Extraído de: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=12655
"
Estudo assegura que cantar faz bem à saude
Para cantar não é necessário talento, se o fizer enquanto toma banho ou caminha; esta atividade pode proporcionar muito mais que diversão. De acordo a recentes estudos, a emissão de sons vocais pode beneficiar o organismo de diferentes maneiras.
cantar faz bemGertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Arte de Viena, descobriu que aquelas pessoas que entoam uma melodia ou cantarolam, realizam uma espécie de massagem nos intestinos, que provoca uma sensação de alívio no coração.
- "Ao cantar, retemos por instante a respiração. Portanto, é possível favorecer também a circulação, reforçar os nervos parassimpáticos, fortalecer a memória, reduzir o estresse e gerar tranquilidade", indica a especialista.
Pesquisas, como a realizada por Berka-Schmid, permitem que médicos de diferentes locais do mundo receitem atividades de canto como remédio.
A revista Medizin Populär menciona um aspecto importante do estudo. Emitir um som, além de gerar harmonia a nível psíquico, reforça o sistema imunológico para que possa se curar em frente a problemas como os transtornos do sonho, doenças circulatórias ou a Síndrome de Burnout.
Existem casos documentados onde pacientes com Alzheimer mostraram melhoria considerável quando fizeram terapias com canto. O mesmo aconteceu com pessoas com acidentes cerebrovasculares que conseguiram voltar a falar depois de cantarolar melodias repetidamente.
Como benefício adicional, comunicar-se por meio de canto pode ajudar a desalojar os sentimentos negativos, e inclusive, é um bom método para se expressar.
Cante, cantar é muito bom!
Fonte: Medizin Populär.
"
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de junho de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Quem sou eu?
(Historiador do cotidiano)
Quem sou eu? Essa é uma pergunta que me faço quase nunca. Muitas pessoas se perguntam isso com alguma regularidade, mas eu não. Eu me conheço relativamente bem, e algumas coisas que não conheço já percebi que seguem um certo padrão simbólico.
Mas a questão não é essa. Eu - assim como todo mundo - possuo respostas prontas para perguntas comuns que a vida insiste em questionar. Mas recentemente passei uma semana no mar, sem contato com a vida em terra firme. Não foi a primeira vez, mas o que importa é que situações novas me foram impostas e eu reagi de forma diferente das vezes anteriores.
Após isso, comecei a rever alguns conceitos e vi que - de fato - não me conheço tanto quanto pensava. Cada nova situação me leva a uma nova resposta, cada ação leva a uma nova reação, construída quase que do zero à partir da nova condição. Cada situação nova me faz parar, pensar e agir.
Ou seja, a cada nova situação, uma nova reação! É estranho descobrir isso, sentir isso e, principalmente, vivenciar isso. Mas confesso que gosto desse desabrochar do conhecimento, do auto-conhecimento.
Quem sou eu? Bem... essa é uma resposta que vou adorar (re)descobrir.
E você? Quem é você?
Quem sou eu? Essa é uma pergunta que me faço quase nunca. Muitas pessoas se perguntam isso com alguma regularidade, mas eu não. Eu me conheço relativamente bem, e algumas coisas que não conheço já percebi que seguem um certo padrão simbólico.
Mas a questão não é essa. Eu - assim como todo mundo - possuo respostas prontas para perguntas comuns que a vida insiste em questionar. Mas recentemente passei uma semana no mar, sem contato com a vida em terra firme. Não foi a primeira vez, mas o que importa é que situações novas me foram impostas e eu reagi de forma diferente das vezes anteriores.
Após isso, comecei a rever alguns conceitos e vi que - de fato - não me conheço tanto quanto pensava. Cada nova situação me leva a uma nova resposta, cada ação leva a uma nova reação, construída quase que do zero à partir da nova condição. Cada situação nova me faz parar, pensar e agir.
