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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Filhos-da-puta versus Militares

É o segundo texto que colo aqui sobre a mini-revolução que está acontecendo nos bastidores do poder.

A confusão é bem simples: um FILHO DA PUTA ligado aos "direitos humanos" (sabe aqueles merdas que ficam só defendendo bandidos!) ficam com revanchismo e sacaneando as Forças Armadas. Eles estão cutucando a onça com vara curta, cada vez menor.

O palhaço-mor, o maior filho da puta, é um comunista safado, com status de ministro, chamado Paulo Vannuchi. Alguém por favor retire esse safado e idiota do Vannuchi do cargo/poder que ele tem!

A Lei da Anistia vale para todos. Não cabe mais enfiar o dedo nessa ferida, e se forem fazer isso, que mostrem também as centenas de assassinatos, bombas, etc e tal que os filhos-das-putas (os comunistas) praticaram!

Mas vamos à notícia:

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Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-que-revoga-lei-de-anistia-fez-jobim-ameacar-se-demitir,488397,0.htm

Projeto que revoga Lei de Anistia fez Jobim ameaçar se demitir
Ministro vê revanchismo na proposta de Vannuchi e fecha acordo com Lula antes de projeto ir ao Congresso
Christiane Samarco e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo


BRASÍLIA - A terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que se propõe a criar uma comissão especial para revogar a Lei de Anistia de 1979, provocou uma crise militar na véspera do Natal e levou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a escrever uma carta de demissão e a procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22, na Base Aérea de Brasília, para entregar o cargo.

Solidários a Jobim, os três comandantes das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica e Marinha) decidiram que também deixariam os cargos, se a saída de Jobim fosse consumada.

Na avaliação dos militares e do próprio ministro Jobim, o PNDH-3, proposto pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e lançado no dia 21 passado, tem trechos "revanchistas e provocativos".

Ao final de três dias de tensão, o presidente da República e o ministro da Defesa fizeram um acordo político: não se reescreve o texto do programa, mas as propostas de lei a enviar ao Congresso não afrontarão as Forças Armadas e, se for preciso, a base partidária governista será mobilizada para não aprovar textos de caráter revanchista.

Os comandantes militares transformaram Jobim em fiador desse acordo, mas disseram que a manutenção da Lei de Anistia é "ponto de honra". As Forças Armadas tratam com "naturalidade institucional" o fato de os benefícios da lei e sua amplitude estarem hoje sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) - isso é decorrente de um processo legal aberto na Justiça Federal de São Paulo contra os ex-coronéis e torturadores Carlos Alberto Brilhante Ustra e Aldir dos Santos Maciel, este já falecido.

Além da proposta para revogar a Lei de Anistia, que está na diretriz que fala em acabar com "as leis remanescentes do período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos", outro ponto irritou os militares e, em especial, o ministro Jobim.

Ele reclamou com Lula da quebra do "acordo tácito" para que os textos do PNDH-3 citassem as Forças Armadas e os movimentos civis da esquerda armada de oposição ao regime militar como alvos de possíveis processos "para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período 1964-1985".

Jobim foi surpreendido com um texto sem referências aos grupos da esquerda armada. Os militares dizem que se essas investigações vão ficar a cargo de uma Comissão da Verdade, então todos os fatos referentes ao regime militar devem ser investigados.

"Se querem por coronel e general no banco dos réus, então também vamos botar a Dilma e o Franklin Martins", disse um general da ativa ao Estado, referindo-se à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e ao ministro de Comunicação de Governo, que participaram da luta armada. "Não me venham falar em processo para militar pois a maioria nem está mais nos quartéis de hoje", acrescentou o general.

Os militares também consideram "picuinha" e "provocação" as propostas do ministro Vannuchi incluírem a ideia de uma lei "proibindo que logradouros, atos e próprios nacionais e prédios públicos recebam nomes de pessoas que praticaram crimes de lesa-humanidade". "Estamos engolindo sapo atrás de sapo", resumiu o general, que pediu anonimato por não poder se manifestar.

