relaciona com seus pares?

(Informações adicionais: sugiro assistir ao vídeo do Mark Gungor sobre as diferenças entre o cérebro masculino e o feminino: http://www.youtube.com/watch?v=RLbOuHX8rMA)

Abraços pra você, e te desejo uma excelente semana!!!
Fique sempre com Deus!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Amor revunesce

O amor faz você se sentir jovem. As brigas, mais ainda. O casal parece ter cinco anos: cada um de um lado, morrendo de vontade de ligar, mas sem querer dar o braço a torcer.

Ciúmes

Ciúmes não têm a ver com amor; e sim com posse. E se o seu parceiro fosse propriedade, você teria que, no mínimo, pagar IPTU.

sábado, 13 de novembro de 2010

Namorar eh complicado

(Historiador do cotidiano)

É impressionante, mas namorar é uma tarefa hercúlea. No bom sentido. Atenção meninas, esse artigo é uma reclamação sobre suas posturas:

1. Reciprocidade
Vocês mulheres falam que "homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, e sim o que conquista a mesma mulher várias vezes". Certo. E mulher de verdade é qual? Porque não adianta só lhes conquistarmos, também queremos ser conquistados! Vocês ficam cheias de mimos e tudo mais para nos conquistarem, e depois que conquistam vocês simplesmente páram tudo! NÃO PODE! Vocês precisam continuar nos reconquistando dia após dia.

2. Entendimento
Nós temos que entender quando vocês estão de TPM, quando vocês choram copiosamente na frente de uma novela, como vocês amam aquelas comédias românticas (bem "água com açúcar"), como vocês... ah, são tantas coisas que nem consigo citar aqui. Por que vocês não entendem quando queremos passar o dia com os amigos jogando videogame, ao invés de irmos para um chá de bebê (ou qualquer outro N tipos de chá que existem)? Não temos culpa se depois de grandes vocês não podem brincar com suas bonecas, nós ainda podemos jogar videogame. E vamos jogar.

3. Satisfação
Sintam-se satisfeitas, pelo menos... sempre! É impressionante: não importa o que nós homens fizermos, vocês mulheres sempre querem que façamos mais! Se o cara traz a lua pra mulher, ela pergunta algo como "por que não trouxe saturno junto?". Sério. Eu juro que nós homens (pelo menos boa parte de nós) nos esforçamos para lhes agradarmos, mas vocês SEMPRE querem que façamos mais. Desculpe-me, mas não somos super-homens. Além do mais, por que sempre temos que satisfazer os gostos femininos, e elas nunca se esforçam em satisfazer os nossos?

4. Conhecimento geral
Tanto homens quanto mulheres, assistam a este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=1TIeTuVO_uY (é esclarecedor!) - "The tale of two brains" (Mark Gungor)

Era isso. Pronto. Ponto. Desabafo sincero. Se alguém se sentir desconfortável com o que escrevi, mea culpa e me desculpe, mas é como eu honestamente penso.

E agora com licença porque mea vai dormir.

Abraços, e um excelente final de semana pra você!!!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Por que os relacionamentos nao duram?

Extraído de: http://www.donagiraffa.com/2010/05/por-que-os-relacionamentos-de-hoje-nao.html

Por quê os relacionamentos de hoje não duram ?

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto. Essa ausência de elogios tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, e vão procurar em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Terapia do Elogio
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Comece agora!

Você é uma pessoa maravilhosa!

Fonte: [Universo da Mulher]


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sábado, 12 de junho de 2010

FELIZ DIA DOS NAMORADOS

(Historiador do cotidiano)

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!

Que você seja muito amado(a) e dê muito amor hoje e sempre! E lembre sempre que não existem pessoas perfeitas.

Abraços, e um excelente sábado pra ti!

sábado, 1 de maio de 2010

Vício em carinho

(Historiador do cotidiano)

VÍCIO EM CARINHO

Muitos, mas muitos mesmo, relacionamentos amorosos têm problemas devido à falta de carinho do namorado para com a namorada, e vice-versa. Acho que todos vocês, meus queridos 4 leitores, já passaram por isso. Mas será mesmo?

Vamos analisar: nós somos física e quimicamente dependentes de uma porção de coisas. Por quê não podemos ser também de carinho? Óbvio que uma coisa que acontece com os relacionamentos, após certo tempo, é as pessoas pensarem algo como "ah, fulana(o) já é minha, então não preciso ficar reconquistando-a(o) sempre". Mas não é apenas isso.

Eu acredito que sim, que somos dependentes - ou podemos nos tornar - de carinho! E o que acontece com um dependente de alguma coisa? Essa pessoa começa a consumir em quantidades cada vez maiores, posto que a quantidade inicial já não lhe satisfaz mais.

E com carinho é a mesma coisa: quando iniciamos um relacionamento, damos à outra pessoa uma dose cavalar de carinho. O que acontece? A outra pessoa fica viciada em nosso carinho, e então cada vez há mais necessidade de carinho! E mais... e mais... e mais... daqui há pouco não adianta o quanto dermos de carinho, nunca vai ser suficiente - afinal a outra pessoa está viciada em nosso carinho.

E aí escutamos aquelas frases lugares-comuns tipo "ah, você não me trata mais como no início do namoro", "você mudou, não é mais carinhoso" ou a pior "você não me ama mais".

É claro que amamos! É claro que ainda tratamos com carinho! Só que às vezes as outras pessoas estão tão viciadas em nossos carinhos, que o quanto damos simplesmente não é suficiente.

Então, meus queridos leitores, peço gentilmente que quando vocês pensarem novamente em dizer que seu(sua) companheiro(a) não é mais carinhoso(a), páre e pense: será que não sou eu que estou viciado(a) em carinho?


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Desejo a você que me lê um excelente sábado, e um domingo maravilhoso! Lembre-se sempre: Sorria! Isso basta.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Machismo feminino

(Historiador do cotidiano)

Se tem uma coisa que eu detesto é machismo feminino. Você já notou o quanto as mulheres são machistas? Em todo pequeno momento as mulheres deixam aflorar seus machismos. Por exemplo: um homem abrir uma porta do carro para mulher, ou segurar a cadeira para ela sentar... chame de educação, mas é machismo. Uma feminista jamais deixaria um homem fazer isso por ela, porque ela é independente, competente e possui sua individualidade.