Ou seja, a cada nova situação, uma nova reação! É estranho descobrir isso, sentir isso e, principalmente, vivenciar isso. Mas confesso que gosto desse desabrochar do conhecimento, do auto-conhecimento.
Quem sou eu? Bem... essa é uma resposta que vou adorar (re)descobrir.
E você? Quem é você?
sábado, 11 de outubro de 2008
Prozac natural
Extraído de: http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/10/08/ult4296u633.jhtm
"Prozac natural" ajuda ratos a superar medo e depressão
(por Maggie Fox, de Washington)
O cérebro pode produzir antidepressivos naturais quando corretamente estimulado, o que sugere que meditar ou ir a lugares especiais realmente funciona, segundo um estudo científico publicado na quarta-feira.
Ratos forçados a nadar infinitamente, até que preferissem apenas flutuar e esperar o afogamento, recuperavam a vontade de viver quando ouviam um tom associado à segurança.
Isso sugere a capacidade de replicar esse estímulo em humanos e de desenvolver medicamentos melhores contra a depressão, segundo Eric Kandel, do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Columbia, de Nova York, que dirigiu a pesquisa.
Por telefone, ele explicou que uma visita ao campo, por exemplo, pode ter o mesmo efeito do som reconfortante para os ratos.
Os cientistas já haviam realizado o clássico condicionamento dos ratos -- fazendo-os associar determinado som a uma dor, até que temessem o próprio som -, quando decidiram realizar o exercício contrário.
Então, tocavam um som apenas quando não estavam dando choques nos ratos. "Ele aprendia que a única hora em que estava realmente seguro era quando o tom aparecia", disse Kandel.
Para deixar um rato deprimido, eles o deixavam nadando desesperadamente, até que desistisse. "Quando se dá um antidepressivo a um animal, ele começa a nadar de novo. Quando tocávamos o tom, ele começava a nadar de novo, como com os antidepressivos."
Outros experimentos mostravam uma atuação complementar do estimulo externo e do antidepressivo. O som acionava neurotransmissores diferentes dos medicamentos - a dopamina e a serotonina, respectivamente.
O condicionamento também afetou um composto chamado fator neurotrófico derivado do cérebro, que ajuda a alimentar e estimular o crescimento de células cerebrais.
Ratos condicionados pelo som da "segurança" também tinham mais células cerebrais recém-nascidas no giro dentado, uma parte do cérebro associada ao aprendizado e à depressão.
Usando radiação para reduzir o nascimento de novas células no giro dentado, os efeitos da "segurança aprendida" e dos antidepressivos eram afetados.
Kandel lembrou que os antidepressivos parecem funcionar, em parte, por estimular o crescimento de novas células cerebrais, algo que a psicoterapia também faz.
"Aprender envolve alterações no cérebro e na expressão genética. A psicoterapia nada mais é do que uma forma de aprendizado", disse ele.
Isso mostra que a psicoterapia, a meditação e outras práticas contra o estresse podem e devem ajudar no desenvolvimento de novos remédios. "Isso pode abrir novos caminhos que podem ser lucrativos."
"Prozac natural" ajuda ratos a superar medo e depressão
(por Maggie Fox, de Washington)
O cérebro pode produzir antidepressivos naturais quando corretamente estimulado, o que sugere que meditar ou ir a lugares especiais realmente funciona, segundo um estudo científico publicado na quarta-feira.
Ratos forçados a nadar infinitamente, até que preferissem apenas flutuar e esperar o afogamento, recuperavam a vontade de viver quando ouviam um tom associado à segurança.
Isso sugere a capacidade de replicar esse estímulo em humanos e de desenvolver medicamentos melhores contra a depressão, segundo Eric Kandel, do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Columbia, de Nova York, que dirigiu a pesquisa.
Por telefone, ele explicou que uma visita ao campo, por exemplo, pode ter o mesmo efeito do som reconfortante para os ratos.
Os cientistas já haviam realizado o clássico condicionamento dos ratos -- fazendo-os associar determinado som a uma dor, até que temessem o próprio som -, quando decidiram realizar o exercício contrário.