A decisão de Jobim entregar o cargo foi decidida no dia 21 e teve, inicialmente, o apoio solidário dos comandantes Juniti Saito (Aeronáutica) e Enzo Peri (Exército). Consultado por telefone, porque estava no Rio, o comandante da Marinha, o almirante Moura Neto, também aderiu. Diante da tensão, o presidente Lula acertou que se encontraria com Jobim na Base Aérea de Brasília, às 16h30, na volta da viagem ao Rio, onde foi inaugurar casas populares no complexo do Alemão e visitou obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).

Na conversa, Lula rejeitou a entrega da carta de demissão e disse que contornaria politicamente o problema. Pediu que o ministro garantisse aos comandantes militares que o Planalto não seria porta-voz de medidas que revogassem a Lei de Anistia.

Os militares acataram a decisão, mas reclamaram com Jobim da posição "vacilante" do Planalto e do "ambiente de constantes provocações" criado pela secretaria de Vannuchi e o ministro Tarso Genro (Justiça). Incomodaram-se também com o que avaliaram como "empenho eleitoral excessivo" da ministra Dilma no apoio a Vannuchi.

"Lula age assim: empurra a crise com a barriga e a gente nunca sai desse ambiente de ameaça", protestou um brigadeiro em entrevista ao Estado.

Na visão das Forças Armadas, a cerimônia de premiação de vítimas da ditadura, no dia 21, foi "uma armação" para constranger os militares, tendo Dilma como figura central, não só por ter sido torturada, mas por ter chorado e escolhido a ocasião para exibir o novo visual de cabelos curtíssimos, depois da quimioterapia para tratamento de um câncer linfático.


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Jobim põe cargo à disposição

Extraído agora de: http://www.claudiohumberto.com.br/ na parte "A coluna nos jornais"

29/12/2009
Jobim põe cargo à disposição
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das três Forças colocaram os cargos à disposição após o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, exigir a presença de Jobim na cerimônia do Programa Nacional de Direitos Humanos, semana passada. Teria ameaçado chamar os militares de “covardes”. O presidente Lula teve de intervir para evitar uma possível crise.

Passado é passado
Jobim disse ao presidente que não iria ao evento para ser coerente com sua opinião de não falar e esquecer o passado.

Solidariedade
O brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica) e o general Enzo Peri (Exército) prestaram imediata solidariedade ao ministro Jobim.

Emergência
O almirante Moura Neto (Marinha), que estava no Rio, foi chamado às pressas para discutir como agir em caso de referência aos militares.

Silêncio
O secretário de Direitos Humanos, que tem status de ministro, não respondeu até o fechamento da coluna.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Exercício das Forças Armadas brasileiras preocupa Paraguai

Exercício das Forças Armadas brasileiras preocupa Paraguai

Escrito por Defesa Brasil
Seg, 16 de Novembro de 2009 09:30

Militares simularão ocupação de uma usina elétrica binacional; manobras já estavam previstas há meses.

RICARDO BONALUME NETO

A coincidência entre o apagão de terça-feira passada e o início hoje de um grande exercício militar no sul do Brasil que inclui a ocupação de uma usina hidrelétrica "binacional" despertou temores no Paraguai de que o objetivo do exercício seria simular uma eventual tomada da usina de Itaipu.

"Brasil prepara simulacro de guerra dirigido ao Paraguai", dizia um título na primeira página de anteontem do jornal paraguaio "ABC Color".

"O exercício se anuncia umas 72 horas logo depois que um apagão por falhas não esclarecidas em Itaipu deixou no escuro seis grandes Estados brasileiros e arrastou todo o Paraguai", escreveu o jornal. Na verdade, a operação está planejada faz vários meses; uma manobra deste tamanho não se improvisa em apenas uma semana.

A Operação Laçador é o maior exercício militar da América Latina. A manobra coordenada pelo Comando militar do Sul envolve mais de 8.000 homens das três forças e inclui 13 navios, dois submarinos e 53 aeronaves da FAB.

O cenário envolve a disputa por energia, tanto hidrelétrica como de petróleo. A "guerra" é entre o país "verde" -representado por Paraná, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul- e o "amarelo" -boa parte do resto do RS. Justamente para evitar interpretações diplomaticamente sensíveis, o exercício será longe de fronteiras.

