(Historiador do cotidiano)
É impressionante, mas namorar é uma tarefa hercúlea. No bom sentido. Atenção meninas, esse artigo é uma reclamação sobre suas posturas:
1. Reciprocidade
Vocês mulheres falam que "homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, e sim o que conquista a mesma mulher várias vezes". Certo. E mulher de verdade é qual? Porque não adianta só lhes conquistarmos, também queremos ser conquistados! Vocês ficam cheias de mimos e tudo mais para nos conquistarem, e depois que conquistam vocês simplesmente páram tudo! NÃO PODE! Vocês precisam continuar nos reconquistando dia após dia.
2. Entendimento
Nós temos que entender quando vocês estão de TPM, quando vocês choram copiosamente na frente de uma novela, como vocês amam aquelas comédias românticas (bem "água com açúcar"), como vocês... ah, são tantas coisas que nem consigo citar aqui. Por que vocês não entendem quando queremos passar o dia com os amigos jogando videogame, ao invés de irmos para um chá de bebê (ou qualquer outro N tipos de chá que existem)? Não temos culpa se depois de grandes vocês não podem brincar com suas bonecas, nós ainda podemos jogar videogame. E vamos jogar.
3. Satisfação
Sintam-se satisfeitas, pelo menos... sempre! É impressionante: não importa o que nós homens fizermos, vocês mulheres sempre querem que façamos mais! Se o cara traz a lua pra mulher, ela pergunta algo como "por que não trouxe saturno junto?". Sério. Eu juro que nós homens (pelo menos boa parte de nós) nos esforçamos para lhes agradarmos, mas vocês SEMPRE querem que façamos mais. Desculpe-me, mas não somos super-homens. Além do mais, por que sempre temos que satisfazer os gostos femininos, e elas nunca se esforçam em satisfazer os nossos?
4. Conhecimento geral
Tanto homens quanto mulheres, assistam a este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=1TIeTuVO_uY (é esclarecedor!) - "The tale of two brains" (Mark Gungor)
Era isso. Pronto. Ponto. Desabafo sincero. Se alguém se sentir desconfortável com o que escrevi, mea culpa e me desculpe, mas é como eu honestamente penso.
E agora com licença porque mea vai dormir.
Abraços, e um excelente final de semana pra você!!!
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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sábado, 13 de novembro de 2010
domingo, 26 de agosto de 2007
Ex / passado / futuro / responsabilidades
(Historiador do cotidiano)
Muito bom dia queridos(as) leitores(as),
O artigo de hoje é reflexivo, mas prometo não ser extenso.
Ontem à noite eu sai, fui dar uma volta numa rua bem frequentada daqui. É interessante ver as pessoas dos mais diversos signos interagirem entre si... Mas, mais que isso, estava uma noite bonita e a lua merecia ser admirada.
Uma das coisas que me peguei pensando foi na minha ex-namorada. Por que sempre lembramos das ex com uma saudade melancólica, ao invés de lembrarmos dos motivos pelos quais acabamos? Acredito que boa parte da humanidade não tem maturidade emocional para não viver de lembranças do passado - e aqui não me refiro só a relacionamentos, mas também às diversões lúdicas, brincadeiras da época de criança, os jogos escolares, as colas e provas, os brinquedos, as saídas, as presepadas, os amigos que não moram mais aqui, e por ai vai.
Vejam bem, não acho ruim que tenhamos boas histórias para contarmos (ou não contarmos, já que sempre tem aquelas que jamais serão reveladas). O que acredito ser ruim é quando as pessoas se prendem ao passado, não se libertam para viver o presente.
Mas essa libertação, essa quebra - de correntes, preconceitos e paradigmas - requer muito esforço pessoal. É hercúleo o trabalho de deixar o passado seguir em frente, e de se abrir à novas experiências. E eu esperava que quanto mais idade as pessoas tivessem, mais elas pudessem se libertarem.
Para toda exceção sempre tem uma regra né? Ou é ao contrário? (rs rs).
Acredito que vocês concordarão comigo: a distância não separa as pessoas - não tanto quanto poderia, num planeta com internet - e sim as pessoas que se separam umas das outras, se afastam e negam o contato pessoal.
E você? Será que você também comete esse erro de ficar se prendendo ao passado?
A outra questão de hoje é sobre responsabilidades. Eu aprendi com um mestre que, se você tem uma oportunidade na mão, aproveite-a! Não me refiro a "Lei de Gerson", mas sim à questão de você fazer o que pode na hora que deve. Projetos são para entrarmos de cabeça, ou não entrarmos. Não existe meio termo.
Vamos rever um conceito que expliquei aqui uns dias atrás: "Não tente! Faça ou não faça. Não existe o tentar". Pois é, se aplicarmos isso aos projetos teremos: não entre parcialmente num projeto. Ou entre ou não entre. Quem se engaja pensando numa possível desistência, já desistiu e não teve coragem de assumir.
Vamos supor que você seja de uma área X endenda de X/A, X/B e X/C. Mas então surge um projeto que envolve X/D, você vai deixar de participar só porque ainda não conheceu a fundo aquela área do conhecimento? Não! Principalmente enquanto ainda estamos na universidade - que é nossa hora de fazermos e termos experiência supervisionada: se fazemos algo direito, levamos a fama; se erramos, os professores levam a culpa por não terem orientado direito, e; independente do resultado, aprendemos MUITO!
