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sexta-feira, 2 de julho de 2010

[Saúde] Depressão: Problema de saúde ou social?

Extraído de: http://www.comunique-se.com.br/conteudo/materia_prima/list_materia_prima.asp?menu=MP&id_tipo=1

Depressão: problema de saúde ou social?
( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - )

A cada dia, os consultórios médicos recebem pacientes com sintomas de depressão. Uma patologia que cresce assustadoramente entre os jovens adultos na faixa etária entre 20 e 45 anos. Já é considerada a terceira causa de morte no mundo entre a população adulta e a segunda entre adolescentes e jovens. “Infelizmente, o suicídio entre esses pacientes já é um dos problemas médicos-sociais mais relevantes”, diz o médico psiquiatra e coordenador da equipe de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Vladimir Bernik.

Os sintomas são vários e para um diagnóstico preciso e necessário convergência entre eles. Para auxiliar no entendimento da patologia, o médico disponibiliza em seu site (www.vladimirbernik.med.br) um teste de autoavaliação muito simples. Mas alerta: “é importante ficar atento, porque muitas são as alterações de comportamento nas pessoas acometidas pela depressão e só um médico especializado pode diagnosticar com precisão a patologia. Mas a pessoa entristece, não come, não dorme, perde o ânimo e a vontade de viver e ai começa a pensar em suicídio.”

No entanto, ainda faltam informações sobre a depressão o que leva a um diagnóstico errado ou mesmo ao não diagnóstico. Isso porque, segundo Bernik, há uma barreira cultura e uma tratativa estigmatizada da depressão, o que pode levar a um diagnóstico e tratamento tardio. “Muitos pacientes deprimidos são vistos pela família e colegas como preguiçosos, caráter
fraco ou falta de vontade.”

Tratamento – O processo de tratamento inclui medicamentos e terapia. O mercado farmacêutico disponibiliza muitos antidepressivos, mas para aplicá-los, segundo Bernik, é preciso conhece sua eficiência e sempre associada à dose segura. “É importante esclarecer que o medicamento só começa a surtir efeito após 10 ou 15 dias, por isso, é preciso ter calma e não tentar mudar o medicamento. Também precisamos lembrar que, para um bom resultado, é importantíssimo o relacionamento interpessoal e a comunicação entre médico, paciente e familiares sobre os efeitos colaterais da medicação”, explica.

Custo Social – A depressão já é considerada a doença maior custo social para os sistemas de saúde. Isso porque pode levar ao afastamento, que, em alguns casos, chega a um ano ou até mesmo a aposentadoria precoce. “A depressão é a primeira causa de aposentadorias em psiquiatria e a segunda causa na estatística geral da Previdência, perdendo apenas para as lombalgias crônicas”, esclarece o Dr. Vladimir Bernik.

Pauta postada em: 01/07/2010 15:01

sábado, 11 de outubro de 2008

Prozac natural

Extraído de: http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/10/08/ult4296u633.jhtm

"Prozac natural" ajuda ratos a superar medo e depressão

(por Maggie Fox, de Washington)

O cérebro pode produzir antidepressivos naturais quando corretamente estimulado, o que sugere que meditar ou ir a lugares especiais realmente funciona, segundo um estudo científico publicado na quarta-feira.

Ratos forçados a nadar infinitamente, até que preferissem apenas flutuar e esperar o afogamento, recuperavam a vontade de viver quando ouviam um tom associado à segurança.

Isso sugere a capacidade de replicar esse estímulo em humanos e de desenvolver medicamentos melhores contra a depressão, segundo Eric Kandel, do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Columbia, de Nova York, que dirigiu a pesquisa.

Por telefone, ele explicou que uma visita ao campo, por exemplo, pode ter o mesmo efeito do som reconfortante para os ratos.

Os cientistas já haviam realizado o clássico condicionamento dos ratos -- fazendo-os associar determinado som a uma dor, até que temessem o próprio som -, quando decidiram realizar o exercício contrário.

Então, tocavam um som apenas quando não estavam dando choques nos ratos. "Ele aprendia que a única hora em que estava realmente seguro era quando o tom aparecia", disse Kandel.

Para deixar um rato deprimido, eles o deixavam nadando desesperadamente, até que desistisse. "Quando se dá um antidepressivo a um animal, ele começa a nadar de novo. Quando tocávamos o tom, ele começava a nadar de novo, como com os antidepressivos."

Outros experimentos mostravam uma atuação complementar do estimulo externo e do antidepressivo. O som acionava neurotransmissores diferentes dos medicamentos - a dopamina e a serotonina, respectivamente.

O condicionamento também afetou um composto chamado fator neurotrófico derivado do cérebro, que ajuda a alimentar e estimular o crescimento de células cerebrais.

Ratos condicionados pelo som da "segurança" também tinham mais células cerebrais recém-nascidas no giro dentado, uma parte do cérebro associada ao aprendizado e à depressão.

Usando radiação para reduzir o nascimento de novas células no giro dentado, os efeitos da "segurança aprendida" e dos antidepressivos eram afetados.

Kandel lembrou que os antidepressivos parecem funcionar, em parte, por estimular o crescimento de novas células cerebrais, algo que a psicoterapia também faz.

"Aprender envolve alterações no cérebro e na expressão genética. A psicoterapia nada mais é do que uma forma de aprendizado", disse ele.

Isso mostra que a psicoterapia, a meditação e outras práticas contra o estresse podem e devem ajudar no desenvolvimento de novos remédios. "Isso pode abrir novos caminhos que podem ser lucrativos."

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dormir demais faz mal

Informação extraída de: http://www.sonacachaca.com/2008/04/dormir-demais-faz-mal.html

DORMIR DEMAIS FAZ MAL


De acordo com dados coletados entre 1985/88 e 1992/93 pesquisa da Universidade de Warwick e pela University College London, ambas no Reino Unido, realizaram pesquisa que examinou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos. Constatou-se que não só dormir pouco faz mal a saúda, pois dormir muito também pode trazer grandes riscos a saúde.

Os pesquisadores descobriram que os indivíduos que aumentaram seu período de sono para oito horas ou mais por noite aumentavam em duas vezes ou mais a chance de morrer em relação aos que não haviam mudado seus hábitos a pesar de não existir uma ligação clara entre muito sono e problemas de saúde, a permanência na cama por períodos longos pode ser um sinal de problemas como depressão, ou em alguns casos, a fadiga relacionada a doenças como o câncer.