PRÉ-SAL, CARÊNCIA DE UM PODER NAVAL
Ainda recentemente as emissoras de TV, do Senado e da Câmara,
transmitiram discursos acalorados de congressistas, alguns até
“mensaleiros” alforriados, alarmados, amedrontados mesmo com a
reativação no Atlântico Sul de uma frota de combate alienígena, nada
mais nada menos do que o apêndice de uma armada que sozinha supera o
conjunto das suas congêneres pertencentes às demais grandes potências.
A dura realidade é que governo e congressistas ainda não se deram
conta de que países, que se respeitam a si mesmos, colocam os
objetivos nacionais julgados vitais para o porvir de seus povos acima
do bem e do mal. São as intocáveis “razões de estado” dos poderosos
não admitidas pelos políticos, mais precisamente aqueles do altruísmo
inocente que, crédulos de carteirinha, se somam na retórica inútil e
sentimental a alguns diplomatas, todos de igual modo cegos e teimosos.
O governo se ilude: quatro submarinos convencionais e um nuclear, a
negociar com a França, não vão resolver o problema. Isto pode adiantar
no confronto com potências médias, “status” alcançado pelo Brasil
talvez na comunidade latino-americana, porém, jamais vai conseguir
intimidar os oponentes fortes capazes de projeção de poder no além
mar. Submersíveis de propulsão comum, salvo melhor juízo, poderiam ser
de valia se dispusessem, pelo menos, do recurso para o disparo de
mísseis anti-navios lançados desde os tubos de torpedos. A grande
verdade, entretanto, é que o País ainda compra belonaves e não terá
como repô-las em curto prazo, mesmo que convencionais, se postas a
pique.
O projeto nacional de construção de um submarino atômico, de longa
data, ainda patina. Porém, adiantaria apenas a propulsão? Para o
observador mais arguto, a finalidade maior do aumento das capacidades
de romper o contato com rapidez e de deslocamento incógnito por
grandes distâncias, sem se preocupar com o reabastecimento, é muito
restrita. E quanto a possuir um poder maior de retaliação? Para o
cidadão mais preocupado, aquele não especializado no assunto mas que
vai pagar o “nautilus”com seus impostos, evidenciá-lo subtenderia ao
menos a capacidade de disparar balísticos, mesmo que não nucleares,
pelos tubos de torpedos. A 2ª GM, que não se olvide, teve duração
maior devido à resistência e ao desgaste infligidos aos aliados pela
campanha submarina. Quem sabe o mapa do caminho comece por aí?
É de se perguntar: o que fazer? Acontece que nossa indústria naval,
se dimensionada, não vai começar do zero. Muito já se fez, uma Frota
Nacional de Petroleiros (FRONAPE), e isto em estaleiros que hoje são
capazes de construir navios de grande tonelagem com tecnologia náutica
de alto nível. O que falta então para que se faça recuperar a posição,
de 1972, de 2º construtor naval no ranking mundial? Por que não
disponibilizar para a Marinha do Brasil parte dos recursos do PAC?
Atenção, perigo: agora nossa esquadra está incapaz de garantir a posse
das jazidas de petróleo fino no pré-sal do litoral brasileiro!
Precisamos, sim, especialmente de submarinos sofisticados. Ou o
governo investe nessas belonaves ou cede também as nossas plataformas
de exploração de petróleo ao “patrimônio da humanidade”.
Governo, parlamentares, tribunos atordoados deste fragilizado “florão
da América”, atentai bem, mais recursos para reaparelhar a Marinha
poderiam advir, para começar: pelo saneamento dos gastos públicos,
pela poupança com salários menos perdulários para congressistas que se
ocupam apenas três dias na semana, pela recuperação e realocamento de
verbas perdidas no superfaturamento das obras do “PAC”. Sobretudo,
porém, pesaria muito mais na balança a conscientização da opinião
pública de que governantes, políticos e sociedade estão a precisar,
muito mais, ao invés de crescimento mal gerenciado, de um urgente e
emergencial “Programa de Recuperação de Auto-Estima e Sobrevivência
Nacional”. E por falar em sobrevida da nacionalidade, sinal de alerta,
queiramos ou não existe agora além da Amazônia um pré-sal, sendo a
nossa Marinha um pilar vital da garantia dos seus recursos para nossos
filhos e netos.
