(Historiador do cotidiano)
Há algum tempo atrás, alguns meses, um australiano chamado Juan Mann resolveu fazer sua parte por um mundo melhor. Ele iniciou a campanha dos "free hugs" (abraços grátis), como vocês podem ver em: http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4
A idéia consiste em algo bem simples: abraçar! O mero fato de você abraçar todo mundo faz muito bem a todos! A campanha tomou proporções que não seriam possíveis sem a internet: Neste exato momento que digito este artigo, a comunidade do orkut "FREE HUGS [Abraços Grátis]" tem 14.548 membros, e isso só em termos de Brasil !
Se você entrar no YouTube, e digitar as palavras "free hugs", aparecerão vídeos da América do Sul, Central e do Norte, Europa, Ásia, Oceania... (só não vi ainda na África e no Oriente Médio, mas deve ter também). São pessoas ao redor do planeta abraçando as outras e, com isso, trazendo sentimentos melhores.
Aqui no Brasil, podemos dizer que o primeiro (pelo menos pelo que pesquisei) foi o Ary, o vídeo dele pode ser conferido em: http://www.youtube.com/watch?v=FNd_sBddLzM
Eu pessoalmente apóio essa campanha. Ontem fiz minha primeira experiência: numa festa da faculdade, abracei todo mundo quando cheguei, e todos que chegavam eu abraçava também. Alguns meninas ficaram sem entender direito mas o mais engraçado era a cara - visivelmente constrangida - dos homens.
Mas antes de ser engraçado, o importante é que eu percebi um clima bom. Mesmo algumas pessoas que eu mal falo foram simpáticas comigo ontem. Percebi in loco que o poder do abraço é muito maior do que sequer imaginei.
O próximo passo é preparar um cartaz e fazer a experiência na rua. Não quero publicidade, não quero a imprensa no meu pé, não pretendo nem sequer dizer meu nome, só mesmo sair à rua e abraçar pessoas. Fui inspirado pela campanha, quero fazer minha parte, e espero inspirar outras pessoas!
Você também pode participar dessa campanha! Basta preparar um cartaz escrito "abraços grátis" ou "dá um abraço?" e sair às ruas. Vale à pena! Será uma experiência que você se lembrará por toda a vida.
(se quiser melhorar ainda mais a experiência, quando abraçar alguém, diga sinceramente as palavras "muito obrigado").
A todos(as) vocês, queridos(as) leitores(as),
MEUS SINCEROS ABRAÇOS !
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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domingo, 1 de julho de 2007
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