E os machismos continuam. Entre dar um livro ou um buquê de flores, qual dos presentes uma mulher machista prefere? Acho que a resposta é óbvio demais, mas para quem tiver dúvidas: as flores! E assim a sociedade vive. Machista de ambos os lados, ela segue faltando óleo novo em suas engrenagens.

Tem um machismo que realmente me incomoda, é ligado aos relacionamentos. Eu cansei de ouvir que "homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, e sim o que conquista a mesma várias vezes". Ou seja, eu homem tenho que reconquistar minha mulher todos os dias! Tudo bem, até aí as coisas estão tranqüilas. Mas... já notaram que esse comportamento é de mão única?

O machismo diz que os homens precisam reconquistar as mulheres, mas não falam nas mulheres reconquistando os homens. Por quê? Por quê nossas mulheres não podem nos reconquistar todo dia? Por quê elas não podem nos elogiar ou nos bajular como fazemos com elas? Por quê temos que elogiá-las todos os dias, mas elas passam até semanas sem nos elogiarem uma única vez?

Isso realmente me incomoda. Espero que as próximas gerações possam lidar com isso melhor que a minha.

E você? Reconquista seu(sua) parceiro(a) todos os dias? Ou simplesmente deixa-se conquistar e não retribui, ou não toma iniciativa?

domingo, 30 de novembro de 2008

Sobre relacionamentos

(Historiador do cotidiano)

Estava a procurar antigos artigos postados aqui no blog, especificamente um de um psicólogo chamado "Medo de perder", e encontrei um artigo de minha autoria sobre relacionamentos entre homens e mulheres.

Coloco abaixo o link para quem quiser ler. Ele foi escrito há cerca de 1 ano e meio atrás:
http://historiadordocotidiano.blogspot.com/2007/05/sobre-relacionamentos.html

Abraços, e uma excelente semana pra ti!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Namorar é preciso!

Extraído de: http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/65/artigo99797-1.asp

Namorar é preciso...

Em tempos de sexo sem compromisso e relacionamentos instáveis, uma nova corrente de estudiosos chama a atenção para os benefícios de dar e receber afeto. Segundo os especialistas, o bem-estar proporcionado por uma união de cumplicidade diminui o estresse, dá uma força ao sistema imunológico e ainda garante mais disposição para as outras atividades do dia-a-dia

(REPÓRTER: RITA TREVISAN)

"Amar é, acima de tudo, dar um presente a si mesmo", já dizia o escritor francês Jean Anouilh, no século passado. A novidade é que, mais recentemente, vários estudiosos ligados às áreas da Medicina e da Psiquiatria têm se esforçado para provar que a frase não só faz sentido como deve servir de incentivo para que os casais namorem mais e melhor. "Ultimamente, a maioria das pessoas vem privilegiando as vantagens da vida sexual e prescindindo do namoro. É claro que sexo é muito bom, porém sexo com intimidade é muito melhor", defende a professora de Psiquiatria e colunista da Viva Saúde Carmita Abdo, que também é coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

A socióloga e educadora Silvana Barolo, que atua há muitos anos na área de RH, tratando com especial cuidado a questão da afetividade e da sexualidade, fundou a ONG S.A.B.E.R. (Saúde, Amor, Bem-Estar e Responsabilidade) justamente com o objetivo de alertar a sociedade sobre a importância de dar atenção a essas áreas específicas do desenvolvimento humano. A associação, que acaba de completar um ano, reúne uma equipe multidisciplinar e presta atendimento gratuito. "Nossa meta é ajudar casais a despertarem para eventuais problemas, além de orientá-los sobre como encontrar soluções, visando a uma melhora na qualidade de vida", explica. Ela defende que, para garantir boa saúde, é preciso dedicarse mais ao namoro. "Gastamos 99% do nosso tempo com os compromissos profissionais ou com as outras atividades que fazem parte da rotina - como cuidar dos filhos e administrar a casa. Sobra muito pouco para a afetividade e a sexualidade", analisa Silvana, que reúne essas e outras reflexões no livro Namoro é saúde, do qual é co-autora.

Sexo é qualidade de vida

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já considera a sexualidade saudável como um dos quatro principais indicadores de qualidade de vida de uma população. Nessa dimensão de sexualidade, estão envolvidos o afeto, a comunicação, o carinho e o erotismo. "A pessoa sexualmente realizada tem mais auto-estima, o que reflete em uma dose extra de energia e determinação. Por isso, dizemos que namorar é saúde", diz Silvana.

Na pesquisa Mosaico Brasil - uma investigação conduzida pelo ProSex e patrocinada pelo laboratório Pfizer -, a maioria dos mais de 1.700 entrevistados no Rio de Janeiro e em Minas Gerais consideram o sexo importante ou muito importante para a harmonia do casal. "Usufruir do prazer sexual faz bem. Porém, se o casal puder, além de aproveitar essas sensações, dividir um projeto de vida e ter uma relação de cumplicidade, os benefícios para a saúde serão muito maiores", confirma Carmita. Ela diz que o afeto e o carinho oferecem uma sensação de bem-estar capaz de melhorar até as respostas do sistema imunológico. "Pessoas que se sentem amadas e queridas respondem melhor às situações de estresse e, com isso, se mostram mais resistentes a doenças", garante.

Toque que acalma

Diversos estudos no mundo todo têm se dedicado a provar que o afeto realmente traz benefícios tanto à saúde física quanto à mental. Um exemplo é a pesquisa recém-divulgada, e conduzida por uma equipe de neurocientistas da Universidade de Virgínia, nos EUA. Ela oferece indícios claros de que um simples toque da pessoa amada pode reduzir sensivelmente as reações de estresse do organismo diante de uma situação inesperada.