Paulo Ricardo da Rocha Paiva
Coronel de Infantaria e Estado-Maior
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Pre-sal: carencia de um poder naval
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19:27
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sábado, 9 de janeiro de 2010
Visita a navios de guerra
(Historiador do cotidiano)
Prezados leitores que são do nordeste, fiquei sabendo que a nossa gloriosa Marinha do Brasil está com um programa de visitação a seus navios de guerra.
Os navios atracarão em Salvador, Recife, João Pessoa e Natal. Em Salvador será no domingo dia 17/jan; e nos demais portos (Recife, João Pessoa e Natal) será no sábado seguinte, dia 23/jan.
Os navios de guerra da Marinha do Brasil atracados estarão abertos à visitação à partir das 08:00h até umas 16:00h. Mas atenção: a fila costuma ser tão grande que se você deixar para ir no final da tarde, normalmente não consegue entrar.
Espero que gostem de conhecer como é, por dentro, um navio de guerra. Abraços, e desejo uma excelente semana!
.
Prezados leitores que são do nordeste, fiquei sabendo que a nossa gloriosa Marinha do Brasil está com um programa de visitação a seus navios de guerra.
Os navios atracarão em Salvador, Recife, João Pessoa e Natal. Em Salvador será no domingo dia 17/jan; e nos demais portos (Recife, João Pessoa e Natal) será no sábado seguinte, dia 23/jan.
Os navios de guerra da Marinha do Brasil atracados estarão abertos à visitação à partir das 08:00h até umas 16:00h. Mas atenção: a fila costuma ser tão grande que se você deixar para ir no final da tarde, normalmente não consegue entrar.
Espero que gostem de conhecer como é, por dentro, um navio de guerra. Abraços, e desejo uma excelente semana!
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Historiador do cotidiano
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16:49
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Filhos-da-puta versus Militares
É o segundo texto que colo aqui sobre a mini-revolução que está acontecendo nos bastidores do poder.
A confusão é bem simples: um FILHO DA PUTA ligado aos "direitos humanos" (sabe aqueles merdas que ficam só defendendo bandidos!) ficam com revanchismo e sacaneando as Forças Armadas. Eles estão cutucando a onça com vara curta, cada vez menor.
O palhaço-mor, o maior filho da puta, é um comunista safado, com status de ministro, chamado Paulo Vannuchi. Alguém por favor retire esse safado e idiota do Vannuchi do cargo/poder que ele tem!
A Lei da Anistia vale para todos. Não cabe mais enfiar o dedo nessa ferida, e se forem fazer isso, que mostrem também as centenas de assassinatos, bombas, etc e tal que os filhos-das-putas (os comunistas) praticaram!
Mas vamos à notícia:
===============================================
Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-que-revoga-lei-de-anistia-fez-jobim-ameacar-se-demitir,488397,0.htm
Projeto que revoga Lei de Anistia fez Jobim ameaçar se demitir
Ministro vê revanchismo na proposta de Vannuchi e fecha acordo com Lula antes de projeto ir ao Congresso
Christiane Samarco e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que se propõe a criar uma comissão especial para revogar a Lei de Anistia de 1979, provocou uma crise militar na véspera do Natal e levou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a escrever uma carta de demissão e a procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22, na Base Aérea de Brasília, para entregar o cargo.
Solidários a Jobim, os três comandantes das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica e Marinha) decidiram que também deixariam os cargos, se a saída de Jobim fosse consumada.
Na avaliação dos militares e do próprio ministro Jobim, o PNDH-3, proposto pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e lançado no dia 21 passado, tem trechos "revanchistas e provocativos".
Ao final de três dias de tensão, o presidente da República e o ministro da Defesa fizeram um acordo político: não se reescreve o texto do programa, mas as propostas de lei a enviar ao Congresso não afrontarão as Forças Armadas e, se for preciso, a base partidária governista será mobilizada para não aprovar textos de caráter revanchista.