Não pretendo ensinar aqui a ninguém a fazer projetos, isso é responsabilidade das pessoas aprenderem. O que importa aqui é a atitude. Faça! Lute! Batalhe! A História não é escrita pelas pessoas mais-ou-menos. Ou você já ouviu falar em alguém "O médio"? Não! É sempre "Alexandre, o grande"!
E Júlio César? Sua célebre frase "veni, vidi, vici" (vim, vi e venci) traduz toda a postura que devemos assumir: irmos ao nosso objetivo, analisarmos e cumprirmos!
E você? Como ficará na História? "O(a) grande" ou "o(a) médio(a) ou mesmo pequeno(a)"?
FAÇA SUA PARTE, AGORA!
Não deixe para amanhã o que pode ser feito agora.
Retomo aqui o artigo anterior: sobre missões. Às vezes recebemos missões (tarefas, objetivos) das quais não queremos cumprir - pelos mais variados motivos e desculpas esfarrapadas - então volta-se ao ponto: missão não se escolhe nem se discute, ela foi recebida e tem que ser cumprida. (Existem aquelas raras missões que são contrárias à ética, mas não é dessas que me refiro). Missão não se escolhe nem se discute. Missão se cumpre!
Abraços, muito obrigado pela visita, um ótimo domingo e uma excelente semana para você!
Muito bom dia queridos(as) leitores(as),
O artigo de hoje é reflexivo, mas prometo não ser extenso.
Ontem à noite eu sai, fui dar uma volta numa rua bem frequentada daqui. É interessante ver as pessoas dos mais diversos signos interagirem entre si... Mas, mais que isso, estava uma noite bonita e a lua merecia ser admirada.
Uma das coisas que me peguei pensando foi na minha ex-namorada. Por que sempre lembramos das ex com uma saudade melancólica, ao invés de lembrarmos dos motivos pelos quais acabamos? Acredito que boa parte da humanidade não tem maturidade emocional para não viver de lembranças do passado - e aqui não me refiro só a relacionamentos, mas também às diversões lúdicas, brincadeiras da época de criança, os jogos escolares, as colas e provas, os brinquedos, as saídas, as presepadas, os amigos que não moram mais aqui, e por ai vai.
Vejam bem, não acho ruim que tenhamos boas histórias para contarmos (ou não contarmos, já que sempre tem aquelas que jamais serão reveladas). O que acredito ser ruim é quando as pessoas se prendem ao passado, não se libertam para viver o presente.
Mas essa libertação, essa quebra - de correntes, preconceitos e paradigmas - requer muito esforço pessoal. É hercúleo o trabalho de deixar o passado seguir em frente, e de se abrir à novas experiências. E eu esperava que quanto mais idade as pessoas tivessem, mais elas pudessem se libertarem.
Para toda exceção sempre tem uma regra né? Ou é ao contrário? (rs rs).
Acredito que vocês concordarão comigo: a distância não separa as pessoas - não tanto quanto poderia, num planeta com internet - e sim as pessoas que se separam umas das outras, se afastam e negam o contato pessoal.
E você? Será que você também comete esse erro de ficar se prendendo ao passado?
A outra questão de hoje é sobre responsabilidades. Eu aprendi com um mestre que, se você tem uma oportunidade na mão, aproveite-a! Não me refiro a "Lei de Gerson", mas sim à questão de você fazer o que pode na hora que deve. Projetos são para entrarmos de cabeça, ou não entrarmos. Não existe meio termo.
Vamos rever um conceito que expliquei aqui uns dias atrás: "Não tente! Faça ou não faça. Não existe o tentar". Pois é, se aplicarmos isso aos projetos teremos: não entre parcialmente num projeto. Ou entre ou não entre. Quem se engaja pensando numa possível desistência, já desistiu e não teve coragem de assumir.
Vamos supor que você seja de uma área X endenda de X/A, X/B e X/C. Mas então surge um projeto que envolve X/D, você vai deixar de participar só porque ainda não conheceu a fundo aquela área do conhecimento? Não! Principalmente enquanto ainda estamos na universidade - que é nossa hora de fazermos e termos experiência supervisionada: se fazemos algo direito, levamos a fama; se erramos, os professores levam a culpa por não terem orientado direito, e; independente do resultado, aprendemos MUITO!
Não pretendo ensinar aqui a ninguém a fazer projetos, isso é responsabilidade das pessoas aprenderem. O que importa aqui é a atitude. Faça! Lute! Batalhe! A História não é escrita pelas pessoas mais-ou-menos. Ou você já ouviu falar em alguém "O médio"? Não! É sempre "Alexandre, o grande"!
E Júlio César? Sua célebre frase "veni, vidi, vici" (vim, vi e venci) traduz toda a postura que devemos assumir: irmos ao nosso objetivo, analisarmos e cumprirmos!
E você? Como ficará na História? "O(a) grande" ou "o(a) médio(a) ou mesmo pequeno(a)"?
FAÇA SUA PARTE, AGORA!
Não deixe para amanhã o que pode ser feito agora.
Retomo aqui o artigo anterior: sobre missões. Às vezes recebemos missões (tarefas, objetivos) das quais não queremos cumprir - pelos mais variados motivos e desculpas esfarrapadas - então volta-se ao ponto: missão não se escolhe nem se discute, ela foi recebida e tem que ser cumprida. (Existem aquelas raras missões que são contrárias à ética, mas não é dessas que me refiro). Missão não se escolhe nem se discute. Missão se cumpre!
Abraços, muito obrigado pela visita, um ótimo domingo e uma excelente semana para você!
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