O experimento envolveu 16 casais e, para a realização do teste, as mulheres entraram em tubos de ressonância magnética e suas imagens cerebrais foram monitoradas enquanto recebiam uma leve descarga elétrica no tornozelo. A resposta natural do organismo foi o aumento da atividade cerebral nas regiões que envolvem as emoções de dor e medo. Num segundo momento, os especialistas analisaram as reações dessas mesmas mulheres ao sentirem que seus parceiros as seguravam pelas mãos. O exame mostrou baixa significativa nas respostas negativas antes desencadeadas pelo corpo.

A conclusão dos pesquisadores não poderia ser mais animadora: o toque de uma pessoa com quem se tem uma relação de afeto é capaz de diminuir a atividade dos hormônios relacionados ao estresse, melhorando, até mesmo, a capacidade de reação do sistema imunológico.

Afeto: modo de usar

Para aproveitar todos os benefícios dessa terapia, no entanto, é preciso que o casal esteja em sintonia e, principalmente, que saiba driblar os desafios que a vida moderna impõe. Para o ginecologista e sexólogo Gerson Lopes, que também é autor do livro Namoro é saúde, um dos principais problemas é a falta de intimidade. Em primeiro lugar, porque ela pressupõe encontro físico, diálogo, troca. O que, na rotina corrida, fica cada vez mais complicado. Por outro lado, não basta só estar junto, ocupando o mesmo ambiente físico, para alcançar a tão sonhada sintonia. "Intimidade é muito mais do que simplesmente estar lado a lado. E a vida moderna dificulta ainda mais as coisas. Mesmo quando estão a sós, os casais estão expostos aos inimigos tecnológicos, como eu costumo chamar a TV, a internet ou o celular. É preciso separar um momento em que o casal possa estar realmente disponível um para o outro", diz.

Na vida de um jornalista e de uma gerente da área de eventos, a falta de tempo é um obstáculo e tanto. "Trabalhamos muito e, para piorar, nossos horários não coincidem. Mesmo nos dias de folga, fico com o rádio ligado para resolver eventuais problemas", conta Ana Carolina de Figueiredo Freire, de 30 anos. Só nos cerca de 10 minutos em que estivemos conversando, durante essa entrevista, a profissional foi solicitada duas vezes. E adivinhe? Estava fora do seu horário de trabalho. O namorado garante que já se acostumou com a rotina corrida. "A gente tenta se encontrar no meio do caminho entre a minha casa e a dela, nos intervalos do trabalho. Também acordamos mais cedo para caminhar no parque, aproveitamos todas as oportunidades para ficar juntos", conta Francisco Prado, de 33 anos.

A parte boa dessa história é que, desde que começaram a namorar, há dois anos e três meses, os dois conseguiram uma melhora sensível na qualidade de vida. "Eu sempre gostei de caminhar no parque, mas, agora que tenho companhia, me sinto mais estimulado. Comecei a correr e me sinto mais resistente, tenho disposição durante o dia e até durmo melhor", diz o jornalista. Para Ana Carolina, os encontros no parque são também uma oportunidade de desacelerar e reduzir o estresse. "A gente aproveita para conversar, tomar uma água-de-coco, é o nosso momento de relaxar."

Desafios para vencer a dois

Mas o dia-a-dia atribulado não é o único obstáculo para quem quer namorar - independentemente do estado civil. "Estou convencida, pela experiência que tenho com casais, que a maioria dos problemas, incluindo os sexuais, acontece pela simples falta de diálogo. É ela que faz os casais se separarem, às vezes, por problemas pequenos", afirma Silvana Barolo. Ela acredita que, hoje, muitos relacionamentos acabam sem que seja feito um mínimo investimento. "As coisas importantes não são conversadas e, quando o casal se dá conta, é tarde demais", alerta.

"Pessoas que se sentem amadas e queridas respondem melhor às situações de estresse e, com isso, se mostram mais
resistentes a doenças"

Carmita Abdo, psiquiatra

Para a especialista, mesmo as preferências sexuais precisam estar bem claras para que o casal realmente se entenda sob os lençóis - e até fora deles. "A sexualidade interfere na vida afetiva e vice-versa. Por isso, é interessante que o casal converse sobre tudo. Isso inclui contar ao outro o que dá mais prazer, onde é mais gostoso e o que é ruim. E importante: ao falar do que não gosta, explique os seus motivos, para que o parceiro não entenda como pura rejeição à maneira dele de atuar sexualmente", ensina a educadora.

Além de separar um tempinho para paparicar seu parceiro e investir em conversas sinceras, outra dica dos especialistas para manter o namoro sempre em dia é abusar da criatividade. "O ideal é que os dois se comprometam a resgatar o clima do namoro, o que pressupõe buscar alternativas para sair da rotina", diz Lopes.

Raio-X do beijo



O simples contato dos lábios apaixonados pode causar uma verdadeira revolução em todo o organismo. Tudo começa com o coração batendo acelerado e a ativação da circulação sanguínea (1).

As mãos podem ficar úmidas graças à transpiração excessiva (2). "Há uma ativação do sistema nervoso autônomo simpático e a conseqüente liberação de adrenalina na corrente sanguínea, o que causa todas as reações relacionadas à ansiedade e ao estresse (3). isso por conta da expectativa em relação ao momento do primeiro beijo, na medida em que a pessoa não sabe muito bem como fazer aquilo, ou seja: beijar", explica o médico e psicoterapeuta Geraldo possendoro, professor de medicina comportamental da Unifesp.

Com a intimidade, o efeito da ansiedade vai diminuindo e há uma predominância das sensações de prazer. isso porque, num segundo momento, o sistema nervoso autônomo parassimpático é estimulado e ocorre uma liberação de dopamina em uma região do cérebro chamada núcleo accumbens, que é conhecido como o "centro do prazer" (4). "esse hormônio é responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar proporcionada por um beijo na boca, assim como por todas as situações de prazer que vivenciamos no dia-a-dia", diz o médico.