Os comandantes militares transformaram Jobim em fiador desse acordo, mas disseram que a manutenção da Lei de Anistia é "ponto de honra". As Forças Armadas tratam com "naturalidade institucional" o fato de os benefícios da lei e sua amplitude estarem hoje sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) - isso é decorrente de um processo legal aberto na Justiça Federal de São Paulo contra os ex-coronéis e torturadores Carlos Alberto Brilhante Ustra e Aldir dos Santos Maciel, este já falecido.
Além da proposta para revogar a Lei de Anistia, que está na diretriz que fala em acabar com "as leis remanescentes do período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos", outro ponto irritou os militares e, em especial, o ministro Jobim.
Ele reclamou com Lula da quebra do "acordo tácito" para que os textos do PNDH-3 citassem as Forças Armadas e os movimentos civis da esquerda armada de oposição ao regime militar como alvos de possíveis processos "para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período 1964-1985".
Jobim foi surpreendido com um texto sem referências aos grupos da esquerda armada. Os militares dizem que se essas investigações vão ficar a cargo de uma Comissão da Verdade, então todos os fatos referentes ao regime militar devem ser investigados.
"Se querem por coronel e general no banco dos réus, então também vamos botar a Dilma e o Franklin Martins", disse um general da ativa ao Estado, referindo-se à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e ao ministro de Comunicação de Governo, que participaram da luta armada. "Não me venham falar em processo para militar pois a maioria nem está mais nos quartéis de hoje", acrescentou o general.
Os militares também consideram "picuinha" e "provocação" as propostas do ministro Vannuchi incluírem a ideia de uma lei "proibindo que logradouros, atos e próprios nacionais e prédios públicos recebam nomes de pessoas que praticaram crimes de lesa-humanidade". "Estamos engolindo sapo atrás de sapo", resumiu o general, que pediu anonimato por não poder se manifestar.
A decisão de Jobim entregar o cargo foi decidida no dia 21 e teve, inicialmente, o apoio solidário dos comandantes Juniti Saito (Aeronáutica) e Enzo Peri (Exército). Consultado por telefone, porque estava no Rio, o comandante da Marinha, o almirante Moura Neto, também aderiu. Diante da tensão, o presidente Lula acertou que se encontraria com Jobim na Base Aérea de Brasília, às 16h30, na volta da viagem ao Rio, onde foi inaugurar casas populares no complexo do Alemão e visitou obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).
Na conversa, Lula rejeitou a entrega da carta de demissão e disse que contornaria politicamente o problema. Pediu que o ministro garantisse aos comandantes militares que o Planalto não seria porta-voz de medidas que revogassem a Lei de Anistia.
Os militares acataram a decisão, mas reclamaram com Jobim da posição "vacilante" do Planalto e do "ambiente de constantes provocações" criado pela secretaria de Vannuchi e o ministro Tarso Genro (Justiça). Incomodaram-se também com o que avaliaram como "empenho eleitoral excessivo" da ministra Dilma no apoio a Vannuchi.
"Lula age assim: empurra a crise com a barriga e a gente nunca sai desse ambiente de ameaça", protestou um brigadeiro em entrevista ao Estado.
Na visão das Forças Armadas, a cerimônia de premiação de vítimas da ditadura, no dia 21, foi "uma armação" para constranger os militares, tendo Dilma como figura central, não só por ter sido torturada, mas por ter chorado e escolhido a ocasião para exibir o novo visual de cabelos curtíssimos, depois da quimioterapia para tratamento de um câncer linfático.
.
A confusão é bem simples: um FILHO DA PUTA ligado aos "direitos humanos" (sabe aqueles merdas que ficam só defendendo bandidos!) ficam com revanchismo e sacaneando as Forças Armadas. Eles estão cutucando a onça com vara curta, cada vez menor.
O palhaço-mor, o maior filho da puta, é um comunista safado, com status de ministro, chamado Paulo Vannuchi. Alguém por favor retire esse safado e idiota do Vannuchi do cargo/poder que ele tem!
