terça-feira, 31 de julho de 2007

Sobre o amor

(Historiador do cotidiano)

Meu post de hoje é um pouco diferente...

Queria falar um pouco sobre mim, vocês deixam?
Obrigado
;-)

Confesso que andava triste, amoado pelos cantos... sentia falta de uma pessoa especial. Este final de semana tive o prazer de reencontrá-la. Viajamos juntos. Fomos a uma cidade relativamente perto, mas suficientemente longe, quase completamente lisos, sem carro, e com outras particularidades mais. Andamos mais de 20km à pé por dia... suamos, nos alimentamos mal, passei muito mal no domingo, dormimos mal, machucamos os joelhos e pés, mas... quer saber? Eu faria tudo novamente!

"Por quê?" você poderia se perguntar. Eu respondo de forma bem simples: porque eu estava ao lado do meu amor. Da menina que eu posso dizer "é ela"!

A melhor coisa do mundo realmente é amar. É uma sensação perfeita amar e ser amado. Se você nunca experimentou tamanha alegria, eu lhe desejo que consigas amar alguém e que sejas amado(a) da mesma forma que eu amo a menina que citei acima. Não vou citar nomes porque este blog nunca foi de pessoas, e sim de idéias.

Ela pode não ser perfeita. Mas, e daí? Eu sou? Não. Mas, quer saber? Já sonhei com uma princesa perfeita. Mas ela, com todos os defeitos, é ainda melhor que a princesa dos meus sonhos!

Te amo!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Um barco está seguro no ancoradouro, mas...

"Um barco, no ancoradouro, está seguro. Mas não é para isso que os barcos são feitos"

Há meios de evitar problemas. Basta não fazer nada.
Há meios de evitar trabalho. Basta não se comprometer.
Há meios de evitar dúvidas. Basta não procurar opções.
Há meios de evitar lágrimas. Basta não correr nenhum risco.

Mas, tudo isso funciona como um boomerang.

Sim, podemos evitar os problemas, simplesmente não fazendo nada.

Mas, ao não fazer nada, para evitar problemas, você apenas empurra os pequenos desafios para frente, e depois vai reencontrá-los muito maiores, como uma bola de neve que cresce até tornar-se uma avalanche.

É muito melhor resolver os problemas agora, enquanto são menores.

Sim, podemos evitar o trabalho, simplesmente evitando nosso comprometimento.

Mas, ao não comprometer-se, para evitar o trabalho, você apenas permite que as pequenas rachaduras que surgem, nas paredes da sua vida, se transformem em buracos enormes, que exigirão muito mais trabalho, quando a parede ameaçar cair.

É muito melhor comprometer-se agora, com o trabalho, enquanto é mais simples de executar.

Sim, podemos evitar as dúvidas, simplesmente fugindo das opções.

Mas ao fugir das opções, você apenas tornará sua vida uma sinfonia de uma nota só, sem possibilidades de novos caminhos, e tudo será sempre igual e raramente melhor. Até que você terá que aceitar qualquer opção, por ter sempre evitado as dúvidas.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Provérbio chinês

"Não tenha medo de crescer lentamente. Tenha medo de ficar parado"
Provérbio chinês


Sua vida se move devagar?

Não se preocupe com a velocidade com a qual as coisas acontecem. Preocupe-se primeiro com a direção. Busque seu sonho e continue caminhando, continue avançando, dia após dia.

Velocidade só importa quando a direção esta certa. E você, no fundo, sabe qual a direção certa.

Direção é MUITO mais importante que velocidade!

EXCELENTE FINAL DE SEMANA A TODOS(AS) QUERIDOS(AS) LEITORES(AS)!
;-)

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Tristeza de um soldado

(Historiador do cotidiano)

Prezado cel. Jorge Bastos Costa,

Se me permitir, quero fazer minhas as vossas palavras.

Concordo completamente com o senhor, incondicionalmente!

(Cel. Jorge Bastos Costa):

TRISTEZA DE UM SOLDADO

Quando eu era capitão,
Haviam coisas, então,
Que já me revoltavam.

As injustiças sociais,
Os pobres que passavam,
E as crianças que choravam,
Pela fome que passavam.

Lá, no interior de Minas,
Por onde muito andei,
Vi gente pobre lutando,
Peões ordenhando,
Lavradores plantando,
Senhores "enricando",
E seus empregados, suando.

E lá, no Nordeste,
Onde também labutei,
Tive a chance de ver,
As meninas nas praias,
Na beira das estradas,
Vendendo o que,
De mais puro tinham,
Pra poder sobreviver,
E gente que, vivendo,
A poucos metros da praia,
não tinha sequer,
Água para beber.

Depois, lá na Amazônia,
Selva, mosquito, calor
E isolamento enfrentando,
Estrada implantando,
Doenças se espalhando
Com índios morrendo
De gripe e hapatite,
Vi um de meus filhos,
Quase morrer,
Por uma simples bronquite.

Depois, já aqui no Rio,
Vi mais miséria, de perto,
Que nas cidades afastadas.
Meninas que iam pro cais,
Vender café e um cigarro,
Mas que, por um pouco mais,
Entravam em qualquer carro,
Que desmaiavam na rua,
Não por que com a bandeja
Não podiam agüentar,
Mas porque iam trabalhar
Sem um café da manhã,
Simplesmente porque
Nada tinham pra se alimentar.

Mas nem por isso,
Me rebelei.
Nem por isso,
Desertei,
Nem por isso,
Roubei armas
Dos quartéis
Onde passei.
Nem por isso,
Em nenhum momento,
Pensei em trair
O juramento,
Que eu acredito,
Solene,
De sempre
Servir meu país.

Mesmo afastado,
Das lides da caserna,
Continuo sendo
Um soldado.
E, hoje, desolado,
Sinto-me traído,
Desrespeitado,
Por ver que um
Bandido, desertor,
Traidor da Pátria
E, do juramento
Prestado
Foi engalanado.
Agora, só
Falta lhe dar
Medalha
Por bons serviços
Prestados.

Pode ele até
Ter a patente
E, oficialmente,
ser um general.
Mas, estivesse, ele, vivo,
E com toda a disciplina,
Que adquiri,
na vida militar
que vivi,
Eu juro, no pleno domínio,
De minha consciência:
Jamais, em tempo algum,
Haveria eu de lhe prestar,
A minha, regulamentar, continência.


Rio de Janeiro, 15 de junho de 2007.

Jorge Bastos Costa
Cel R/1

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Canção do expedicionário

Canção do expedicionário
(Exército Brasileiro)

Letra: Guilherme de Almeida
Música: Spartaco Rossi

Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Você sabe de onde eu venho?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Loteamento de cargos faz vítimas inocentes

(Cláudio Candiota Filho & Alcebíades Adil Santini)
 
Tragédia do vôo 3054 da TAM: associações culpam governo 18.07, 03h09
 
Loteamento de cargos faz mais vítimas inocentes
 
Não é possível continuar assistindo o massacre de inocentes. O caos aéreo e as tragédias começaram a ocorrer, exatamente, a partir do momento em que se retirou do Ministério da Aeronáutica a administração do Sistema de Aviação Civil. Isso não é coincidência. É o resultado da desprofissionalização do setor, da falta de subordinação entre órgãos e da quebra da hierarquia do sistema.
 
A Aeronáutica, organização altamente profissionalizada (e imune a loteamentos de cargos), administrou a aviação no Brasil de 1941 até março de 2006. Foram 65 (sessenta e cinco) anos de gestão. Sessenta e cinco anos, sem que nada sequer parecido com o que ocorreu nos últimos treze meses tivesse se verificado. Profissionais (militares) foram sendo substituídos por militantes políticos inexperientes. Órgãos que compõem o sistema de aviação civil foram inoculados com essa anomalia brasileira que a cada quatro anos distribui vinte e cinco mil cargos.
 
Essa prática é inédita no mundo. Igualmente inédito é o caos aéreo brasileiro que não encontra precedente em toda a história dotransporte aéreo mundial, desde Santos Dumont.
 