Alguns casais, mesmo estando há muito tempo juntos, garantem que há meios de manter a relação bem longe do marasmo. A auxiliar contábil Débora Cristina R. Michelon, de 45 anos, e o contador Carlos N. de Souza Michelon, de 54, completaram 27 anos de casados. E garantem que o romance em casa continua de vento em popa. "Durante muito tempo, nos dedicamos bastante aos nossos filhos, que hoje estão adultos. Mas nunca deixamos de namorar. Agora, é a nossa chance de voltar a sair juntos, pegar um cineminha e até mesmo um motel. Por que não?", conta Débora, que já é avó.

Há 13 anos, o casal trabalha junto, numa parceria que não pára de dar bons frutos. "O segredo é ter planos, não se esquecer de beijar, de abraçar, de dizer o quanto a outra pessoa é especial. E, nos momentos de crise, ter paciência e saber dizer o que a está magoando.", ensina. Para Carlos, a oportunidade de namorar mais, nessa fase tranqüila da vida, trouxe saúde e disposição. "É muito bom ter uma relação de cumplicidade. Esse é um grande estímulo para vencer os problemas, viver mais e melhor", resume.

Recomeçar é possível

A exemplo do casal Carlos e Débora, muitos outros redescobrem, já na idade madura, quando os filhos saem de casa, o prazer de namorar. Mas, para isso, é preciso que o casal ainda mantenha certo nível de intimidade e carinho, que não pode ser perdido ao longo dos anos. "Os amantes maduros são os que podem vivenciar prazeres e emoções intensas e plenas, mas ao mesmo tempo seguras e calmas", diz um trecho do livro Namoro é saúde.

Mais de 70% dos entrevistados na pesquisa Mosaico parecem partilhar dessa mesma opinião. Eles afirmaram não ter medo de que a idade atrapalhe seu desempenho sexual. Segundo Carmita Abdo, os avanços da Medicina foram responsáveis por esse novo olhar sobre a sexualidade nas idades mais avançadas. "Hoje, as pessoas vivem mais e com mais qualidade. E, como o sexo depende de uma boa saúde física e mental, os benefícios nessa área também podem ser percebidos", diz. Para o ginecologista Gerson Lopes, o segredo de uma vida sexual plena, depois de certa idade, é investir na qualidade e prescindir da quantidade. "Se necessário for, temos medicamentos capazes de garantir segurança ao casal, para que possam investir no clima erotizante do namoro", diz.

domingo, 31 de agosto de 2008

Sobra tanta falta

Sobra Tanta Falta

(O Teatro Mágico)
(Composição: C. Trevisan)


Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo (2x)

Sei lá,
Se o que me deu foi dado
Sei lá,
Se o que me deu já é meu
Sei lá,
Se o que me deu foi dado ou se é seu (4x)

Sei lá... sei lá... sei lá.... (2x)
Se o que deu é meu...

Vai saber,
Se o que me deu , quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve
Vai saber,
O que me deu, quem sabe?

Vai saber,
Quem souber me salve... (3x)

terça-feira, 8 de julho de 2008

Contradições femininas

50 contradições femininas

Pra quem está começando agora uma vida a dois ou ainda está na fase do namoro (ou noivado) tais detalhes poderão não parecer relevantes, mas depois de alguns anos de convivência, as contradições femininas se tornam, deveras, tremendamente irritantes.

Para a maioria das mulheres o relacionamento, com mais de ano, parece estar constantemente em crise:

- "...porque ele não se importa com isso... com aquilo...", "porque ele não dá a devida atenção às minhas necessidades...", "porque ele é insensível..." enfim, um rosário de lamentações que só conhece quem já passou por um momento assim. Mas ao contrário, se perguntarem aos homens como andam estes mesmos relacionamentos, quase que a unanimidade afirmará:

- "...show de bola, uma briguinha aqui outra ali, mas nos amamos... ", "não dava pra ser mais feliz...", "e você o que está fazendo ainda solteiro?". Alguns casamentos sobrevivem, a maioria não.

01. Abandonar seu namorado porque ele é ciumento e sentir-se feia e desabrigada quando ninguém lhe dá importância.

02. Acreditar no horóscopo, mas somente nos dias em que as previsões são favoráveis.

03. Analisar sua vida amorosa desmembrando a cada frase e a cada atitude de seu parceiro com suas amigas, mas cortar uma relação se a cigana mau caráter assegurar que não é o indicado.

04. Apaixonar-se por um homem casado porque ele é incapaz de trair a sua mulher.

05. Arrancar os pêlos das pernas, axilas e virilha com cera quente e chorar quando quebra ou lasca uma unha.

06. Beliscar bebês alheios, pensar até cansar nos nomes de seus futuros filhos, emocionar-se com a gravidez de suas amigas e chorar desconsoladamente no primeiro dia de atraso.

07. Catalogar uma amiga sexualmente hiperativa como "galinha" e uma mais seletiva, de perdedora ou de tácito "sapatão".

08. Censurar às donas de casa porque não têm uma carreira, e às que têm uma carreira porque a empregada doméstica cuida de seus filhos.

09. Chorar com os documentários de animaizinhos do "Animal Planet" e hiperventilar de emoção em frente a uma bolsa de couro.

10. Comprar modernas roupas folgadas e cheias de trastes e "badulaques" que somente outra mulher pode apreciar.

11. Comprar uma camiseta de verão em novembro, sabendo que em janeiro vai estar a metade de preço.

12. Conquistar um mulherengo para tentar transformá-lo em um homem de família.

13. Considerar que aos sessenta anos um homem é jovem, e uma mulher uma avó.

14. Continuar achando que os homens possam ver que está enojada ou triste, sem lhes ter contado nada.

15. Crer no mesmo homem que havia jurado de "pé junto" nunca mais voltar a fazê-lo.

16. Dar-se o devido valor, fazer as unhas, bronzear-se e vestir-se melhor quando termina uma relação, e engordar 20 quilos, quando começa uma.

17. Declarar durante todo o ano que celebrar o aniversário é uma estupidez, e ficar chateada e como beiço em "ponto morto" com seu parceiro quando a data chega e ele se esquece.

18. Declarar-se uma vez ou outra o quão forte e independente que é, e simular debilidade e indefesa quando necessita de um homem.

