domingo, 19 de agosto de 2007

Tipos de pessoas

(Historiador do cotidiano)

Existem essencialmente dois tipos de pessoas. As "por que?" e as "por que não?"

A enooooooooooooooooooorme maioria da humanidade são as "por que?". São aquelas pessoas que antes de algo, antes de agirem, vêm com mil 'por que?': "Por que ir?", "por que fazer?", "por que agir?", "por que se esforçar?", "por que me engajar?"... "por que?". Essas pessoas são as engessadas em seus mundos, com visões quase retrógradas que adotam em larga escala o ditado "não trocar o certo pelo duvidoso". São pessoas que raramente enfrentam a vida de frente, e que suas vitórias às vezes são ínfimas - pois as maiores vitórias surgem dos maiores esforços.

E existem algumas raras pessoas - raríssimas - que são "por que não?". São aquelas que quando surge a oportunidade, elas retoricamente se perguntam "por que não?" e ingressam de cabeça em novos projetos, ações, objetivos, cursos... "Por que não aproveitar essa chance?", "por que não ir?", "por que não fazer?"... e vão, e fazem! E são felizes!! Existe um enorme mérito no esforço pessoal, em você ir lá e fazer. Essas sim são pessoas que alcançam o sucesso e a felicidade!!!

Como dizia o imperador romano Júlio César: "vindi, vidi, venci" (vim, vi e venci). Se ele tinha uma tarefa a cumprir, ele ia lá e cumpria! E a História está repleta de pessoas que fizeram o que tinham que fazer, sem ficarem se perguntando se valia ou não à pena.

Quando Einstein foi convidado a fugir da alemanha nazista e ser um dos maiores cientistas do planeta, vocês acham que ele se perguntou "por que?" ou "por que não?"...?

E você, meus e minhas queridos(as) leitores(as). Quando surge algo, vocês se perguntam "por que?" ou "por que não?"

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