A "guerra" começa com os "amarelos" invadindo campos de petróleo em torno de Rio Grande (RS) pertencentes aos "verdes", cuja missão é retomá-los, e também ocupar a usina "binacional", representada pela usina de Itá, no rio Uruguai, em Santa Catarina, na divisa com o Rio Grande do Sul.

Militares de várias partes do Brasil vão integrar a operação. São as principais unidades do Exército que estariam envolvidas em uma ação real de pronto emprego, como a retomada de uma hidrelétrica.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aeronáutica e Marinha terão poder de polícia

Aeronáutica e Marinha terão poder de polícia

(Valor Econômico)
19/08/2009 07:41

BRASÍLIA - A Aeronáutica e a Marinha ganharão poderes de polícia em situações específicas, o Ministério da Defesa criará uma secretaria para organizar melhor a compra de armamentos e o país terá uma nova cartilha para a hipótese de guerra. Essas mudanças serão apresentadas sexta-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro Nelson Jobim, como os primeiros desdobramentos concretos da recém-adotada Estratégia Nacional de Defesa. Eles vão analisar os instrumentos legais, como projetos de lei complementar e decretos presidenciais, necessários para implementar tais alterações.

No primeiro caso, será preciso enviar ao Congresso uma proposta para mudar a lei complementar 97/1999, que dispõe sobre as normas a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. A intenção do ministro é fechar o cerco ao narcotráfico nas regiões de fronteira. Sua avaliação é que, depois da Lei do Abate, grande parte do transporte de drogas, antes feito por pequenas aeronaves, migrou para barcos nos rios da Amazônia.

Por isso, Jobim defende que a Marinha também passe a ter o direito - hoje inexistente - de atuar como polícia e combater traficantes em águas fluviais. A Lei do Abate, de 2004, permitiu à FAB dar tiros de advertência e até derrubar (mediante autorização pessoal do ministro da Defesa) aeronaves sem plano de voo e com evidências claras de transporte de drogas. Ela fez diminuir muito o número de voos suspeitos, segundo Jobim. Mas ele acha que é preciso ir além e outorgar poder de polícia à Aeronáutica.

Em junho, a FAB divulgou um vídeo do primeiro avião que foi alvo de tiros desde a entrada em vigor da Lei do Abate. Um monomotor com matrícula da Bolívia, que sobrevoava o território de Rondônia, foi identificado e, diante da recusa de tomar o caminho de volta, recebeu tiros de advertência de uma aeronave Super Tucano. O monomotor pousou em uma rodovia do Estado. O curioso é que os militares da FAB ficaram impedidos de providenciar uma ação de captura do piloto-traficante e tiveram que monitorar a tentativa de fuga enquanto esperavam a chegada de policiais. Pela legislação atual, cabe exclusivamente à polícia, desde o pouso de qualquer aeronave, a ordem de prisão. Jobim quer uma lei mais flexível para permitir que a Aeronáutica faça esse papel, na ausência de policiais.

Em outra iniciativa, conforme previa a Estratégia de Defesa em dezembro, a pasta de Jobim criará a Secretaria de Produtos de Defesa. De acordo com o ministro, o objetivo dela será "fixar políticas e diretrizes para as compras" das Forças Armadas, embora os comandos preservem integralmente seus orçamentos para reaparelhamento. A propósito, Jobim entregará a Lula os planos de articulação e reaparelhamento desenhados pelas três Forças.

Esses planos incluem o volume de investimentos necessários para sua modernização, com uma definição de prioridades, e a redistribuição territorial das tropas. O Exército aumentará sua presença na Amazônia e a Marinha deverá instalar uma nova base no Norte e no Nordeste, deixando de ficar concentrada no Rio de Janeiro. Os planos terão um horizonte de trabalho previsto até 2030.