19. Deixar a roupa mais nova e linda para sair, quando em realidade passa quarenta e oito horas semanais no escritório e três ou quatro num passeio.

20. Deixar um homem porque já não gosta, e que volta a gostar quando ele encontra outra gostosona.

21. Dizer que "o importante é o eu interior" quando tem um namorado, e alegar que amor é "coisa de pele" quando consegue um lindo.

22. Dizer que as modelos "são muito magras" enquanto se cambaleia pelo quarto dia de jejum.

23. Dizer que não quer nada para o Natal e secretamente esperar o presente surpresa.

24. "Encher o saco" do parceiro para que colabore nos afazeres domésticos, mas chamá-lo de inepto quando começa a ajudar.

25. Espiar e espreitar as amigas de escritório mais vadias e ineptas, para invejar, amargurar-se e sofrer.

26. Falar de dieta com uma torta na mão e falar de tortas quando está de dieta.

27. Fazer a permanente se seu cabelo é liso, uma escova se é armado ou pintá-lo de louro "falso" se é escuro.

28. Fazer uma dieta terminal para ir a um casamento e comer como uma piranha descontrolada durante toda a festa.

29. Gritar furiosa e chorar desconsoladamente durante a mesma discussão.

30. Guardar rancor e bronca durante meses e explodir porque o namorado derramou uma gota de bebida naquele vestido amarelo "cheguei".

31. Ignorar e maltratar quando um homem insistente a corteja, e perder a sensatez quando por fim deixa de fazê-lo.

32. Insistir e esperar quando a relação já acabou, terminada por ela, há muito tempo.

33. Ir a uma festa ou reunião, só por saber que ali está o cafajeste casado/noivo que lhe rompeu o coração.

34. Ir a uma festa usando saltos agulha, e atirar os sapatos debaixo da mesa depois de quinze minutos, para poder dançar.

35. Largar um respeitável homem de família para conquistar outro mulherengo.

36. Morrer de amor por um homem que cria seus filhos sozinho e sentir pena por uma mulher que faz o mesmo.

37. Negar-se a deixar os doces para baixar o colesterol, mas fazer a "dieta do jiló" para usar um vestido.

38. No inverno, sair com uma camiseta diminuta e uma microssaia e terminar a noite envolvida em uma jaqueta enorme emprestada com os dizeres "Lembrança dos formandos de 1985".

39. Num encontro, fazer questão de pagar a metade do jantar e nunca mais sair com ele se aceitar a oferta.

40. Perguntar se está gorda, para que lhe digam que está magra.

41. Colocar roupa nova para um encontro, sabendo que aquele "pretinho" básico surrado lhe cai muito melhor.

42. Provar roupa durante toda uma tarde e sair com o primeiro conjunto que escolheu.

43. Queixar-se de que a depilação é um hábito primitivo e gritar de asco quando seu marido diz que deixe de fazer.

44. Remover esses aros divinos de suas imensas orelhas alérgicas, esperar dois ou três dias e voltar a usá-los.

45. Repetir incansavelmente que só necessita de amor, entendimento e estabilidade, e sentir repulsa por um homem bom e simples que manifesta frontal e prontamente sua devoção e amor.

46. Seduzir um homem sabendo com segurança que jamais vai deixar que toque um fio de cabelo.

47. Sentir-se discriminada se escolhem um homem para seu cargo, mas ter um derrame cerebral de ira se escolhem outra mulher.

48. Ser capaz de dirigir uma empresa de duzentos empregados, um país de trinta milhões de habitantes ou uma família de doze membros, mas chamar a desgraçada da "mamãe" quando lhe dói o dente do siso.

49. Tomar sol ao meio dia untada em óleo de cozinha e comprar creme antiarrugas e gel para contorno dos olhos.

50. Ver comédias românticas e melodramas no dia seguinte de cortar relações com o amor de sua vida.

domingo, 18 de maio de 2008

Sobre pessoas e relacionamentos

(Historiador do cotidiano)

Estava aqui pensando sobre o que ia escrever hoje. Pensei em começar com "notas de viagem", sobre a viagem de alguns dias que acabei de voltar. Mas não, fica para amanhã. Pensei em começar sobre a questão da síndrome de estocolmo, mas o artigo abaixo deste é suficiente.

Então pensei em escrever sobre relacionamentos. Sei que já escrevi sobre eles, mas esse é um assunto infinito. Nós - seres vivos - nos relacionamos como outros seres vivos, e todo contato é um tipo de relacionamento.

Namorar é uma das situações de relacionamento mais difíceis. Mas eu chego lá.

Relacionamentos são difíceis porque as pessoas não conseguem aceitar umas às outras. É sério... nós conhecemos as melhores pessoas em ambientes nada a ver; seja num hospital, numa livraria, ou mesmo num acidente de trânsito. O nosso amor verdadeiro aparece quando a gente menos espera, quando estamos descabelados, não vestidos de forma elegante (sabe aquela calça jeans surrada com uma camiseta básica?), quando estamos prontos para tudo - menos para encontrar alguém.

Por que faço essa ressalva? Porque quando conhecemos pessoas no colégio, universidade ou trabalho, normalmente nos relacionamos com interesses profissionais ou - quando muito - de amizade. Mas quando rola uma aproximação maior (uma amizade) você já conhece bem a outra pessoa, suas qualidades e seus defeitos. Nós entendemos que aquela outra pessoa não está pronta, não é perfeita, é falível e você aceita isso como normal.

Mas quando nós nos relacionamos com pessoas, com fundo afetivo, parece que essas expectativas mudam de figura. Não mais aceitamos que as pessoas errem, elas simplesmente precisam entrar nas nossas vidas de forma perfeita; as pessoas precisam ser perfeitas. Mas as pessoas não são perfeitas! Então construímos nossos relacionamentos em cima de pilares imperfeitos: eu e você.

Ora um relacionamento - seja de amizade, trabalho ou amoroso - se constrói em cima de pessoas imperfeitas, então não podemos esperar a perfeição da pessoa que está ao nosso lado. Não podemos esperar que as pessoas sejam exatamente o que (ou como) queremos. E é essa diferença que importa.

