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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cantar faz bem a saude

Extraído de: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=12655

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Estudo assegura que cantar faz bem à saude

Para cantar não é necessário talento, se o fizer enquanto toma banho ou caminha; esta atividade pode proporcionar muito mais que diversão. De acordo a recentes estudos, a emissão de sons vocais pode beneficiar o organismo de diferentes maneiras.

cantar faz bemGertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Arte de Viena, descobriu que aquelas pessoas que entoam uma melodia ou cantarolam, realizam uma espécie de massagem nos intestinos, que provoca uma sensação de alívio no coração.

- "Ao cantar, retemos por instante a respiração. Portanto, é possível favorecer também a circulação, reforçar os nervos parassimpáticos, fortalecer a memória, reduzir o estresse e gerar tranquilidade", indica a especialista.

Pesquisas, como a realizada por Berka-Schmid, permitem que médicos de diferentes locais do mundo receitem atividades de canto como remédio.

A revista Medizin Populär menciona um aspecto importante do estudo. Emitir um som, além de gerar harmonia a nível psíquico, reforça o sistema imunológico para que possa se curar em frente a problemas como os transtornos do sonho, doenças circulatórias ou a Síndrome de Burnout.

Existem casos documentados onde pacientes com Alzheimer mostraram melhoria considerável quando fizeram terapias com canto. O mesmo aconteceu com pessoas com acidentes cerebrovasculares que conseguiram voltar a falar depois de cantarolar melodias repetidamente.

Como benefício adicional, comunicar-se por meio de canto pode ajudar a desalojar os sentimentos negativos, e inclusive, é um bom método para se expressar.

Cante, cantar é muito bom!

Fonte: Medizin Populär.
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domingo, 17 de maio de 2009

O poder do amor

Extraído de: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2009/5/o_poder_terapeutico_do_amor_9841.html

O poder terapêutico do amor
Especialistas garantem: pessoas que vivem uma relação estável e de cumplicidade têm a saúde fortalecida
(por Gislandia Governo, Rio de Janeiro)

Rio - Um relacionamento estável e de cumplicidade só faz bem. E não apenas ao coração, mas à saúde como um todo, garantem especialistas. Fortalecimento do sistema imunológico, maior fluxo sanguíneo, diminuição da ansiedade e do estresse, aumento na autoestima, melhora do sono e até mais viço na pele e nos cabelos são benefícios do amor.

“Quando estamos apaixonados, nosso organismo passa por diversas alterações neuroquímicas, relacionadas, principalmente, com a serotonina e a norepinefrina, que são neurotransmissores ligados aos transtornos do humor. Níveis aumentados dessas substâncias nos deixam mais confiantes, com maior energia vital. Essas alterações também nos ajudam a ter um melhor convívio social e profissional. Portanto, namorar é preciso”, destaca o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A psicóloga Valésia Vilela ainda reforça: uma troca afetiva saudável — com respeito, cumplicidade e vida sexual regular e prazerosa — é a receita perfeita para a melhor qualidade da saúde física e mental. “Casais que conseguem desenvolver relacionamentos estáveis, com graus elevados de intimidade e afetividade, tornam-se pessoas mais saudáveis, alegres e produtivas. Isso ocorre porque as pessoas têm sua autoestima fortalecida, o que lhes possibilita uma visão de mundo mais positiva”, acrescenta a especialista.

Pesquisas recentes desenvolvidas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) relacionadas à saúde e ao casamento revelam que pessoas casadas vão menos a consultas médicas e permanecem menos tempo em hospitais.

Há três anos com o analista de sistemas Bruno Novaes, 29 anos, a atriz Raquel Nunes, 28, garante que sua saúde e disposição só melhoraram depois do casamento. “Quando você tem um amor verdadeiro, tranquilo, a vida fica melhor em todos os aspectos. Depois que casei, a ansiedade diminuiu e passei a me sentir mais calma, disposta e segura para encarar os desafios. Os problemas também ficam pequenos, e não caio mais doente com frequência. Amar é mesmo um santo remédio!”, brinca a atriz, que interpreta a Olímpia, da série ‘A Lei e o Crime’, na Record.

Pesquisa: toque faz bem

Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, comprova o que muitos já sabem na prática: o toque da pessoa amada reduz o estresse. Na pesquisa, imagens mostraram imediato aumento da atividade cerebral de 16 mulheres, nas regiões de dor e medo, quando foram avisadas de que receberiam leve descarga elétrica. Mas quando os maridos seguraram suas mãos, o exame mostrou calmaria na massa cinzenta.


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