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domingo, 29 de novembro de 2009

Ponto de vista...

(Historiador do cotidiano)

Estava assistindo agora há pouco o filme "Guru do amor" (the love guru) na televisão, com o comediante Mike Myers, de 2008. Ri muito, muito mesmo com o filme. Mas teve uma cena que merece destaque:

Em praticamente todos os filmes do Mike Myers, quando termina o filme começam a passar algumas cenas de erros de gravações (os famosos "bloopers", experimente digitar isso no youtube junto com o nome do teu filme predileto). Nesse filme Mike Myers contracena com Verne Troyer, o anãozinho que já tinha feito parceria com ele nos filmes "Austin Powers" no então papel de mini-me.

No final do filme, quando termina, mostra uma cena em que o diretor pede para o cinegrafista para aproximar a imagem (eles estão filmando o Verne Troyer com algumas pessoas por trás) porque só estão conseguindo ver bundas. Verne, com um ar sarcástico, diz: "Agora vocês sabem como é!". E risos, muitos risos...

Se quiser assistir essa cena no Youtube, o link é: http://www.youtube.com/watch?v=ShE4yCWLJFI

Abraços, desejo um excelente domingo, e uma semana ainda melhor!


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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Comédias românticas prejudicam relacionamentos

Extraído de: http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/12/16/ult4432u1907.jhtm

16/12/2008 - 08h11
Comédias românticas prejudicam vida afetiva, diz estudo

(Fonte: BBC Brasil)


Assistir a comédias românticas ou ler revistas femininas pode prejudicar a vida amorosa e afetiva, afirma uma pesquisa da Heriot-Watt University, em Edimburgo, divulgada nesta quarta-feira.

Segundo os cientistas do Laboratório de Relações Pessoais e de Família da universidade, os filmes e as revistas mostram situações idealizadas, distantes da realidade de seu público, criando expectativas que não serão correspondidas.

A equipe liderada pelos psicólogos Bjarne Holmes e Kimberly Johnson estudou 40 das comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005, além das revistas, e concluiu que elas trazem um tema comum: a idéia de uma "alma gêmea", que estamos todos predestinados a conhecer e que deveria nos conhecer instintivamente tão bem que poderiam "quase ler nossas mentes".

Depois de estudar os filmes, os pesquisadores pediram a centenas de pessoas que respondessem a um questionário descrevendo suas crenças e expectativas sobre seus relacionamentos.

Segundo os cientistas, os fãs de filmes como "Mensagem para você", "O Casamento dos meus sonhos" e "Enquanto você dormia" normalmente não conseguem se comunicar efetivamente com seus parceiros. Para Holmes, as conclusões podem ter implicações profundas em nossas vidas.

"Terapeutas de casais vêem com freqüência casais que acreditam que os homens e as mulheres querem coisas bem diferentes de suas relações, que o sexo deve ser perfeito sempre, e que se uma pessoa foi 'feita para você', então ela vai saber o que você quer, sem que você precise comunicá-lo."

"Agora temos algumas evidências que sugerem que a mídia popular tem um papel em perpetuar essas idéias na mente das pessoas." Para Holmes, a pesquisa descobriu uma verdade pouco confortável: "o problema é que enquanto que a maioria de nós sabe que a idéia de um relacionamento perfeito não é realista, alguns de nós somos mais influenciados pelas imagens mostradas na mídia do que nos damos conta."

"Os filmes capturam a excitação de um novo relacionamento, mas eles também sugerem, erradamente, que a confiança e o amor comprometido existem a partir do momento em que as pessoas se conhecem, enquanto que essas qualidades, normalmente, levam anos para se desenvolver", diz Kimberly Johnson.

Os pesquisadores agora pretendem lançar uma pesquisa global sobre a influência da mídia nos relacionamentos, e pedem aos interessados que participem respondendo a um questionário pela Internet.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Romance sincero

(Historiador do cotidiano)

Adoro cinema. Adoro? Não, não é essa a melhor palavra... eu AMO cinema. Não vou ficar aqui com falso intelectualismo, e dizer que cinema europeu é melhor, é mais arte, ou isto, isso e aquilo outro. Na minha sincera opinião, quem diz só gostar de filmes de arte europeus é alguém que não tem opinião própria e só sabe papagaiar o que os pseudo-intelectuais falam por aí afora.