Pelo amor de Deus, devolvam o comando da aviação civil do País ao Ministério da Aeronáutica, única maneira de blindá-la a essa prática que está acabando com a administração pública brasileira. Acabem com o Ministério da Defesa e com a ANAC.
 
Restabeleça-se o organograma que administrou a aviação no Brasil, de 1941 até a criação dessas duas peças inúteis.
 
O que mais precisa acontecer? Quantas vidas vale um cargo? A aviação simplesmente não funciona sem profissionalismo, disciplina e hierarquia. Isso não existe mais. Enquanto esses três requisitos estiverem ausentes, o caos aéreo, as tragédias e as mortes vão continuar.
 
A ANDEP e o FÓRUM, por suas diretorias, manifestam sua dor pela perda de vidas de inocentes, entre as quais identifica amigos e conterrâneos.
 
Porto Alegre, 17 de julho de 2007.
 
Cláudio Candiota Filho
pres. ANDEP - Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo
 
Alcebíades Adil Santini
pres. FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR

sábado, 21 de julho de 2007

Faça o que pode, com o que tem, agora

Todos nós temos uma tendência a esperar. Esperar para fazer o que deve ser feito quando alguma condição qualquer tenha sido satisfeita, ou quando tivermos os recursos necessários, ou estivermos no lugar certo. Naturalmente, quando surge uma crise, parece que tudo isso aparece como mágica.

Já ouviu pessoas dizendo: "quando eu tiver dinheiro, serei feliz"... "quando eu sair de casa, tudo se resolverá"... ou "quando eu estiver na faculdade, tudo vai funcionar"... ou "quando eu começar a trabalhar, então tudo vai ser como eu quero"... ou "quando eu casar"... "quando eu tirar férias"... "quando eu me aposentar"...

Tem gente que diz até "quando eu morrer"...

Chegou a hora de parar com isso. Chegou a hora de entender que o momento é este. O momento é agora. Ou você começa agora, ou continuará adiando para um futuro que pode, ou não, acontecer.

Não estou dizendo que você deva terminar alguma coisa agora, mas sim começá-la. Sem ansiedade, mas com determinação.

Pegue seu sonho, por mais complexo que seja, e faça alguma coisa hoje, sobre ele. Pode ser algo muito pequeno, quase invisível. Mas tem que ser alguma coisa. Qualquer coisa é melhor que nada.

Muitas são as pessoas que acham que só poderão fazer algo, se for alguma coisa "grande". Bobagem. Nada começa grande. Até a maior baleia do planeta começou do tamanho de uma semente.

Se tudo o que você pode fazer, hoje, para se aproximar de seu sonho, é recortar uma figura e colar na parede, faça isso. Pelo menos você terá feito algo. Mas faça hoje. E use o que você tem agora. Se não tem cola, ou fita adesiva, para colar, prenda com um clipes. Se você não tem clipes, prenda com grampeador. Se não tem grampeador, dobre para colocar em um livro, diário, agenda ou caderno. Em outras palavras, use o que você tem, seja lá o que for.

E não espere estar em outro lugar para começar. Comece exatamente no lugar em que você está agora. Isso mesmo, não importa onde. Quantas pessoas deixam para começar algo quando estiverem no "lugar certo"! Mas o lugar certo é o lugar no qual você está agora. Não existe outro lugar certo. Todos os outros lugares são errados.

Fazer o que você pode, usar o que você tem e começar onde você está, é um modo de dizer: viva na realidade. Não viva no ontem ou no amanhã. Não existe nenhum outro modo de começar. Você sempre tem que usar o que você tem, sempre tem que começar onde você está e sempre fará apenas o que você pode fazer.

Se você tem apenas barro fofo e pedra lascada, use para construir o primeiro tijolo do seu castelo.

Mas faça algo hoje.

Como disse Theodore Roosevelt , "faça o que você pode, com o que você tem, no lugar onde você está".

E, se você fizer isso, e só isso, já estará na frente de 90% do planeta. Simplesmente agindo no único lugar do universo que você tem poderes de ação. Aqui. Apenas usando os recursos disponíveis para serem usados, que é aquilo que você tem. Apenas agindo no único tempo em que você existe. Agora.

Assim, você viverá na realidade. Realidade que, para muitos, é uma realidade alternativa - ironicamente, já que a maioria das pessoas vive no passado ou no futuro. Raras vivem no presente.

Bem vindo ao único ponto do universo no qual todos os seus poderes podem ser usados sem pestanejar.

Bem vindo ao agora.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Muitas vezes boas notícias chegam fantasiadas de notícias ruins

(Aldo Novak)

Muitas vezes, boas notícias chegam fantasiadas de notícias ruins.

Escutei isso de um cineasta que estava assistindo uma palestra que apresentei no Rio de Janeiro, recentemente. Marcelo Ferrão disse a frase como exemplo de algo que ensino, sobre a Lei da Atração.

E isso nos remete ao que seja, realmente, uma notícia ruim. Quantas coisas boas existem em sua vida, hoje, que você achou que eram notícias ruins, quando soube delas na primeira vez?

Há alguns anos, um associado contou a história sobre uma viagem de carro na qual, estranhamente, ele pareceu perder o controle do veículo por alguns segundos, reduzindo drasticamente a velocidade em um local no qual a velocidade média deveria ser bem maior. Naquele momento, ele ficou perplexo com a aparente "incompetência" e o fato de ter quase causado um acidente, com os veículos que vinham depois, que foram forçados a reduzir drasticamente suas velocidades também.

A notícia ruim era o fato de ele ter feito uma barbeiragem enorme.

Poucos segundos, depois disso, surgiu um problema real na pista e, se ele estivesse dirigindo na velocidade "correta", teria causado um acidente de proporções enormes, para ele e para os veículos que o seguiam.

A notícia boa é de que ele está vivo, assim como os outros motoristas.

De alguma forma, sua mente detectou que havia um problema na pista, talvez por meio de movimentos estranhos vindos dos outros veículos e pessoas, provavelmente, e seu corpo reagiu enquanto ainda era tempo, mesmo antes de sua detecção consciente do perigo que estava se aproximando, salvando sua vida e dos outros.

Não foi barbeiragem. Foi extrema habilidade.

A notícia ruim era, de fato, a notícia boa, fantasiada. Mas a primeira interpretação dela estava incorreta. Muitas vezes, boas notícias chegam fantasiadas de notícias ruins.

Então, aqui temos um paradigma. Como saber se uma notícia é realmente ruim ou boa?

Não podemos.

Qualquer tentativa de descobrir se uma notícia é ruim ou boa esbarra em uma limitação analítica, já que tudo na vida é ligado a tudo, tornando nula qualquer tentativa de "adivinhar" o futuro. Em física, conhecemos isso "teoria do caos", e pelo nome de Efeito Borboleta (por causa da frase "o bater de asas de uma borboleta, no Brasil, pode provocar uma tempestade nos Estados Unidos");

Em nossa vida, passamos por isso todo o tempo. Perdeu o emprego? Talvez seja exatamente isso que permitirá a você começar a trabalhar em seus sonhos, a partir de agora. O carro quebrou? Talvez seja isso que salvará você de um acidente, nesta viagem. Foi assaltado? Talvez isso o torne mais cuidadoso, ou faça você mudar de região, evitando algo muito pior, no futuro.

Seja o que for que aconteça com você, por pior que seja no momento em que acontece, será um componente essencial no quebra-cabeça de seu futuro.

Isso não significa que você deva se alegrar com as notícias ruins. Há o momento de entristecer-ser, de chorar e de aprender. Há o momento de ficar em seu casulo e sentir aquilo que você precisa sentir.

Mas cuidado.

Há pessoas que passam o dia reclamando, como se houvesse somente notícias ruins em seus dias; um carro um pouco mais lento, bloqueando o caminho, parece ter a mesma importância de uma guerra mundial; um cliente irado parece equivalente a um falecimento; uma resposta torta, de um familiar, parece o mesmo que ser mandado para a cadeira elétrica. Sabe aquela pessoa que ganha na loteria, mas o dia dela é destruído porque vai ter que pagar mais imposto? Pois é, há muita gente assim.