Ninguém é perfeito. E ninguém é perfeito para a outra pessoa.

Vou citar um exemplo pessoal: há quase uma década atrás, conheci através do irc uma menina enquanto conversávamos sobre linguagens de programação. Eu era da engenharia e ela de sistemas. Nós namoramos por um intervalo de quase dois solistícios. Ela fumava e eu sou alérgico - óbvio que ela não fumava quando eu estava por perto. Resultado? Ao longo de todo namoro conversamos sobre isso, com paciência e esforço - DOS DOIS - ela largou. O que eu quero mostrar com isso? Que as pessoas mudam, que as pessoas nunca serão iguais, que todo o universo se move - por que nós seríamos diferentes?

A única constante é a mudança. Coisas, e principalmente pessoas, não mudam da noite para o dia. Esse processo da minha ex levou meses! Eu sabia que ela tinha os problemas dela, ela sabia que eu tinha os meus, e nós sabíamos que às vezes errávamos. No início do relacionamento ela não estava pronta, não era perfeita. Mas durante o relacionamento também não e muito menos no término. Por que? Porque ninguém é perfeito! Eu também não era perfeito pra ela, nunca fui.

As pessoas não são perfeitas. Aceitamos isso em relacionamentos de amizade e em relacionamentos profissionais. Por que não aceitamos isso em relacionamentos amorosos?

Eu erro, e você também. Todos nós. Ontem posso ter sido desagradável, hoje levo meu ombro para suas lágrimas. Ontem você pode ter gritado e hoje chorado. Isso foi ontem... e hoje... não somos perfeitos, mas nos esforçamos. O futuro a Deus pertence, mas nossa experiência vai construir um amanhã melhor.

Então por que desistir numa topada? A vida é uma longa caminhada, e desistir é uma solução permanente para um problema temporário. Vejo casais completarem bodas (de casamento) de ouro, diamante, rubi... por que? Porque eles sabem que as pessoas com quem se relacionam não são perfeitas, que têm picos de humor, que riem e choram.

Os relacionamentos não são perfeitos porque as pessoas não são perfeitas. Mas cada dia construído junto é um passo adiante nessa longa e linda estrada que chamamos de vida.

Imperfeições acontecem, e errar é humano. São tropeços na estrada. Mas admitir o erro, se arrepender, levantar e sacudir a poeira, segurar a mão e continuar é exclusividade do amor.

Pense nisso, querida leitora, antes de crucificar seu relacionamento (ou a pessoa com quem você se relaciona) por uma topada.

Abraços, e lhe desejo uma excelente semana!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Amar é sofrer?

(Historiador do cotidiano)

AMAR É SOFRER?

É mesmo? Será?

Se bem que quando amamos a gente sofre muito! Sofremos sim. Não venha me dizer que o amor é perfeito. O amor dá um trabalho da muléstia...

Você sofre de saudades... Porque estar junto é uma delícia e você quer que aquele momento dure para sempre, mas quando você se separa cada segundo é uma eternidade espaço-temporal que faz o coração bater apertado.

Você sofre de carteira... Porque ter dinheiro para se divertir com seu amor é ótimo, mas estar liso complica porque quer abastecer o carro pra ir na casa dela, porque quer viajar com ela, porque quer ir ao cinema... mas vocês dois findam assistindo um filme dublado na televisão, deitados no sofá.

Você sofre de ansiedade... porque se você adora fazer surpresas, fica imaginando mil e uma possibilidades de surpreendê-la; mas se você não gosta de surpresas e ela adora lhe fazer, você fica ansioso para saber qual vai ser a próxima, e quando, e onde, e....

Você sofre... vou nem citar mais coisas para não deixar você - querido leitor ou leitora - triste.

Mas que sofre, sofre sim.

E no final das contas você se pergunta: "se eu tivesse oportunidade de voltar ao começo, eu faria tudo isso novamente?", e você responde sem pestanejar, sem o coração pensar ou bater duas vezes... "Sim!", com toda convicção do universo.

Porque amar vale a pena, e só quem sabe disso é quem ama!

Então AME! Ame bem muito, porque amar é o maior dom que recebemos de Deus.

Abraços, e lhe desejo uma excelente semana pra você, repleta de muito amor!

sábado, 19 de abril de 2008

O melhor é empatar

(Historiador do cotidiano)

Eu estava refletindo hoje sobre relacionamentos. E sobre nossas vidas pessoais. Vivemos numa sociedade estupidamente competitiva onde os princípios básicos - como "O mais importante não é vencer, é competir" - são esquecidos na mesma velocidade que uma vaga lembrança de coisas boas passa pelas nossas mentes.

Hoje em dia competimos. Cada vez mais. Queremos ser os melhores no trabalho, no grupo, melhor chefe, melhor subordinado, melhor projetista, melhor executor, melhor, melhor, melhor... mais rápido, mais eficiente, mais competente, mais dinâmico, mais, mais, mais...

Sempre mais, sempre melhores, sempre no limite... e a vida social? Sempre queremos frequentar os melhores locais, os que tocam as melhores músicas, os ambientes mais agradáveis, termos os melhores amigos, sermos os mais engraçados, sermos os mais descolados, dançarmos melhor, os mais, os melhores, os mais, os melhores...


Isso reflete drasticamente na nossa vida pessoal: se vivemos esse clima alucinante de competição quase 24 horas por dia - pelo menos na vida profissional e na social, que devem representar cerca de 2/3 da vida do ser humano moderno - o que nos impedirá de transpormos tais exigências (de sempre mais e melhor) para a vida pessoal?

O que acontece? Começamos a competir com todos, por tudo, e por qualquer bobagem. Já vi gente discutir quem tinha a melhor caligrafia! Mas o ponto aqui é a competição quando levada para o campo dos relacionamentos amorosos (namoros e afins).