Gosto de sair de casa, sentar no cinema, e me maravilhar. Se quem lê viaja, quem assiste um filme vai em outro planeta. Aqui cabe um parênteses: cinema pra mim só presta para os filmes que realmente abusam dos recursos audiovisuais disponíveis.

Eu não saio de casa para assistir dramas, ou romances bobos. Nem tão pouco para filmes de horror ou suspense. Eu saio de casa para me divertir com comédias, me empolgar com aventuras, vibrar com policiais que conseguem prender os bandidos, ou me fascinar com ficção científica. E eu não tenho vergonha nenhuma de admitir que realmente gosto de filmes estadunidenses, e dos brasileiros. Dos brasileiros bons!

Existem várias cenas memoráveis. Ah... tem ensinamentos do Mestre Yoda (Guerra nas Estrelas) em que um só filme tem mais filosofia do que um livro inteiro de Platão. Gosto de me perder nas idéias, de me encontrar em imagens surreais, em viajar sem precisar apertar os cintos. Gosto de ver que muitas vezes a vida imita a arte (ou seria ao contrário?).

Digo isto, relembro-me de uma das passagens mais românticas que já vi, no filme "O Conde de Monte Cristo" (2002). Segundo a wikipédia: "O Conde de Monte Cristo (título original em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas concluída em 1844. É considerado, juntamente com Os três mosqueteiros, uma das melhores obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de melhores romances já escritos. Foi baseada na história de um sapateiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de que fica amigo. Quando o clérigo morre, é libertado e herda uma misteriosa fortuna. O sapateiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro. O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o neto de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance. Há mesmo uma estranha semelhança entre a sua primeira parte e o posterior caso Dreyfus entre 1894-1906, em que um oficial judeu foi acusado, injustamente, de trair a pátria francesa".

No filme, o jovem Edmond Dantes (Jim Caviezel) é traído por um amigo e cai numa terrível conspiração. Ele é marinheiro e, numa viagem, passa pela ilha de Elba onde está detido Napoleão. Napoleão lhe entrega uma carta, mas como Edmond não sabe ler, só faz levar ela. Ao chegar em terra firme ele vai ao encontro da sua noiva, Mercedès (Dagmara Dominczyk), e durante a conversa na praia ele faz uma aliança com barbante no dedo dela. O "amigo" de Edmond, Fernand Mondego (Guy Pearce) - que é apaixonado pela noiva de Edmond - o entrega para as autoridades que o condenam por conspiração (pela posse da carta, endereçada ao pai do juiz Villefort (James Frain)). Edmond é condenado à prisão no Castelo d'If, numa ilha remota. Tal prisão é destinada aos presos políticos para serem esquecidos e morrerem por lá, mas Edmond consegue fugir com ajuda de um padre que - entre outras coisas - lhe ensina a ler. Nos instantes finais de vida, o padre ensina a Edmond onde se encontra um enorme tesouro na ilha de Monte Cristo. Edmond passou cerca de 16 anos preso.

Edmond retorna para a França com objetivo de se vingar dos que o traíram, e dá uma enorme festa de ressurgimento com o nome de Conde de Monte Cristo. Todos se maravilham, mas Mercedès reconhece que o Conde é o seu eterno amor, Edmond. Poucos dias depois, Edmond é convidado a uma festa na casa de Mercedès.

Chegamos finalmente à cena mais romântica que já vi: na saída da festa, ao entrar na carruagem Edmond é surpreendido por Mercedès. Ele pede pra ela descer mas ela lhe mostra o dedo, com a aliança de barbante. E diz algo como: "eu sempre te amei".

(...)

Desculpe, sempre me emociono... Mas é uma cena linda. Não pela estética dela, mas pelo sentimento, pela entrega emocional. Ela sempre o amou, e sempre carregou consigo aquela aliança, aquela prova do amor dos dois.

Uma prova de amor não precisa ser um enorme letreiro luminoso para todo o planeta ver... mas um mero pedaço de barbante - que apenas os dois sabem o significado - vale muito mais do que mil palavras.

O amor não é mensurável, não é paupável nem quantificável. O amor é o amor. É único, é especial.

E ela ainda usava a aliança que ele tinha dado... era a maior prova de amor que o mundo tinha ouvido falar...

E se fosse hoje em dia... será que você ainda usaria uma aliança depois de tempos afastados do seu verdadeiro amor?

quarta-feira, 7 de março de 2007

FILME: "Manobras na Casa Branca"

(Historiador do cotidiano)

"Manobras na Casa Branca"
Este filme eu recomendo!!!
(título original: "wag the dog")

Corra até a locadora de videodiscos digitais (DVDs) mais próxima da sua casa e assista esse filme (ou baixe-o pelo eMule).