Pare com isso.

Não é fisicamente possível saber quando uma notícia é boa ou ruim, por pior que ela pareça. E, no fundo, todas as notícias têm um pouco das duas coisas. Por isso, a melhor estratégia é supor, e assumir conscientemente, que qualquer notícia seja uma boa notícia, mesmo que venha fantasiada de notícia ruim.

Não importa se é uma suposição real ou não, porque como ela não pode ser confirmada, assumir que seja uma notícia ruim vai enfraquecer você, suas decisões, suas percepções e sua vida. Assumir que é uma notícia boa vai fortalecer você, ajuda-lo a tomar decisões melhores e permitir que você tenha sua percepção e atenção mais amplas voltadas para resultados positivos.

Passo várias horas em aeroportos, aguardando meus vôos. Por isso, sempre que sou informado de que o vôo vai atrasar, e praticamente todos os vôos atrasam, atualmente, já assumo que isso é uma ótima notícia. Minha função, neste caso, é descobrir como aproveitar o tempo livre que ganhei, mesmo que seja para ficar no aeroporto sem fazer nada.

E, quando não descubro o lado bom da notícia fantasiada de ruim, ainda posso pensar que a notícia é boa, mesmo que eu não tenha entendido, ainda, de que forma.

Algumas pessoas acham que esta não é uma forma lógica de pensar. Então eu pergunto: qual a forma lógica? Aquela que tornará você mais fraco, infeliz, derrotista, insuportável? Que lógica existe, do ponto de vista biológico, em tornar-se menos apto no universo? Darwin já avisou o que acontece com quem não se adapta...

Aceitar uma notícia não é gostar de suas conseqüências. É procurar novos meios de seguir em frente, mais preparado e com ainda mais vontade, de uma forma muito mais calma, desestressante e inteligente de viver. Esta estratégia me deixa em um estado de equilíbrio interno, absolutamente necessário para que eu encontre oportunidades, tenha boas idéias, escreva melhor e tire o máximo proveito da vida.

Quando você sentir vontade de explodir, comum quando recebe uma notícia que parece ruim, lembre-se de que muitas vezes boas notícias chegam fantasiadas de notícias ruins. E assuma que esta é uma notícia boa, mesmo que você ainda não saiba como. Procure as razões boas para ela, e você pode muito bem encontrar o que ninguém mais encontra.

Depois de algum tempo, me conte o que aconteceu.

terça-feira, 17 de julho de 2007

LULAR - Nova palavra da língua portuguesa

(autor desconhecido)
 
LULAR - NOVA PALAVRA FOI ADICIONADA AO VOCABULÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA
 
Ei-la
 
Lular. [Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação. 1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo. 2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar. 3. Fingir, simular inocência angelical. 4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia. 5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa. 6. Tirar o cu da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu). 7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas. 8. Fraudar, iludir 9. Afirmar coisa que se sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios. 10. Voar com dinheiro alheio.

domingo, 15 de julho de 2007

Frase do dia

"Petista é igual a pardal: tem em tudo que é lugar, não serve pra nada, é feio, não canta e ainda caga o país inteiro."

(Autor desconhecido)

sexta-feira, 13 de julho de 2007

A evolução da dança

(Historiador do cotidiano)

Eu ri demais com esse vídeo. Só conheço cerca de 2/3 das músicas, mas mesmo assim foi bacana.

O Judson Laipply realmente mostra como as danças mudaram ao longo dos anos e estilos de música (pena que só tenha músicas estadunidenses).

Confira você mesmo no vídeo abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=dMH0bHeiRNg






# Hound Dog - Elvis Presley - 00:00
# The Twist - Chubby Checker - 00:14
# Stayin' Alive - The Bee Gees - 00:32
# Y.M.C.A. - The Village People - 00:39
# Kung Fu Fighting - Carl Douglas - 00:56
# Keep On - The Brady Bunch - 01:03
# Greased Lightnin' - John Travolta - 01:17
# You Shook Me All Night Long - AC/DC - 01:29
# Billie Jean - Michael Jackson - 01:42
# Thriller - Michael Jackson - 01:49
# Oompa Loompa - Willy Wonka and the Chocolate Factory - 01:59
# Mr. Roboto - Styx - 02:04
# Break Dance (Electric Boogie) - West Street Mob - 02:15
# Walk Like An Egyptian - The Bangles - 02:28
# The Chicken Dance - Bob Kames - 02:37
# Mony Mony - Billy Idol - 02:42
# Ice Ice Baby - Vanilla Ice - 02:58
# U Can't Touch This - MC Hammer - 03:12
# Love Shack - The B-52's - 03:42
# Apache - The Sugarhill Gang - ?
# Jump Around - House of Pain - 0402
# Baby Got Back - Sir Mix-A-Lot - ?
# Tubthumping - Chumbawamba - 04:14
# ? - 04:23
# What Is Love - Haddaway - 04:32
# Cotton Eye Joe - Rednex - 04:40
# Macarena - Los Del Rio - 05:01
# Bye Bye Bye - N'Sync - 05:06
# Lose Yourself - Eminem - 05:29
# Hey Ya! - Outkast - 05:32
# Dirt Off Your Shoulder - Jay-Z - 05:39
# Ice Ice Baby - Vanilla Ice - 05:49
# Bye Bye Bye - N'Sync - 05:52

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Filosofia versus psicologia

(Historiador do cotidiano)

Se...


Grandes mentes discutem idéias
Mentes médias discutem eventos
E mentes pequenas discutem pessoas...

Acho que já entendi a diferença entre filosofia e psicologia!
rs rs rs

E você, o que acha da afirmação acima?


Abraços, e uma excelente semana para ti

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Para refletir

(autor desconhecido)

Perguntou o discípulo ao mestre:
Como nos tornamos sábios?
O Mestre respondeu:
Boas escolhas.
E como fazemos boas escolhas?
Experiência - acrescentou o Mestre.
E como adquirimos experiência? - voltou o discípulo.
Más escolhas - disse o Mestre.

domingo, 1 de julho de 2007

Campanha do abraço

(Historiador do cotidiano)

Há algum tempo atrás, alguns meses, um australiano chamado Juan Mann resolveu fazer sua parte por um mundo melhor. Ele iniciou a campanha dos "free hugs" (abraços grátis), como vocês podem ver em: http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4



A idéia consiste em algo bem simples: abraçar! O mero fato de você abraçar todo mundo faz muito bem a todos! A campanha tomou proporções que não seriam possíveis sem a internet: Neste exato momento que digito este artigo, a comunidade do orkut "FREE HUGS [Abraços Grátis]" tem 14.548 membros, e isso só em termos de Brasil !

Se você entrar no YouTube, e digitar as palavras "free hugs", aparecerão vídeos da América do Sul, Central e do Norte, Europa, Ásia, Oceania... (só não vi ainda na África e no Oriente Médio, mas deve ter também). São pessoas ao redor do planeta abraçando as outras e, com isso, trazendo sentimentos melhores.

Aqui no Brasil, podemos dizer que o primeiro (pelo menos pelo que pesquisei) foi o Ary, o vídeo dele pode ser conferido em: http://www.youtube.com/watch?v=FNd_sBddLzM



Eu pessoalmente apóio essa campanha. Ontem fiz minha primeira experiência: numa festa da faculdade, abracei todo mundo quando cheguei, e todos que chegavam eu abraçava também. Alguns meninas ficaram sem entender direito mas o mais engraçado era a cara - visivelmente constrangida - dos homens.

Mas antes de ser engraçado, o importante é que eu percebi um clima bom. Mesmo algumas pessoas que eu mal falo foram simpáticas comigo ontem. Percebi in loco que o poder do abraço é muito maior do que sequer imaginei.

O próximo passo é preparar um cartaz e fazer a experiência na rua. Não quero publicidade, não quero a imprensa no meu pé, não pretendo nem sequer dizer meu nome, só mesmo sair à rua e abraçar pessoas. Fui inspirado pela campanha, quero fazer minha parte, e espero inspirar outras pessoas!