Quando você está num relacionamento, e tem aquele conceito de competição hipodérmico, praticamente tudo no namoro vira uma disputa. Se você solta alguma farpa, a outra pessoa manda uma ripa; se você alfineta, a outra pessoa vem com um prego; e a coisa só tende a piorar: se você está mal e diz alguma coisa áspera, a outra pessoa - ao invés de conversar de forma compreensiva - dá uma resposta ainda mais áspera, para "vencer" aquela "disputa". Mas será que era mesmo uma disputa? Nem de perto.

Então os sistemas de cooperação mútua... ops... perdoe o linguajar, é o lado profissional na tentativa de interferir no lado pessoal.

Então as pessoas não se ajudam, passam a competir na tentativa de ver "quem vence". Quem vence? Normalmente a vitória de uma pessoa implica na derrota da outra, se tivermos uma situação de disputa dentro do relacionamento.

Neste caso, temos dois tipos de relacionamentos: pessoas fortes que namoram pessoas fortes, e pessoas fortes que namoram pessoas fracas. Pessoas fracas não namoram pessoas fracas. Vamos analisar uma disputa em cada tipo de relacionamento?

Pessoa forte versus pessoa forte: numa disputa provavelmente ambos vão querer que seu ponto de vista INDIVIDUAL se sobressaia. Como é bem possível que as pessoas não cheguem a um consenso, a disputa vai se encerrar quando uma das pessoas fizer seus argumentos sobrepujarem os do seu interlocutor, ou quando seu interlocutor desistir. Em ambas situações teremos uma situação de vitória de uma das pessoas, o que ocasionará o desgaste de ambos por sempre os dois estarem envolvidos em disputas.

Pessoa forte versus pessoa fraca: nesse tipo de relacionamento, uma disputa potencialmente terminará com o forte "vencendo" o fraco. O que acontece nesse tipo de relacionamento? Desgaste do fraco por sempre ter suas opiniões reprimidas.

(Existem essencialmente dois tipos de pessoas: as que se estressam numa fila, gritam com o caixa e relaxam; e os caixas, que escutam calados, vão armazenando, e um dia pegam uma arma e matam 50 pessoas num mercado)

Enfim... em ambas as situações temos condições de disputa e vitória; e em ambas há o desgaste dos envolvidos. O que acontece? Isso desgasta o namoro! Então da próxima vez que ouvir uma resposta áspera, será que não é melhor você falar uma palavra de carinho - ao invés de querer "vencer" sendo ainda mais áspero?

E se não houver disputa? E se os dois se entenderem sem disputarem? E se os dois simplesmente sorrirem e virem que a vida é mais que uma disputa boba que não vai levar a lugar nenhum?

É nessa hora que eu acredito que o empate é melhor que a vitória. Na realidade, empatar é a vitória do relacionamento!

E você? Prefere vencer? Ou empatar?

Abraços, e um excelente feriadão pra você.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Comer o que afinal?

(Historiador do cotidiano)

Já não sei mais o que fazer, ou melhor: o que comer?

Se você olha para um lado tem uma revista com uma nutricionista famosa dizendo que alimentos A e B nem deveriam ser considerados alimentos e sim suicidadores dos comedores. Quando você olha para o outro, encontra uma pessoa acima do peso conversando com uma amiga - também acima do peso - sobre as tentações que passam diante de um mero docinho de brigadeiro. Céus... para onde foi o prazer de comer?

Pelo que li - e principalmente pelo que me recusei a ler - sobre alimentação, cheguei a conclusão que tudo que comemos nos faz mal. Sem excessões (pelo que as reportagens alarmam).

Como bom jornalista sei que não devo acreditar em tudo que leio na mídia, sem obedecer a todas as placas e orientações que existem por aí... (Você já notou quantos "Beba Coca-cola" têm espalhados?)

Eu estou, a partir de agora, abdicando do meu direito de ser informado sobre alimentação. Não sei se quero ter que parar de comer carne só para viver quatro ou seis meses a mais. Tenho menos de 30 anos e é um sacrifício que vai contra a minha natureza de carnívoro, como todo ser-humano.

Então me recuso a prestar atenção nas reportagens sobre nutrição! Ontem uma falou que ovo e leite faz mal. Hoje eu li que temos que tomar três copos de leite por dia e comer pelo menos um ovo. O que será que vão dizer amanhã?

Deixo aqui meu protesto! Quero comer! E quero comer bem! Não me importa se o leite faz mal dessa e daquela forma... ou se a carne vai ofender dessa ou daquela forma. E se que quiser comer uma manga e depois beber leite, que deixem!

E a cada nova receita, dica, reportagem, instrução médica, etc., a comida fica mais chata, mais sem graça. Deixamos de comer por prazer para comer só por obrigação. Eu gosto de sal mas dá impertensão... se eu boto pimenta aí a namorada não quer me beijar (não é o caso agora porque, ATENÇÃO MENINAS, estou solteiro!)

Então, por um mundo mais saboroso, abdico do meu direito de ser informado sobre as melhores opções nutricionais para minha saúde!

E pra você, que me lê agora, desejo uma excelente e deliciosa semana.

domingo, 20 de maio de 2007

Sobre relacionamentos

(Historiador do cotidiano)

Fragmento extraído de e-mail que acabei de enviar:

Essa questão do gostar de alguém é complicada. As mulheres insistem muito em discussões de relacionamento (DR's), que é uma coisa que nós homens corremos fora.

Ando lendo sobre filosofia e a teoria libertina tem me fascinado: ela estuda que não é o amor que leva ao contato físico e sim ao contrário. Ou seja, quando estamos bem fazemos amor, mas quando não estamos, não fazemos. Esse não fazer gera um distanciamento maior, que é agravado com as brigas, que por sua vez geram mais distanciamento... e então cai-se num ciclo vicioso que, inevitavelmente, culminará no desgaste e conseqüente término da relação.

