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sábado, 12 de junho de 2010

FELIZ DIA DOS NAMORADOS

(Historiador do cotidiano)

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!

Que você seja muito amado(a) e dê muito amor hoje e sempre! E lembre sempre que não existem pessoas perfeitas.

Abraços, e um excelente sábado pra ti!

domingo, 18 de maio de 2008

Sobre pessoas e relacionamentos

(Historiador do cotidiano)

Estava aqui pensando sobre o que ia escrever hoje. Pensei em começar com "notas de viagem", sobre a viagem de alguns dias que acabei de voltar. Mas não, fica para amanhã. Pensei em começar sobre a questão da síndrome de estocolmo, mas o artigo abaixo deste é suficiente.

Então pensei em escrever sobre relacionamentos. Sei que já escrevi sobre eles, mas esse é um assunto infinito. Nós - seres vivos - nos relacionamos como outros seres vivos, e todo contato é um tipo de relacionamento.

Namorar é uma das situações de relacionamento mais difíceis. Mas eu chego lá.

Relacionamentos são difíceis porque as pessoas não conseguem aceitar umas às outras. É sério... nós conhecemos as melhores pessoas em ambientes nada a ver; seja num hospital, numa livraria, ou mesmo num acidente de trânsito. O nosso amor verdadeiro aparece quando a gente menos espera, quando estamos descabelados, não vestidos de forma elegante (sabe aquela calça jeans surrada com uma camiseta básica?), quando estamos prontos para tudo - menos para encontrar alguém.

Por que faço essa ressalva? Porque quando conhecemos pessoas no colégio, universidade ou trabalho, normalmente nos relacionamos com interesses profissionais ou - quando muito - de amizade. Mas quando rola uma aproximação maior (uma amizade) você já conhece bem a outra pessoa, suas qualidades e seus defeitos. Nós entendemos que aquela outra pessoa não está pronta, não é perfeita, é falível e você aceita isso como normal.

Mas quando nós nos relacionamos com pessoas, com fundo afetivo, parece que essas expectativas mudam de figura. Não mais aceitamos que as pessoas errem, elas simplesmente precisam entrar nas nossas vidas de forma perfeita; as pessoas precisam ser perfeitas. Mas as pessoas não são perfeitas! Então construímos nossos relacionamentos em cima de pilares imperfeitos: eu e você.

Ora um relacionamento - seja de amizade, trabalho ou amoroso - se constrói em cima de pessoas imperfeitas, então não podemos esperar a perfeição da pessoa que está ao nosso lado. Não podemos esperar que as pessoas sejam exatamente o que (ou como) queremos. E é essa diferença que importa.

Ninguém é perfeito. E ninguém é perfeito para a outra pessoa.

Vou citar um exemplo pessoal: há quase uma década atrás, conheci através do irc uma menina enquanto conversávamos sobre linguagens de programação. Eu era da engenharia e ela de sistemas. Nós namoramos por um intervalo de quase dois solistícios. Ela fumava e eu sou alérgico - óbvio que ela não fumava quando eu estava por perto. Resultado? Ao longo de todo namoro conversamos sobre isso, com paciência e esforço - DOS DOIS - ela largou. O que eu quero mostrar com isso? Que as pessoas mudam, que as pessoas nunca serão iguais, que todo o universo se move - por que nós seríamos diferentes?

A única constante é a mudança. Coisas, e principalmente pessoas, não mudam da noite para o dia. Esse processo da minha ex levou meses! Eu sabia que ela tinha os problemas dela, ela sabia que eu tinha os meus, e nós sabíamos que às vezes errávamos. No início do relacionamento ela não estava pronta, não era perfeita. Mas durante o relacionamento também não e muito menos no término. Por que? Porque ninguém é perfeito! Eu também não era perfeito pra ela, nunca fui.

As pessoas não são perfeitas. Aceitamos isso em relacionamentos de amizade e em relacionamentos profissionais. Por que não aceitamos isso em relacionamentos amorosos?

Eu erro, e você também. Todos nós. Ontem posso ter sido desagradável, hoje levo meu ombro para suas lágrimas. Ontem você pode ter gritado e hoje chorado. Isso foi ontem... e hoje... não somos perfeitos, mas nos esforçamos. O futuro a Deus pertence, mas nossa experiência vai construir um amanhã melhor.

Então por que desistir numa topada? A vida é uma longa caminhada, e desistir é uma solução permanente para um problema temporário. Vejo casais completarem bodas (de casamento) de ouro, diamante, rubi... por que? Porque eles sabem que as pessoas com quem se relacionam não são perfeitas, que têm picos de humor, que riem e choram.

Os relacionamentos não são perfeitos porque as pessoas não são perfeitas. Mas cada dia construído junto é um passo adiante nessa longa e linda estrada que chamamos de vida.

Imperfeições acontecem, e errar é humano. São tropeços na estrada. Mas admitir o erro, se arrepender, levantar e sacudir a poeira, segurar a mão e continuar é exclusividade do amor.

Pense nisso, querida leitora, antes de crucificar seu relacionamento (ou a pessoa com quem você se relaciona) por uma topada.

Abraços, e lhe desejo uma excelente semana!

domingo, 19 de agosto de 2007

Tipos de pessoas

(Historiador do cotidiano)

Existem essencialmente dois tipos de pessoas. As "por que?" e as "por que não?"

A enooooooooooooooooooorme maioria da humanidade são as "por que?". São aquelas pessoas que antes de algo, antes de agirem, vêm com mil 'por que?': "Por que ir?", "por que fazer?", "por que agir?", "por que se esforçar?", "por que me engajar?"... "por que?". Essas pessoas são as engessadas em seus mundos, com visões quase retrógradas que adotam em larga escala o ditado "não trocar o certo pelo duvidoso". São pessoas que raramente enfrentam a vida de frente, e que suas vitórias às vezes são ínfimas - pois as maiores vitórias surgem dos maiores esforços.

E existem algumas raras pessoas - raríssimas - que são "por que não?". São aquelas que quando surge a oportunidade, elas retoricamente se perguntam "por que não?" e ingressam de cabeça em novos projetos, ações, objetivos, cursos... "Por que não aproveitar essa chance?", "por que não ir?", "por que não fazer?"... e vão, e fazem! E são felizes!! Existe um enorme mérito no esforço pessoal, em você ir lá e fazer. Essas sim são pessoas que alcançam o sucesso e a felicidade!!!

Como dizia o imperador romano Júlio César: "vindi, vidi, venci" (vim, vi e venci). Se ele tinha uma tarefa a cumprir, ele ia lá e cumpria! E a História está repleta de pessoas que fizeram o que tinham que fazer, sem ficarem se perguntando se valia ou não à pena.

Quando Einstein foi convidado a fugir da alemanha nazista e ser um dos maiores cientistas do planeta, vocês acham que ele se perguntou "por que?" ou "por que não?"...?

E você, meus e minhas queridos(as) leitores(as). Quando surge algo, vocês se perguntam "por que?" ou "por que não?"

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