Você também pode participar dessa campanha! Basta preparar um cartaz escrito "abraços grátis" ou "dá um abraço?" e sair às ruas. Vale à pena! Será uma experiência que você se lembrará por toda a vida.

(se quiser melhorar ainda mais a experiência, quando abraçar alguém, diga sinceramente as palavras "muito obrigado").

A todos(as) vocês, queridos(as) leitores(as),
MEUS SINCEROS ABRAÇOS !

Arraiá

(Historiador do cotidiano)

Ave Maria, oxe mainha, pense num forró arretado de bom!

Acabei de chegar do arraiá da minha turma acadêmica. Foi a última festa antes da colação de grau - ou pelo menos não há outras previstas ainda. Foi muito bom. Dei início à campanha dos abraços grátis, foi divertido.

A festa começou meio morgada, mas chegou um trio de forrozeiros (um zabumbeiro, um sanfoneiro e um de triângulo) e a "poeira levantou". Lá pelas tantas, uma quadrilha improvisada. Fiquei com a noiva. Fiquei no sentido de par para dançar. Foi a quadrilha mais esculhambada que eu já vi, mas foi super super divertida. Valeu a pena.

Depois foi só dançar até o trio de forró ir embora. Não importa se cansava, se fazia bolha ou o que fosse. O importante era me divertir.

Saindo de lá, fomos acompanhar uma das pessoas que ia para casa, fazendo a "escolta". Ao todo éramos dois carros e uma motocicleta. Foi divertido dirigir (bem acima da velocidade permitida) naquela pista, desviando dos outros carros, etc, parecia cena de filme estadunidense!
:-)

E aqui estou. Hoje comecei a campanha do "abraço grátis", mas isso eu publico depois... agora vou é tomar um banho!

Abraços a todos!

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Desejo

(Historiador do cotidiano)

Tem horas que tudo que você precisa é de um abraço...

...apenas um único e sincero abraço...

...sem palavras.











http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4



Tristeza

(Historiador do cotidiano)

A lua no céu, com um sorriso maroto... cresce e me olha, a todos nós, e sua sombra reflete mais que sua luz.

Sinto, sinto muito, mas as palavras esvaem-se de mim... a beleza branca e de sardas não mais contesta Newton comigo, encontra-se em um horizonte platonizado, peirceano ou talvez saussureano mas, com absoluta quase certeza, Einstein manda lembranças.

Telefone, fone, tele... telenada, teletudo, tele-só, só... rio, como louco, como normal, rio... rio de muitos afluentes, muitas gotas, centenas ou nenhuma, apenas incontáveis.

Tu... tu... tu... eu? Não... a resposta mecânica eletromagnética - ou não - quem saberá?

Risos soltos. Espelho? Imagem refletida... Choro, e por que não?

(David) Gilmour e sua fender cantam, ressoam acusticamente... wish you were here, or not, or maybe, may be. Why? Or why not?

Se a vida é feita em curvas senóides, minha equação está desbalanceada.

Garçom, um pouco de carbono-14 por favor. E depois passa a régua que não agüentarei outra dose santaelliana, liga para o tele-Morpheu

Um abraço na testa, aperto de mão, um beijo ao ar...

E foi, sendo, agora, até mais, quase, bem... fui
(ou não)




(baseado em uma história real e atual...)

terça-feira, 26 de junho de 2007

Orkut II

(Historiador do cotidiano)

Desabafo:
Até agora ninguém deixou depoimentos para mim!
(no orkut)

:-(

Sumiço / orkut

(Historiador do cotidiano)

Pessoal, desculpe o sumiço. A monografia anda consumindo todo meu tempo.

Tenho lido, quase em média, um livro a cada dois dias. É um ritmo alucinante e desesperador.

Ah... e a novidade do dia é essa mudança do orkut:
Antes você entrava num perfil e tinha "fãs / recados / fotos / vídeos" e agora o orkut mudou tudo de posição! ("recados / fotos / vídeos / fãs", tudo bem, não mudou tanto assim).


Pensamento MEU do dia:
Os dias voam rápidos, esvaiem-se como as lembranças das asas do beija-flor...

sexta-feira, 22 de junho de 2007

A diferença de quem estuda

(autor desconhecido)
 
A DIFERENÇA DE QUEM ESTUDA
 
 
*QUANDO SE TEM DOUTORADO
*O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum Linneu, 1758, isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e arestas retilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera, Linneu, 1758. No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.
 
*QUANDO SE TEM MESTRADO:
*A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.
 
*QUANDO SE TEM GRADUAÇÃO:
*O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.
 
*QUANDO SE TEM ENSINO MÉDIO:*
Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.
 
*QUANDO SE TEM ENSINO FUNDAMENTAL:*
Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.
 
*QUANDO SE É PRESIDENTE DO BRASIL:
*Rapadura é doce, mas não é mole não!!!

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Desabafo II - Murphy contra-ataca

(Historiador do cotidiano)

Estou novamente mal. De verdade. Me sinto completamente abandonado.

Algumas pessoas que lêem o blog e têm contato com minha vida real - fora da fascinação píxea - sabem que estou no último ano da faculdade e, por conseqüência, ano de monografia!

Essencialmente todas as demais pessoas da minha turma optaram por trabalhos de conclusão em grupos. Eu fiquei só, primeiro porque meu tema é espinhoso e difícil; segundo porque minha área de pesquisa nem tivemos aulas direito, ninguém sabe bem.

No início do ano tive a primeira baixa da minha monografia: a minha principal fonte de informações negou completamente qualquer dado que viesse a ser útil por motivos institucionais.

Semana passada me vem a segunda baixa: A pessoa, professor, que eu tinha como orientador simplesmente abandonou tudo, a faculdade, e saiu! Estou completamente "desorientado", mais perdido que cego em tiroteio. E era a única pessoa especializada no meu tema e/ou área de pesquisa. Tenho o celular, o telefone fixo, o endereço... mas nada resolve se a pessoa não tiver tempo para me atender!

Agora me vem a terceira baixa: nenhum dos demais professores têm disponibilidade para me assumir como orientando. Todos estão acima da quota em termos de quantidade de serviços como também de orientandos.

Resumindo: (1) estou sem fonte; (2) sem orientador, e; (3) sem apoio de qualquer tipo.

Se você me perguntar se me sinto abandonado? ESTOU ABANDONADO E MEIO !!!
(e devido à mudanças nas regras da faculdade, estou com um prazo de pouco mais de um mês para concluir a monografia; e não os sete a oito meses que teria no cronograma original)


Tudo o que eu queria agora era só um abraço...

A vida está nos detalhes

(Historiador do cotidiano)

A vida é feita de detalhes. Não acredita? Olhe ao seu redor.

Você não vive de enormes momentos a cada instante, mas é a cada vez que você respira, a cada vez que seus olhos piscam ou que um músculo se contrai, ou mesmo quando qualquer sombra de pensamento foge fulgaz da sua mente... são essas as pistas que você vive, ou sobrevive.

Por que as pessoas vivem infelizes? Existem várias teorias, uma das minhas é porque elas não enxergam os detalhes. Se a cada vez que ela movesse qualquer parte do corpo, agradecesse à Deus por estar viva, a cada olhar agradecer porque tem visão, a cada música agradecer por ter audição... você começará a dar mais valor à sua própria vida!

E nos detalhes também estão as (deliciosas) responsabilidades. Se você recebe um projeto de seis meses no trabalho ou faculdade, é porque você tem competência para fazê-lo (ou desenvolverá durante o projeto, conforme inclusive já tiver sido previsto pelo professor ou superior hierárquico).

Mas a responsabilidade está em não adiar as coisas, em fazer o que tem que ser feito! Se você vai viajar amanhã ou depois (ou vai ter uma festa, ou evento que for), páre desde hoje de comer baganas. Senão correrá o risco de findar tendo dor de barriga e não poder tomar parte do acontecimento.

Nesse mesmo instante páre tudo! Perceba que você só concorda com o que falei até agora porque você sabe ler! No meu trabalho tem uma senhora com seus quase 70 anos que não sabe... imagine quanta coisa interessante ela já deixou de fazer ou aprender porque não sabia ler. Agora tente lembrar quanta coisa boa já aconteceu com você pelo mero fato de você saber ler!