Talvez se as pessoas tentassem o caminho inverso, fossem mais felizes: homens gostam do contato físico, não de discutir relacionamento. Eles podem amar como for as mulheres, fazerem tudo para elas e não questionarem nada. Mas mesmo assim, TODOS OS HOMENS DETESTAM DISCUTIR RELACIONAMENTO. Odeiam mesmo. Eles fogem das DR's como o coisa ruim foge da Cruz. Um homem pode amar uma mulher o máximo que for possível, mas se ela insistir em DRs ele vai acabar o namoro. Ele prefere ficar só do que discutir relacionamento. Falo isso embasado nas conversas com todos os homens que conheço.

Então as mulheres não podem vir com chorumelas dizendo que fazem a parte delas. Não fazem. Chegam nem perto. A maior parte das mulheres entra em namoros já com o pé esquerdo, porque:
1. Esperam que o cara reconquiste elas todos os dias; mas não faz nada para conquistá-los
2. Esperam mil surpresas; mas não fazem nenhuma
3. Esperam que o homem as defendam emocionalmente; quando na realidade elas que deveriam ser fortes
4. Submetem suas emoções à fatores até como se vai chover; enquanto nenhum homem gosta de ser "muleta emocional"
5. Acreditam que ficar falando sobre relacionamento vai melhorar ele; enquanto os homens compreendem que não existe uma entidade física chamada relacionamento

Dentre outros pontos que prefiro não mencionar.

Esse quinto ponto é importantíssimo: as mulheres lidam com relacionamentos como se fossem seres vivos, entidades físicas. Não são. Os homens consideram que as pessoas namoram, e estão juntas, porque ambas são pessoas de bem com a vida que quando estão juntos se divertem, riem, brincam, conversam muito. Então o namoro é estar ao lado de uma pessoa feliz. Se aquela pessoa do seu lado vive triste, os homens se sentem muletas emocionais tendo que ouvir por horas a fio alguém resmungar do seu lado, e depois vem dizer que tem que botar para fora o que pensa senão vai ficar ruim o relacionamento; quando é exatamente o contrário: estamos juntos porque gostamos de estarmos juntos nos momentos felizes.

Recomendo que vocês leiam dois textos do meu blog:
http://historiadordocotidiano.blogspot.com/2007/01/medo-de-perder.html - Sobre o medo de perder, escrito pelo psicólogo Antônio Roberto Soares, e;
http://historiadordocotidiano.blogspot.com/2006/12/sobre-postura-das-mulheres-na.html - onde analiso o que penso sobre o comportamento das mulheres

EDIÇÃO DO ARTIGO: Abaixo segue a resposta que recebi, envolvendo o aspecto acima comentado.

Oie,

Gostei muito de tuas palavras, mas acho que tem um pouco de preconceito. Não acho que as mulheres gostam de DR's, acho que elas procuram organizar mais o que está saindo do trilho e às vezes cometem excessos, levando assim a muitas discussões. Na minha experiência profissional de psicóloga tenho visto muitos homens procurando ajuda porque estão justamente sentindo falta de discutir suas relações e acabam fantasiando que suas companheiras não estão mais os amando ou estão tendo um caso.

O que percebo é que depende muito da personalidade de cada um e do encontro do casal (nota do blogueiro: encontro em termos de quantidade e qualidade). Isso é que determina se eles são mais ou menos questionadores no relacionamento.


EDIÇÃO DO ARTIGO: E agora a resposta que enviei.

Olá,

Sei que existem homens que até não pensam como eu - viva a diversidade! - mas não são maioria.

(...)

Eu tento seguir uma cultura de não-questionamento. É quase um pensamento estóico ao afirmar que a felicidade se encontra na não-felicidade, ou seja, a abstração do conceito de felicidade. Pense na questão de andar: nós simplesmente andamos, não paramos para buscar o conceito de como é andar. Diz a lenda que se você perguntar a uma centopéia como ela consegue andar com tantas pernas, ela não vai mais conseguir andar porque vai se concentrar no conceito de andar. O andar é dificílimo (por isso que a robótica hoje em dia não fez ainda - em larga escala e com eficiência - robôs humanóides, como aqueles dos filmes "Blade Runner", "Eu, robô" ou mesmo o simpático C-3PO de "Guerra nas estrelas"), mas nós andamos porque não nos concentramos no conceito de andar, simplesmente andamos!

Análogamente, se buscamos a felicidade, dividimos nossos pensamentos em duas vias: na felicidade e na busca dela. Se trabalharmos com a não-felicidade (ou seja, com a quebra do conceito da busca da felicidade) eliminaremos a busca pela felicidade e seremos apenas felizes!

Simples né? Mas muita gente não consegue perceber isso.

Dizem que a verdade nos libertará. Se a verdade é o destino e a liberdade a conseqüência, eu acredito que a filosofia é o caminho.
:-)

sábado, 19 de maio de 2007

Surpresa!

(Historiador do cotidiano)

Artigo rapidinho pois estou indo dormir. Passei mal o dia inteiro.

Vamos lá:


Ouvi dizer por aí que "homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, e sim aquele que conquista a mesma várias vezes". Ouvi de uma mulher.

Sim, é ÓBVIO que precisamos reconquistar as nossas amadas diariamente. Vou até além: a conquista não se dá por grandes gestos em grandes situações, mas nas pequenas coisas do cotidiano. É nos mínimos detalhes que você fará diferença!

Mas, êpa! E as mulheres? Não precisam reconquistar seus homens?

Essa questão de conquistar os homens... para uma mulher me conquistar, eu adoro... surpresas!

Sim! Sou fascinado pela inteligência humana, em especial pela feminina.

Se uma mulher quiser me conquistar, tem que fazer uma surpresa bacana. O flerte é importante, óbvio, mas as surpresas é que me deixam arriado.


Então mulheres, por favor, reconquistem seus homens! Deixem desse machismo que só o homem tem que reconquistar as mulheres. NÃO! As mulheres também têm que reconquistar seus homens!

Assim, ao invés de perderem tempo com DRs (discussões de relacionamento) - que só fazem encher o saco dos homens e não resulta em nada positivo - preparem para eles uma surpresa boa.

Eu, particularmente, adoro surpresas inteligentes e criativas!
:-)

Abraços a você, querida(o) leitor. Você é especial para mim!
Desejo-lhe um excelente final de semana!