A Lei da Anistia vale para todos. Não cabe mais enfiar o dedo nessa ferida, e se forem fazer isso, que mostrem também as centenas de assassinatos, bombas, etc e tal que os filhos-das-putas (os comunistas) praticaram!
Mas vamos à notícia:
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Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-que-revoga-lei-de-anistia-fez-jobim-ameacar-se-demitir,488397,0.htm
Projeto que revoga Lei de Anistia fez Jobim ameaçar se demitir
Ministro vê revanchismo na proposta de Vannuchi e fecha acordo com Lula antes de projeto ir ao Congresso
Christiane Samarco e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que se propõe a criar uma comissão especial para revogar a Lei de Anistia de 1979, provocou uma crise militar na véspera do Natal e levou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a escrever uma carta de demissão e a procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22, na Base Aérea de Brasília, para entregar o cargo.
Solidários a Jobim, os três comandantes das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica e Marinha) decidiram que também deixariam os cargos, se a saída de Jobim fosse consumada.
Na avaliação dos militares e do próprio ministro Jobim, o PNDH-3, proposto pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e lançado no dia 21 passado, tem trechos "revanchistas e provocativos".
Ao final de três dias de tensão, o presidente da República e o ministro da Defesa fizeram um acordo político: não se reescreve o texto do programa, mas as propostas de lei a enviar ao Congresso não afrontarão as Forças Armadas e, se for preciso, a base partidária governista será mobilizada para não aprovar textos de caráter revanchista.
Os comandantes militares transformaram Jobim em fiador desse acordo, mas disseram que a manutenção da Lei de Anistia é "ponto de honra". As Forças Armadas tratam com "naturalidade institucional" o fato de os benefícios da lei e sua amplitude estarem hoje sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) - isso é decorrente de um processo legal aberto na Justiça Federal de São Paulo contra os ex-coronéis e torturadores Carlos Alberto Brilhante Ustra e Aldir dos Santos Maciel, este já falecido.
Além da proposta para revogar a Lei de Anistia, que está na diretriz que fala em acabar com "as leis remanescentes do período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos", outro ponto irritou os militares e, em especial, o ministro Jobim.
Ele reclamou com Lula da quebra do "acordo tácito" para que os textos do PNDH-3 citassem as Forças Armadas e os movimentos civis da esquerda armada de oposição ao regime militar como alvos de possíveis processos "para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período 1964-1985".
Jobim foi surpreendido com um texto sem referências aos grupos da esquerda armada. Os militares dizem que se essas investigações vão ficar a cargo de uma Comissão da Verdade, então todos os fatos referentes ao regime militar devem ser investigados.
"Se querem por coronel e general no banco dos réus, então também vamos botar a Dilma e o Franklin Martins", disse um general da ativa ao Estado, referindo-se à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e ao ministro de Comunicação de Governo, que participaram da luta armada. "Não me venham falar em processo para militar pois a maioria nem está mais nos quartéis de hoje", acrescentou o general.
Os militares também consideram "picuinha" e "provocação" as propostas do ministro Vannuchi incluírem a ideia de uma lei "proibindo que logradouros, atos e próprios nacionais e prédios públicos recebam nomes de pessoas que praticaram crimes de lesa-humanidade". "Estamos engolindo sapo atrás de sapo", resumiu o general, que pediu anonimato por não poder se manifestar.
A decisão de Jobim entregar o cargo foi decidida no dia 21 e teve, inicialmente, o apoio solidário dos comandantes Juniti Saito (Aeronáutica) e Enzo Peri (Exército). Consultado por telefone, porque estava no Rio, o comandante da Marinha, o almirante Moura Neto, também aderiu. Diante da tensão, o presidente Lula acertou que se encontraria com Jobim na Base Aérea de Brasília, às 16h30, na volta da viagem ao Rio, onde foi inaugurar casas populares no complexo do Alemão e visitou obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).