A vida é feita de infinitos pequenos detalhes somados. Lembre-se disso...

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Provérbio iuguslávio

(Historiador do cotidiano)
Provérbio iuguslávio (atual Sérvia):
"Diga a verdade e saia correndo"
Mas o pior de tudo é que é é verdade: as pessoas não aceitam as verdades, na realidade - maior parte das vezes - as pessoas sequer estão aptas ou prontas a terem contato com a verdade.
A verdade dói, machuca, desentranha de dentro de cada um de nós algumas coisas que preferíamos deixá-las no esquecimento.
Se ouvir a verdade é ruim, imagine falar! São poucas, pouquíssimas pessoas que são boas reveladoras da verdade. Sim, porque não é apenas vomitar aquelas informações na cara de outrém mas envolve toda uma preparação.
Uma coisa que observo muito é sobre as mulheres cometerem "sincericídios": suicídios de relacionamentos baseados na exacerbação da sinceridade. Normalmente não nos pegamos em detalhes e, o que é passado que permaneça lá.
Fiz coisas das quais me orgulho e outras nem tanto. Mas todas elas constituem MEU passado, não de outrém. Então neste ponto considero errado pessoas fazerem de suas vidas verdadeiros livros abertos. Não são. Têm sempre que faltar algumas páginas. Sempre...
Então se a verdade é cruel, o sincericídio é o alto mais desvairado dessa maluquice toda que é ser vivo.
Seja sincero(a), verdadeiro(a) e honesto(a), mas não me venha com sincericídios que só irão prejudicar nossa amizade.
"Não tente. Faça ou não faça; não existe o tentar" (Yoda). Não existe mesmo o tentar... quem tenta fazer dieta nunca faz. Quem tenta perder peso nunca perde. Só quem decide fazer é que faz. Só quem decide ser verdadeiro é que merece as glórias.
A todos que sabem serem sinceros, verdadeiros e honestos, sem cometerem sincericídios, MEUS PARABÉNS!
Desejo uma excelente quinta-feira a todos!
(e preparem-se, já está aberta a temporada de arraiás!)
:-)

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Mentes grandes, médias e pequenas

(Historiador do cotidiano)


Grandes mentes discutem idéias

Mentes médias discutem eventos

Mentes pequenas discutem pessoas


E você, discute sobre o que?

Dez coisas que levei anos para aprender

(autor desconhecido)

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma pessoa boa. (Essa é muito importante. Preste atenção, nunca falha);
2. As pessoas que querem compartilhar a visão religiosa delas com você, quase nunca querem que você compartilhe a sua com elas;
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance!
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca;
5. Não confunda nunca sua carreira com a sua vida;
6. Jamais, sob qualquer pretexto ou circunstância, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite;
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana nunca atingiu (e nunca atingirá) todo seu potencial, essa palavra seria "reuniões!"
8. Há uma linha muito tênue entre "hobbie" e "doença mental";
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito;
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se que um amador construiu a Arca; e um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Quero um dia poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe... que vale a pena se doar as amizades às pessoas... que a vida é bela sim... que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!

sábado, 2 de junho de 2007

Dance primeiro, pense depois

(Historiador do cotidiano)

Existem algumas coisas na vida que são estapafurdiamente prazerosas, e nem nos damos conta disso.

A primeira dela é a corrida. Ora, nós nascemos para correr. Bote um tênis e vá correr na praia. A praia não se importa se você está de bom ou mal humor, se você é bem sucedido ou anda em crise, se tem uma namorada bonita ou uma que te faça feliz, se você é alto, magro, gordo, magrelo, branco, moreno, ou o que for. A praia só pede que você vá até ela, de graça, e corra. Só corra.

Somos feitos para correr. A sensação de bem estar físico após uma corrida é indescritível - além de melhorar o condicionamento (e tantas outras melhorias que não tenho nem como descrever aqui).


A outra coisa é dançar. Nosso corpo se move naturalmente... ele pede a poesia surda da dança. É maravilhoso dançar. Você se sente bem, você está em harmonia com a natureza que lhe cerca.

Assim, quero que vocês vejam o vídeo a seguir. Encontrei ele no orkut, na página de uma dançarina. Viver, correr e dançar... viver... ah que delícia me sentir vivo!

(E se você não sabe dançar, não se preocupe, é só treino. Você não nasceu sabendo das coisas afinal)


O vídeo se chama "Dance to inspire, inspire to dance", do Eddie Uehara, e está disponível no enlace:
http://www.youtube.com/watch?v=9ALtIwy77RU




Dance primeiro, pense depois...

é a ordem natural das coisas!

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Filosofia Playmobil

(Historiador do cotidiano)

Frase do dia

FILOSOFIA PLAYMOBIL:

"Nada do que você possa fazer vai tirar esse sorriso do meu rosto!"

Hoje é sexta-feira!!! Excelente final de semana a todo mundo!
:-)

Beijos e ficadas na faculdade

(Historiador do cotidiano)

Sei que esse post parece estranho. Mas vi ontem ou anteontem um mapa da minha turma, quem tinha beijado quem.

Me creditaram duas jovens. Uma tudo bem, namorei. Mas a outra não existe nexo em colocar ela na lista.

Estava refletindo, e fui lembrar de quem já beijei no meu campus.

Que saíram do curso, mas entraram conosco: só lembro de duas meninas, a S e a S
Que saíram do curso, já formadas: tem mais duas... a A e a D
Que mudaram de turma, mas continuaram no curso (e não vão se formar conosco): só uma, V
Do mesmo campus mas de outros cursos: só lembro da R.
Além da ex que é da minha sala, já citada.

Isso de 2004 até a data atual. Realmente pelo que vejo, não sou o maior ficador, mas fiz alguma história no curso. Se eu lembrar de mais gente, reatualizo esse artigo.

Abraços

domingo, 27 de maio de 2007

Blog sob medida

(Historiador do cotidiano)

Olá, muito bom dia (ou tarde, ou noite, ou o que for)...
:-)


O blog do Historiador do Cotidiano vai mudar! E é a sua vez de dizer como ele deverá ficar, ou que assuntos deverá abordar!

Faça seu comentário: diga o que gostaria de ler aqui, ou o que gostaria de ver diferente aqui no blog.

Conto contigo viu!

Abraços, e um excelente final de semana pra ti

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Realidade... ou não

(Historiador do cotidiano)

Começo a questionar a realidade. Ela não é tão física quanto tenho a sensação de tocá-la. Primeiramente que não vemos as coisas, vemos a luz que é refletida delas (ou emitida em caso de lâmpadas, televisores ou sol).

No MSN hoje tive uma conversa estranha... leia e me conte o que achou:

A pessoa me falou que "
a vida é assim mesmo; a vida só é vida porque é um conto de fatos, e não um conto de fadas"

Será?