Então, tocavam um som apenas quando não estavam dando choques nos ratos. "Ele aprendia que a única hora em que estava realmente seguro era quando o tom aparecia", disse Kandel.
Para deixar um rato deprimido, eles o deixavam nadando desesperadamente, até que desistisse. "Quando se dá um antidepressivo a um animal, ele começa a nadar de novo. Quando tocávamos o tom, ele começava a nadar de novo, como com os antidepressivos."
Outros experimentos mostravam uma atuação complementar do estimulo externo e do antidepressivo. O som acionava neurotransmissores diferentes dos medicamentos - a dopamina e a serotonina, respectivamente.
O condicionamento também afetou um composto chamado fator neurotrófico derivado do cérebro, que ajuda a alimentar e estimular o crescimento de células cerebrais.
Ratos condicionados pelo som da "segurança" também tinham mais células cerebrais recém-nascidas no giro dentado, uma parte do cérebro associada ao aprendizado e à depressão.
Usando radiação para reduzir o nascimento de novas células no giro dentado, os efeitos da "segurança aprendida" e dos antidepressivos eram afetados.
Kandel lembrou que os antidepressivos parecem funcionar, em parte, por estimular o crescimento de novas células cerebrais, algo que a psicoterapia também faz.
"Aprender envolve alterações no cérebro e na expressão genética. A psicoterapia nada mais é do que uma forma de aprendizado", disse ele.
Isso mostra que a psicoterapia, a meditação e outras práticas contra o estresse podem e devem ajudar no desenvolvimento de novos remédios. "Isso pode abrir novos caminhos que podem ser lucrativos."
Marcadores:
antidepressivos,
cérebro,
depressão,
medo,
prozac,
psicologia,
psicoterapia
sábado, 29 de dezembro de 2007
Sobre as nossas atitudes
(Historiador do cotidiano)
O nosso cérebro é algo fascinante. Ele percorre caminhos pelos quais não costumamos entender. A inteligência é, de fato, um dos maiores presentes que Deus nos deu.
Sobre nossas ações, sobre o que fazemos no cotidiano... eu estava a assistir o seriado "Criminal minds", e o Jason Gideon explicava que nossas ações são divididas em três pernas - bio, psico e social - e funcionam como uma arma:
"O fator biológico carrega a arma, o fator psicológico mira, e o fator social aperta o gatilho"
(Jason Gideon)
Interessante... E você, concorda com a afirmação?
Abraços, e lhe desejo um excelente final de semana!
O nosso cérebro é algo fascinante. Ele percorre caminhos pelos quais não costumamos entender. A inteligência é, de fato, um dos maiores presentes que Deus nos deu.
Sobre nossas ações, sobre o que fazemos no cotidiano... eu estava a assistir o seriado "Criminal minds", e o Jason Gideon explicava que nossas ações são divididas em três pernas - bio, psico e social - e funcionam como uma arma:
"O fator biológico carrega a arma, o fator psicológico mira, e o fator social aperta o gatilho"
(Jason Gideon)
Interessante... E você, concorda com a afirmação?
Abraços, e lhe desejo um excelente final de semana!
Marcadores:
ações,
atitudes,
psicologia
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Ciência moderna
GUIA PRÁTICO DA CIÊNCIA MODERNA
1. Se mexer, pertence à Biologia.
2. Se feder, pertence à Química.
3. Se não funciona, pertence à Física.
4. Se ninguém entende, é Matemática.
5. Se não faz sentido é Psicologia.
6. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA!
1. Se mexer, pertence à Biologia.
2. Se feder, pertence à Química.
3. Se não funciona, pertence à Física.
4. Se ninguém entende, é Matemática.
5. Se não faz sentido é Psicologia.
6. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA!
Marcadores:
biologia,
ciência,
física,
guia,
informática,
matemática,
psicologia,
química
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Filosofia versus psicologia
Assinar:
Postagens (Atom)