Na conversa, Lula rejeitou a entrega da carta de demissão e disse que contornaria politicamente o problema. Pediu que o ministro garantisse aos comandantes militares que o Planalto não seria porta-voz de medidas que revogassem a Lei de Anistia.
Os militares acataram a decisão, mas reclamaram com Jobim da posição "vacilante" do Planalto e do "ambiente de constantes provocações" criado pela secretaria de Vannuchi e o ministro Tarso Genro (Justiça). Incomodaram-se também com o que avaliaram como "empenho eleitoral excessivo" da ministra Dilma no apoio a Vannuchi.
"Lula age assim: empurra a crise com a barriga e a gente nunca sai desse ambiente de ameaça", protestou um brigadeiro em entrevista ao Estado.
Na visão das Forças Armadas, a cerimônia de premiação de vítimas da ditadura, no dia 21, foi "uma armação" para constranger os militares, tendo Dilma como figura central, não só por ter sido torturada, mas por ter chorado e escolhido a ocasião para exibir o novo visual de cabelos curtíssimos, depois da quimioterapia para tratamento de um câncer linfático.
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Nelson Jobim
Jobim põe cargo à disposição
Extraído agora de: http://www.claudiohumberto.com.br/ na parte "A coluna nos jornais"
29/12/2009
Jobim põe cargo à disposição
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das três Forças colocaram os cargos à disposição após o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, exigir a presença de Jobim na cerimônia do Programa Nacional de Direitos Humanos, semana passada. Teria ameaçado chamar os militares de “covardes”. O presidente Lula teve de intervir para evitar uma possível crise.
Passado é passado
Jobim disse ao presidente que não iria ao evento para ser coerente com sua opinião de não falar e esquecer o passado.
Solidariedade
O brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica) e o general Enzo Peri (Exército) prestaram imediata solidariedade ao ministro Jobim.
Emergência
O almirante Moura Neto (Marinha), que estava no Rio, foi chamado às pressas para discutir como agir em caso de referência aos militares.
Silêncio
O secretário de Direitos Humanos, que tem status de ministro, não respondeu até o fechamento da coluna.
29/12/2009
Jobim põe cargo à disposição
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das três Forças colocaram os cargos à disposição após o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, exigir a presença de Jobim na cerimônia do Programa Nacional de Direitos Humanos, semana passada. Teria ameaçado chamar os militares de “covardes”. O presidente Lula teve de intervir para evitar uma possível crise.
Passado é passado
Jobim disse ao presidente que não iria ao evento para ser coerente com sua opinião de não falar e esquecer o passado.
Solidariedade
O brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica) e o general Enzo Peri (Exército) prestaram imediata solidariedade ao ministro Jobim.
Emergência
O almirante Moura Neto (Marinha), que estava no Rio, foi chamado às pressas para discutir como agir em caso de referência aos militares.
Silêncio
O secretário de Direitos Humanos, que tem status de ministro, não respondeu até o fechamento da coluna.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Exercício das Forças Armadas brasileiras preocupa Paraguai
Exercício das Forças Armadas brasileiras preocupa Paraguai
Escrito por Defesa Brasil
Seg, 16 de Novembro de 2009 09:30
Militares simularão ocupação de uma usina elétrica binacional; manobras já estavam previstas há meses.
RICARDO BONALUME NETO
A coincidência entre o apagão de terça-feira passada e o início hoje de um grande exercício militar no sul do Brasil que inclui a ocupação de uma usina hidrelétrica "binacional" despertou temores no Paraguai de que o objetivo do exercício seria simular uma eventual tomada da usina de Itaipu.
"Brasil prepara simulacro de guerra dirigido ao Paraguai", dizia um título na primeira página de anteontem do jornal paraguaio "ABC Color".
"O exercício se anuncia umas 72 horas logo depois que um apagão por falhas não esclarecidas em Itaipu deixou no escuro seis grandes Estados brasileiros e arrastou todo o Paraguai", escreveu o jornal. Na verdade, a operação está planejada faz vários meses; uma manobra deste tamanho não se improvisa em apenas uma semana.