- Já ouviu falar em RPG?
- É um jogo onde vocês criam uma situação e interpretam aquilo como se fosse realidade
- Certo... abstraia o aspecto "jogo", tire o G da sigla. Então o que você entenderia por RP?
- Realidade interpretada
- Realidade interpretada ou paralela?
- Paralela
- Porque a interpretação da realidade paralela é o fazer o RP, mas não é o RP
- ...
- Certo... Então temos pessoas com realidades reais imersas em universos paralelos, correto?
- Mas tem gente que fica doido com isso. Pelo menos fica sem noção. Conheço bem uns três que se esqueceram da própria realidade, para viver isso daí
- E o que é a própria realidade? (não responda, vamos voltar ao escopo principal): Certo... então temos pessoas com realidades reais imersas em universos paralelos, correto?
- Mas nem todo mundo vive isso de realidades paralelas
- Será?
- Então a vida também é um conto de fadas para jogadores de rpg? É isso que você quer me dizer? Eu não vivo essa imersão
- Não, o que quero provar é que a vida é um conto de fadas para todo mundo. Mas vamos devagar que o andor é de barro.
- Entendo o que você quer concluir: nossos planos e metas da vida
- Não exatamente. (...) Veja bem, você disse que nem todo mundo vive isso... Bem... Você já notou que bacana conversarmos ao vivo como agora? Olhando um no olho do outro e sentindo o vento frio da noite?
- (...)
- Ops, não estamos ao vivo! A minha realidade física não é a sua... Estamos trocando bits de cor através de vias expressas de eletromagnetismo
- Hum... concordo
- Então a realidade da nossa conversa é abstrata. Sendo abstrata, ela é paralela, não real
- Mas a conversa é real! E o contato é abstrato!
- Não. A sensação da conversa é real, a conversa em si não
- Você tem certeza que é de comunicação? Não de filosofia?
- Tenho, por isso questiono a própria comunicação. Mas vamos lá...
- Tudo bem, de forma não imaginada antes mas... admito que concordo com você
- Temos uma comunicação em um ambiente abstrato, mas estamos essencialmente inseridos na realidade paralela
- Hum... prossiga
- Então essa imersão em realidades paralelas (leia-se "RP" ) acontece com mais freqüência do que imaginamos, em tempo presente (...) (não em tempo futuro quando falamos em metas e planos)
- Ave Maria... quanta informação de uma só vez
- Então me diz o que você está achando da transformação em real do conceito de abstração da realidade que antes você imaginava só existir nos jogos?
- Interessante, mas como você conclui, até o presente instante?
- A minha conclusão é que temos um cisco no olho que não nos permite ver a realidade real: que vivemos imersos em realidades paralelas mais do que em reais


E pára por aqui. A continuação dessa conversa será publicada outro dia. Se você achou que a abstração foi longe demais agora, tem que ver a segunda parte.
rs rs rs

E aí? Começou a ver o RP com outros olhos?

Feliz Star Wars!

(Historiador do cotidiano)

Hoje é um aniversário histórico! Em 25 de maio de 1977 era lançado o 1º filme da série Guerra nas Estrelas (star wars): "Episódio IV - Uma nova esperança".

O filme, revolucionário, mostrava uma saga que ocorreu há muito tempo atrás em uma galáxia muito muito longe...
("a long time ago in a galaxy, far, far away...")

A película revolucionou o pensar e o fazer cinema. Com conceitos inovadores, a história foi construída essencialmente tendo como base a mitologia e a filosofia. Simplesmente perfeita.

A história mostra heróis estóicos, conhecidos como "Jedis", que são uma espécie de samurais à serviço da Força ("que é um todo e está em todos os seres vivos", explica Obi-Wan).

Se você ainda não assistiu, está perdendo muita, MUITA coisa mesmo.

O filme contava com atores até então quase desconhecidos, como Mark Hamill (Luke Skywalker), Harrison Ford (Han Solo), Carrie Fisher (princesa Léia Organa) e Peter Mayhew (Chewbacca), além do veterano Alec Guinness no papel do mestre jedi Obi-Wan Kenobi.

Escrito e produzido por George Lucas, o "Guerra nas estrelas - ep. 4: uma nova esperança" ganhou seis oscar (das dez categorias que foi indicado) além de mais um prêmio especial. Ganhou também outros 25 prêmios em outros festivais de cinema.

Toda a série de Guerra nas Estrelas me marcou muito.
Eu recomendo!

Para maiores informações, consulte:
http://www.imdb.com/title/tt0076759/


quinta-feira, 24 de maio de 2007

O que a semiótica diria disso?

O que a semiótica diria disso?

Guerra de nervos no trabalho

(Historiador do cotidiano)

Guerra de nervos no trabalho
Frustração, irritação, uso de drogas e passividade durante o tempo livre podem ser sinal de estresse ocupacional; as conseqüências para a saúde se tornam mais dramáticas com o envelhecimento.

(por Anna-Marie Metz e Heinz-Jürgen Rothe)

Se interessou? Leia a matéria completa aqui: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/guerra_de_nervos_no_trabalho.html

Caminhão do futuro

(Historiador do cotidiano)

Dizem que não só a tecnologia que evolui, os projetos visuais também.


Tudo bem, não sei se é uma inovação mas pelo menos é uma mudança.

Quem quiser conferir a matéria completa: http://icarros.uol.com.br/icarros/noticias/noticia.jsp?id=3555

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Sobre ações certas e erradas

(Historiador do cotidiano)

Hoje quero apenas deixar uma frase do filósofo John Stuart Mill, que viveu no século XIX, sobre nossas ações e atitudes:

"As ações são certas na medida que promovem a felicidade; são erradas na medida em que produzem o inverso da felicidade"

(Extraído do livro: MILL, John Stuart. Utilitarism. 2a edição. Indianópolis (EUA): Hackett, 2001; página 7)

domingo, 20 de maio de 2007

Sobre relacionamentos

(Historiador do cotidiano)

Fragmento extraído de e-mail que acabei de enviar:

Essa questão do gostar de alguém é complicada. As mulheres insistem muito em discussões de relacionamento (DR's), que é uma coisa que nós homens corremos fora.

Ando lendo sobre filosofia e a teoria libertina tem me fascinado: ela estuda que não é o amor que leva ao contato físico e sim ao contrário. Ou seja, quando estamos bem fazemos amor, mas quando não estamos, não fazemos. Esse não fazer gera um distanciamento maior, que é agravado com as brigas, que por sua vez geram mais distanciamento... e então cai-se num ciclo vicioso que, inevitavelmente, culminará no desgaste e conseqüente término da relação.

Talvez se as pessoas tentassem o caminho inverso, fossem mais felizes: homens gostam do contato físico, não de discutir relacionamento. Eles podem amar como for as mulheres, fazerem tudo para elas e não questionarem nada. Mas mesmo assim, TODOS OS HOMENS DETESTAM DISCUTIR RELACIONAMENTO. Odeiam mesmo. Eles fogem das DR's como o coisa ruim foge da Cruz. Um homem pode amar uma mulher o máximo que for possível, mas se ela insistir em DRs ele vai acabar o namoro. Ele prefere ficar só do que discutir relacionamento. Falo isso embasado nas conversas com todos os homens que conheço.

Então as mulheres não podem vir com chorumelas dizendo que fazem a parte delas. Não fazem. Chegam nem perto. A maior parte das mulheres entra em namoros já com o pé esquerdo, porque:
1. Esperam que o cara reconquiste elas todos os dias; mas não faz nada para conquistá-los
2. Esperam mil surpresas; mas não fazem nenhuma
3. Esperam que o homem as defendam emocionalmente; quando na realidade elas que deveriam ser fortes
4. Submetem suas emoções à fatores até como se vai chover; enquanto nenhum homem gosta de ser "muleta emocional"
5. Acreditam que ficar falando sobre relacionamento vai melhorar ele; enquanto os homens compreendem que não existe uma entidade física chamada relacionamento

Dentre outros pontos que prefiro não mencionar.

Esse quinto ponto é importantíssimo: as mulheres lidam com relacionamentos como se fossem seres vivos, entidades físicas. Não são. Os homens consideram que as pessoas namoram, e estão juntas, porque ambas são pessoas de bem com a vida que quando estão juntos se divertem, riem, brincam, conversam muito. Então o namoro é estar ao lado de uma pessoa feliz. Se aquela pessoa do seu lado vive triste, os homens se sentem muletas emocionais tendo que ouvir por horas a fio alguém resmungar do seu lado, e depois vem dizer que tem que botar para fora o que pensa senão vai ficar ruim o relacionamento; quando é exatamente o contrário: estamos juntos porque gostamos de estarmos juntos nos momentos felizes.

Recomendo que vocês leiam dois textos do meu blog:
http://historiadordocotidiano.blogspot.com/2007/01/medo-de-perder.html - Sobre o medo de perder, escrito pelo psicólogo Antônio Roberto Soares, e;
http://historiadordocotidiano.blogspot.com/2006/12/sobre-postura-das-mulheres-na.html - onde analiso o que penso sobre o comportamento das mulheres

EDIÇÃO DO ARTIGO: Abaixo segue a resposta que recebi, envolvendo o aspecto acima comentado.