A última mudança a ser examinada sexta-feira é a do decreto de 1980 que estabelece a estrutura militar de guerra, definindo a organização das forças brasileiras em situações de conflito bélico. O documento tornou-se desatualizado e o sinal mais óbvio disso é que, na época, sequer havia Ministério da Defesa. A nova "estrutura militar de defesa", se aprovada pelo presidente, preverá um comando operacional único e a nomeação de um comandante - espécie de "ministro da guerra". "O fundamental é que a doutrina muda. Vamos sair de um modelo de ações combinadas para um modelo de ações conjuntas", afirmou Jobim, após participar ontem da gravação do programa "3 a 1", da TV Brasil, que irá ao ar hoje à noite. "Na hipótese de conflito, as Forças preparam suas tropas, mas não definem as suas ações" , completou.

(Daniel Rittner | Valor Econômico)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Dia da Aviação de Caça

(Força Aérea Brasileira)

Ordem-do-dia alusiva às comemorações do Dia da Aviação de Caça, do ano de 2008.

Hoje, 22 de abril, a Força Aérea comemora, uma vez mais, o dia da Aviação de Caça Brasileira. A história da aviação no Brasil destaca-se por inúmeros fatos que legaram ao mundo exemplos da capacidade e da genialidade do povo brasileiro.

Neste dia, reiteramos o orgulho que temos de Nossos Heróis pelo profissionalismo demonstrado no teatro de combate europeu, enaltecendo o espírito guerreiro e jovial desses veteranos que nos inspiram, diariamente, na missão de salvaguardar os céus brasileiros.

Ao comemorarmos o Dia da Aviação de Caça, rendemos nossas homenagens a todos aqueles que, voluntariamente, abriram mão do conforto de seus lares para enfrentar um inimigo além-mar.

As saudades dos entes queridos, o convívio diário com o perigo e as agruras do dia-a-dia poderiam ser fatores de desmotivação, no entanto, o ideal de libertação dos povos manteve-se incólume no coração e nas mentes desses homens, bravamente guiados pelo exemplo sempre correto de seu comandante, Brigadeiro Nero Moura, hoje patrono da aviação de caça.

O tempo passou...a semente plantada por todos os senhores deu muitos frutos...e hoje, esse espírito altaneiro permeia toda nossa aviação de caça, conciliando a alma gerada no passado com a tecnologia e a modernidade do presente.

Os pilotos de caça brasileiros serão sempre muito gratos pelo legado que os senhores deixaram. Tenham certeza que assumimos um compromisso não só de honrá-lo, mas também de perpetuá-lo ao longo dos tempos.

As aeronaves já são muito diferentes do velho trator voador, o incansável P-47, que foi parceiro dos senhores na guerra, mas a essência dos pilotos, suas atitudes frente ao combate e a perseverança na busca incansável da perfeição permanecerão como se estivéssemos ainda nas barracas de lona dos campos da Itália.

A vida com sua naturalidade leva-nos a despedir dos companheiros que seguiram rumo a um merecido descanso. Essa dor da perda se fez mais presente nos últimos dias, com a partida de dois pilotos veteranos do grupo de caça.

Quando desempenharam 75 e 58 missões de guerra, respectivamente, o comandante Fernando Corrêa Rocha e o Maj Brig Othon Correia Neto contribuíram, de modo significativo, para que pudéssemos ter o orgulho de ostentar o honroso título de pilotos de caça da Força Aérea Brasileira.

Os anos se passaram e hoje a aviação de caça brasileira encontra-se repleta de jovens pilotos que, inspirados nos exemplos do passado e confiantes em seus líderes do presente, prosseguem com a nobre missão de preservar a soberania do Brasil.

Por fim, resta-nos bradar a uma só voz: Senta a Púa! BRASIL!

Ten.Brig-Ar João Manoel Sandim de Rezende
Comandante-Geral de Operações Aéreas
FORÇA AÉREA BRASILEIRA

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Dia do aviador

(Historiador do cotidiano)

23 de outubro:
DIA DO AVIADOR!!!

É com muita felicidade que comemoro essa data, bem como dou os parabéns a todos(as) que - assim como eu - são aviadores(as)!

O Dia do Aviador é comemorado em 23 de outubro porque nesse mesmo dia, em 1906, o brasileiro Alberto Santos-Dumont fez o primeiro vôo com seu avião 14-Bis, que assim ficou marcado como a invenção do avião!

Meus sinceros parabéns pelo seu, pelo meu, pelo nosso dia!

FELIZ DIA DO AVIADOR !!!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007