A Operação Laçador é o maior exercício militar da América Latina. A manobra coordenada pelo Comando militar do Sul envolve mais de 8.000 homens das três forças e inclui 13 navios, dois submarinos e 53 aeronaves da FAB.
O cenário envolve a disputa por energia, tanto hidrelétrica como de petróleo. A "guerra" é entre o país "verde" -representado por Paraná, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul- e o "amarelo" -boa parte do resto do RS. Justamente para evitar interpretações diplomaticamente sensíveis, o exercício será longe de fronteiras.
A "guerra" começa com os "amarelos" invadindo campos de petróleo em torno de Rio Grande (RS) pertencentes aos "verdes", cuja missão é retomá-los, e também ocupar a usina "binacional", representada pela usina de Itá, no rio Uruguai, em Santa Catarina, na divisa com o Rio Grande do Sul.
Militares de várias partes do Brasil vão integrar a operação. São as principais unidades do Exército que estariam envolvidas em uma ação real de pronto emprego, como a retomada de uma hidrelétrica.
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Defesa Brasil
Seg, 16 de Novembro de 2009 09:30
Militares simularão ocupação de uma usina elétrica binacional; manobras já estavam previstas há meses.
RICARDO BONALUME NETO
A coincidência entre o apagão de terça-feira passada e o início hoje de um grande exercício militar no sul do Brasil que inclui a ocupação de uma usina hidrelétrica "binacional" despertou temores no Paraguai de que o objetivo do exercício seria simular uma eventual tomada da usina de Itaipu.
"Brasil prepara simulacro de guerra dirigido ao Paraguai", dizia um título na primeira página de anteontem do jornal paraguaio "ABC Color".
"O exercício se anuncia umas 72 horas logo depois que um apagão por falhas não esclarecidas em Itaipu deixou no escuro seis grandes Estados brasileiros e arrastou todo o Paraguai", escreveu o jornal. Na verdade, a operação está planejada faz vários meses; uma manobra deste tamanho não se improvisa em apenas uma semana.
A Operação Laçador é o maior exercício militar da América Latina. A manobra coordenada pelo Comando militar do Sul envolve mais de 8.000 homens das três forças e inclui 13 navios, dois submarinos e 53 aeronaves da FAB.
O cenário envolve a disputa por energia, tanto hidrelétrica como de petróleo. A "guerra" é entre o país "verde" -representado por Paraná, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul- e o "amarelo" -boa parte do resto do RS. Justamente para evitar interpretações diplomaticamente sensíveis, o exercício será longe de fronteiras.
A "guerra" começa com os "amarelos" invadindo campos de petróleo em torno de Rio Grande (RS) pertencentes aos "verdes", cuja missão é retomá-los, e também ocupar a usina "binacional", representada pela usina de Itá, no rio Uruguai, em Santa Catarina, na divisa com o Rio Grande do Sul.
Militares de várias partes do Brasil vão integrar a operação. São as principais unidades do Exército que estariam envolvidas em uma ação real de pronto emprego, como a retomada de uma hidrelétrica.
Fonte: Folha de São Paulo
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Videoclipe em navio da Marinha do Brasil
(Historiador do cotidiano)
Olá queridos leitores, hoje venho fazer um convite um pouco diferente. Recebi por e-mail o link de um belíssimo videoclipe gravado à bordo da Fragata F-46 Greenhalgh, da nossa gloriosa Marinha do Brasil, do cantor Fernando Cester.
Caso não consigam abrir, o link direto (youtube) é: http://www.youtube.com/watch?v=vhKaff5AGKM
Espero que gostem tanto quanto eu.
Abraços, e uma ótima semana!
.
Olá queridos leitores, hoje venho fazer um convite um pouco diferente. Recebi por e-mail o link de um belíssimo videoclipe gravado à bordo da Fragata F-46 Greenhalgh, da nossa gloriosa Marinha do Brasil, do cantor Fernando Cester.
Caso não consigam abrir, o link direto (youtube) é: http://www.youtube.com/watch?v=vhKaff5AGKM
Espero que gostem tanto quanto eu.
Abraços, e uma ótima semana!
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