Oie,

Gostei muito de tuas palavras, mas acho que tem um pouco de preconceito. Não acho que as mulheres gostam de DR's, acho que elas procuram organizar mais o que está saindo do trilho e às vezes cometem excessos, levando assim a muitas discussões. Na minha experiência profissional de psicóloga tenho visto muitos homens procurando ajuda porque estão justamente sentindo falta de discutir suas relações e acabam fantasiando que suas companheiras não estão mais os amando ou estão tendo um caso.

O que percebo é que depende muito da personalidade de cada um e do encontro do casal (nota do blogueiro: encontro em termos de quantidade e qualidade). Isso é que determina se eles são mais ou menos questionadores no relacionamento.


EDIÇÃO DO ARTIGO: E agora a resposta que enviei.

Olá,

Sei que existem homens que até não pensam como eu - viva a diversidade! - mas não são maioria.

(...)

Eu tento seguir uma cultura de não-questionamento. É quase um pensamento estóico ao afirmar que a felicidade se encontra na não-felicidade, ou seja, a abstração do conceito de felicidade. Pense na questão de andar: nós simplesmente andamos, não paramos para buscar o conceito de como é andar. Diz a lenda que se você perguntar a uma centopéia como ela consegue andar com tantas pernas, ela não vai mais conseguir andar porque vai se concentrar no conceito de andar. O andar é dificílimo (por isso que a robótica hoje em dia não fez ainda - em larga escala e com eficiência - robôs humanóides, como aqueles dos filmes "Blade Runner", "Eu, robô" ou mesmo o simpático C-3PO de "Guerra nas estrelas"), mas nós andamos porque não nos concentramos no conceito de andar, simplesmente andamos!

Análogamente, se buscamos a felicidade, dividimos nossos pensamentos em duas vias: na felicidade e na busca dela. Se trabalharmos com a não-felicidade (ou seja, com a quebra do conceito da busca da felicidade) eliminaremos a busca pela felicidade e seremos apenas felizes!

Simples né? Mas muita gente não consegue perceber isso.

Dizem que a verdade nos libertará. Se a verdade é o destino e a liberdade a conseqüência, eu acredito que a filosofia é o caminho.
:-)

sábado, 19 de maio de 2007

Surpresa!

(Historiador do cotidiano)

Artigo rapidinho pois estou indo dormir. Passei mal o dia inteiro.

Vamos lá:


Ouvi dizer por aí que "homem de verdade não é aquele que conquista várias mulheres, e sim aquele que conquista a mesma várias vezes". Ouvi de uma mulher.

Sim, é ÓBVIO que precisamos reconquistar as nossas amadas diariamente. Vou até além: a conquista não se dá por grandes gestos em grandes situações, mas nas pequenas coisas do cotidiano. É nos mínimos detalhes que você fará diferença!

Mas, êpa! E as mulheres? Não precisam reconquistar seus homens?

Essa questão de conquistar os homens... para uma mulher me conquistar, eu adoro... surpresas!

Sim! Sou fascinado pela inteligência humana, em especial pela feminina.

Se uma mulher quiser me conquistar, tem que fazer uma surpresa bacana. O flerte é importante, óbvio, mas as surpresas é que me deixam arriado.


Então mulheres, por favor, reconquistem seus homens! Deixem desse machismo que só o homem tem que reconquistar as mulheres. NÃO! As mulheres também têm que reconquistar seus homens!

Assim, ao invés de perderem tempo com DRs (discussões de relacionamento) - que só fazem encher o saco dos homens e não resulta em nada positivo - preparem para eles uma surpresa boa.

Eu, particularmente, adoro surpresas inteligentes e criativas!
:-)

Abraços a você, querida(o) leitor. Você é especial para mim!
Desejo-lhe um excelente final de semana!

Dor!

(Historiador do cotidiano)

Hoje já é o segundo dia seguido que amanheço e passo o resto do dia com dores abdominais.

Se amanhecer de novo neste sábado, vou direto para o hospital saber o que é. Quero nem saber do curso.
:-(

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Ditador Hugo Chávez censura imprensa!

(Historiador do cotidiano)

Meus queridos leitores, eu fico realmente PUTO quando um filho da puta feito esse venezuelano ditador comunista (ou socialista, dá no mesmo, é tudo merda do mesmo saco) insano e arbitrário fode com população.

Leiam na íntegra a matéria extraída de:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2007/05/18/ult34u181182.jhtm

"18/05/2007 - 17h32
RCTV sairá do ar na Venezuela após 53 anos de transmissão
De Nina Negrón
Em Carácas

A emissora privada RCTV, que faz uma forte oposição ao governo, sairá do ar em uma semana, após 53 anos de transmissões, depois que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, decidiu não renovar sua concessão, uma das medidas mais polêmicas de seus oito anos de governo.

A RCTV, que combina os segmentos de informação e opinião com os de entretenimento 24 horas, é a única rede de TV de alcance nacional, em VHF, e mantém uma linha editorial de clara oposição ao governo Chávez.

A Globovisión, outra emissora de transmissão 24 horas e também de oposição ao governo, tem alcance limitado a Caracas e a Valencia, na banda UHF.

A não renovação da licença de transmissão da RCTV, anunciada pelo próprio Chávez em dezembro passado, é até agora a medida mais impopular já tomada pelo presidente, com rejeição de 70% a 80% da população, que a considera "arbitrária e personalista", de acordo com as pesquisas.

O diretor do canal, Eduardo Sapene, alega que "a única razão para fechar a RCTV é política. É contra os que pensam diferente do governo. É um fechamento ilegal e arbitrário. Chama-se abuso de poder ou totalitarismo".

Já o governo justifica a medida com a necessidade de ceder a freqüência para uma nova TV de serviço público, que começará a operar em 28 de maio, 10 ou 15 minutos após a extinção do sinal da RCTV.

O ex-ministro de Comunicação e atual diretor da TV multiestatal Telesur, Andrés Izarra, comentou que "o espectro radioelétrico é um bem limitado" e, com essa decisão, "ganha-se um espaço para democratizar a comunicação na Venezuela".

Para Izarra, "perde-se muito pouco" com a saída do ar da RCTV, pois "a 'televisão lixo' era o que dominava nesses espaços de entretenimento".

Para ocupar o espaço que a RCTV deixará em aberto, o governo de Chávez criou a Fundação Teves, que receberá um capital inicial de 4 milhões de dólares e cujo conselho de diretores será nomeado pelo Ministério da Comunicação e Informação.

Ainda não se sabe quem fará parte deste conselho e qual será a programação inicial da nova rede.

Com a criação da Teves, o Estado controlará dois canais de alcance nacional na freqüência VHF, e outros três continuam sendo privados.

Sobre o risco de que se percam espaços de expressão de idéias contrárias à linha governista, Izarra defendeu que "o espaço natural de confluência de fatores na democracia é a Assembléia Nacional. A oposição decidiu não ir às eleições (legislativas de 2005)".

"Se não querem sequer participar dos espaços mais elementares do debate político, o que se vai dizer da mídia. Os veículos de comunicação são espaços de expressão das opiniões políticas, mas não são atores políticos", frisou.

No sábado, a oposição fará uma grande passeata em Caracas contra o fim da concessão, enquanto o ministro da Comunicação, Willian Lara, anuncia uma "festa popular em toda a Venezuela" para a noite de 27 a 28 de maio.
"
É UM ABSURDO!!!
Muitas vezes o governo militar vem resolver problemas sérios. No Brasil e no Chile foi assim: os militares assumiram o governo não como revolução, mas como contra-revolução comunista que estava prestes a transformar o Brasil em outra Cuba.
Na Venezuela o que ocorre é o contrário: o sargento Hugo Chávez (que foi promovido à coronel depois que assumiu a Presidência) é comunista/socialista e quer transformar toda a América do Sul - e América Central - em novos pólos social-comunistas como é a falida e fracassada Cuba, e como faliu a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
O ditador Hugo Chávez já conseguiu poderes absurdos para si próprio. Há alguns anos atrás, alguns militares verdadeiros patriotas da Venezuela conseguiram derrubar a ditadura de Chavéz, mas o sabor durou pouco: apoiado por milícias (assim como aqui no Brasil tem o MST), Chávez conseguiu retomar o poder e castrar aqueles que queriam uma Venezuela democrática e livre.
E não basta isso. O ditador Chávez se aliou ao comunista da Argentina e o narco-traficante-índio da Bolívia. O filho da puta está consolidando - quase à força - uma ditadura e uma influência social-comunista na América do Sul.
O Brasil tem, paulatinamente, aberto as pernas para a Venezuela. E a coisa só tende a piorar se o governo do barbudo daqui não resolver tomar as rédeas do seu rumo. Temos que dizer BASTA à essa "Chavezação" do Brasil. Temos que dar um BASTA AOS COMUNISTAS. O modelo social-comunista não presta, é falido. Vejam Cuba! Cuba não é nada mais que um reduto de pessoas loucas para abandonar aquela ilha. Se lá disserem: "Cubanos, amem ou deixem Cuba", vai faltar barco para o povo sair dali.
BASTA !
Independência ou morte!
BRASIL !

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Pesquisa de opinião!

(Historiador do cotidiano)

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

Favor responder a questão abaixo:

Segundo o Gen. Patton (US Army) “não se ganha uma guerra morrendo por seu país e sim fazendo com que os idiotas que defendem o outro lado morram pelo país deles”.
Observando tal depoimento, e segundo seus próprios conceitos morais e éticos, comente a afirmação abaixo
:

“As Forças Armadas, em missão de defesa ou ataque, devem dispor de recursos que atinjam a moral da tropa inimiga, abalando-os emocionalmente fazendo com que desistam de enfrentar nossos militares, evitando assim banhos de sangue. Então está dentro da legalidade manipularmos o teatro de operações de modo que os nossos inimigos abandonem seus postos, se revoltem contra seus comandantes ou se suicidem. Tudo isso para poupar a vida dos nossos filhos, filhas, pais, mães e irmãos”

Crítica da mídia: 10 impasses

(Historiador do cotidiano)

Análise do artigo “dez impasses para uma efetiva crítica da mídia no Brasil” foi apresentado pelo então doutorando Rogério Christofoletti no Intercom 2003, em Belo Horizonte. O original pode ser acessado através deste link:
http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/4395/1/NP2CHRISTOFOLETTI.pdf

A peça trata sobre dez pontos considerados fundamentais que impedem um progresso ético das mídias brasileiras (apesar de, aparentemente, não ser um quadro isolado ao Brasil).

Como abertura, o autor cita Ciro Marcondes Filho: “Uma sociedade sem crítica é uma sociedade morta”.

O jornalista começa citando o caso do suicídio de um policial militar de São Paulo, transmitido ao vivo pela Rede Record (sim, aquela mesma de evangélicos, que abordou a espetacularização do sofrimento humano ao limite).

Dos dez impasses, o primeiro citado é a “concentração e oligopólio” dos veículos de comunicação. Ora, no Brasil cerca de sete grupos controlem mais de 80% do que é visto, ouvido e lido pelos brasileiros. É uma situação crítica pois demonstra uma mídia presa à poucas opiniões, sem poder fugir das linhas editoriais impostas pelos pagadores de salários gordos. Como demonstrativo, o autor cita que no Brasil existiam em 2003 cerca de 41,1 milhões de domicílios com aparelhos de televisão, o que supera por larga margem o número de domicílios com refrigeradores.

O segundo impasse é a “propriedade cruzada e domínio de conteúdo”, que aborda a questão que uma família (ou grupo) pode ser proprietária de diversos veículos de comunicação. Ou seja: quem tem uma concessão de televisão, tem também uma de rádio, tem um jornal impresso, um portal de notícias, e assim por diante. Então não são produzidas informações novas, pelo contrário, os brasileiros são apenas bombardeados com a repetição de conteúdos para que essa massificação faça com que ele aceite sem questionar.

Impasse terceiro, o “coronelismo eletrônico”, é - para o autor - um sério agravante pois ele explica que as concessões de televisão e rádio (sim, você precisa de uma concessão federal para ter algum dos dois veículos) são, em sua maioria, fornecidas apenas a políticos. Assim, nada mais seria que a extensão da influência do curral eleitoral desses políticos para os meios eletrônicos de divulgação de notícias de interesses dos políticos, não dos cidadãos.

Quarto item, ou impasse, é o “dial restrito” que se configura em quase nenhuma brecha para ingresso de novos veículos na exploração do negócio da comunicação, assim o lobbie exercido pelas grandes emissoras de rádio e televisão faz o espectro midiático tornar-se quase exclusividade para rádios e televisões comerciais de grande porte.

Quinto impasse, as “concessões infinitas”, é um ponto complicado pois mostra que as concessões federais às mídias (rádio e televisão) deveriam ser suspensas pois as mídias não estariam cumprindo as contrapartidas de qualidade e conteúdo exigidas por lei. Mas como os veículos midiáticos têm grande poder de penetração, e estão concentrados nas mãos de grupos com influência política (quando não na mão dos próprios políticos), praticamente inexiste no Brasil a cassação de concessões, o que praticamente inviabiliza o controle social da qualidade midiática.

“Lei de imprensa caduca”, o sexto impasse, aborda o ponto que a “Lei de imprensa” (Lei federal 5.250/67) foi extremamente importante mas com a rápida reconfiguração das comunicações, a lei tornou-se obsoleta e com definições e ações que já não podem ser consideradas atuais. Assim torna-se patente a necessidade de novas leis que regulem os abusos da imprensa, mas tais projetos de lei sequer saem do Congresso Nacional pois ficam retidas em comissões - compostas de políticos donos de concessões de rádio e televisão - que dificultam a todos custo que tais leis sejam aprovadas.

“Inoperância dos conselhos de comunicação” é o sétimo impasse - ou melhor, sétima lástima jornalística - pois demonstra a falta de organização dos jornalistas em criar, desenvolver e manter organizações de classe que sejam eficientes, que combatam desvios éticos da profissão, e que defendam os interesses midiáticos da população brasileira.

Já o oitavo impasse, “arcaísmo no empresariado” demonstra claramente que os empresários brasileiros da área de comunicação pouco se importam com mudanças no setor já que estas podem vir a desbalancear o equilíbrio de poder que os barões da mídia possuem. Entre outros comportamentos, o empresariado acredita não precisar dar satisfações públicas do seu negócio, o que inclui explicitar sua política editorial, fator que poderia levar ao esclarecimento da população brasileira sobre o posicionamento - nem sempre claro - dos veículos midiáticos.

O nono impasse - “categoria não pode cassar profissionais faltosos” - é uma herança também do sétimo. Na falta de órgão jornalístico com competências legais para cassar licenças de profissionais antiéticos, a sociedade fica refém de jornalistas cada vez mais desinformadores.

O último mas não menos importante, “autismo na sociedade” mostra que não apenas os jornalistas são desorganizados e não há incentivo do governo em organizar associações fortes, mas demonstra um problema maior: a sociedade é ineficaz (beirando a incapacidade) de criticar suas mídias e assumir posturas de negação daquelas desinformações veiculadas.

A sociedade brasileira simplesmente não critica o que assiste, ouve ou lê. Aceita passivamente todo aquele conteúdo sem qualquer tipo de questionamento.

O autor conclui seu artigo mostrando que há uma tímida iniciativa pública para analisar e promover uma mídia mais comprometida com a população, como os sítios na internet: Monitor de Mídia, Observatório da Imprensa, Instituto Gutemberg e SOS Imprensa.

“A crítica dos media* precisa ser entendida não como pichação deliberada, censura, mutilação ou depredação de conteúdos e programações. A crítica não é modelo, é método, instrumento. Conjunto de dispositivos sem os quais se dissolvem os critérios para uma leitura mais aprofundada da realidade. Se os meios de comunicação refletem a vida contemporânea e dela fazem parte, criticá-los é focar a própria vitrine das atividades humanas”, encerra o autor; e este jornalista assina embaixo.


* (profissionais que fazem a mídia, e seus veículos)