Não vou fazer comentários pessoais, acredito que o mais importante é o que cada um de vocês - meus e minhas queridos(as) leitores e leitoras - vai absorver e refletir (além de se divertir) com este filme maravilhoso.


Assim, segue abaixo a sinopse:
Dustin Hoffman e Robert De Niro lideram esta brilhante sátira realizada pelo já vencedor do Oscar da Academia: Barry Levinson.

Quando um famoso produtor de Hollywood (Dustin Hoffman) e um poderoso consultor de comunicação (Robert De Niro) são recrutados para tentar aliviar o escândalo sexual que envolve o Presidente dos Estados Unidos, estão lançados os ingredientes para uma das melhores comédias de 1998.

Faltam duas semanas para as eleições presidenciais e o escândalo que o Presidente acaba de criar pode derrubá-lo num ápice. Só um acontecimento mais midiático que o próprio escândalo poderá salvá-lo. E que tal uma guerra? ...

Estão lançados os dados para a mais louca e incrível história jamais imaginada. Esta é a mais louca aventura sobre o uso e abuso do poder político nos Estados Unidos.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Sobre a (não) enaltação da polícia brasileira

(Historiador do cotidiano) Policiais são assassinados todos os dias por bandidos que escapam impunes!


Fotos: policiais assassinados fria e brutalmente por bandidos - e a ONGs de direitos humanos só defendem os bandidos. Imagens extraídas da Folha Online.

A situação no Brasil está negra! Ou afro-brasileira, como preferirem... a violência ocupa as ruas e a população comemora carnaval!

Nas mesmas ruas que arrastaram um garoto de 6 anos, no Rio, tinham festejos de carnaval! É um absurdo isso, mas é porque a população não tem vergonha na cara. E como vai ter vergonha se não sabe nem o porquê de ter vergonha afinal, aqui e ai onde você mora, falta educação. A população não é burra - apesar de aparentar - mas é desinformada. Ninguém sabe seus direitos ou sequer entende a importância e a força de uma sociedade civil organizada.

E nesse interim de pessoas analfabetas e semi-analfabetas (mas não se enganem: as letradas - com até mestrado e doutorado - também não exergam mais do que uma palmo à sua frente), temos uma GUERRA CIVIL ocorrendo no Rio de Janeiro e em dezenas, até centenas, de outras cidades brasileiras. E os bandidos estão cada vez mais eficientes: utilizam da propaganda ideológica, conceitos de guerra de guerrilhas, operações assimétrias e operações psicológicas. Eles têm até centros de logística! É uma estrutura impressionante... mas usada para o mal!

Carros da polícia são destroçados por bandidos safados que saem pelas ruas livres, e protegidos por ONGs de direitos humanosA população deveria linchar cada bandido que encontrasse na rua! Matar mesmo! Que absurdo é esse que nós - pessoas de bem - não podemos andar armados e se fizermos algo, vamos imediatamente presos além das centenas de Organizações Não-Governamentais (ONGs) que são mantidas por recursos ($) vindos do tráfico de drogas só fazem proteger os bandidos. Se a polícia (ou um cidadão de bem) mata um bandido, pode se preparar porque lá vem centenas de ONGs safadas de direitos humanos defender os "coitadinhos". Coitadinhos como os que arrastaram um menino de 6 anos pelas ruas do Rio de Janeiro, pendurado do lado de fora de um carro, sendo despedaçado e trucidado.

E a polícia? Eu tenho pena dos policiais. Eles deveriam ser homenageados! Os caras são mal pagos e estão num serviço perigosíssimo. E sabem qual apoio a população de nosso país dá à polícia? Nenhum. Nenhunzinho.

Sabe qual é o problema? A nossa imprensa - que não vale lá essas coisas todas - fica com ressentimentos idiotas e ultrapassados sobre o governo militar (1964 - 1985) e pensa que qualquer pessoa fardada é uma ameaça.

Quais as conseqüência? Uma polícia mal vista pela população, com um contingente reduzido, e que poderia fazer muito muito mais pela população se as próprias pessoas ajudassem a polícia!

Mas aqui ninguém preza a polícia que tem. O Fantástico e outras inutilidades televisivas mostram "documentários" como o tal do "Falcão - meninos do tráfico" (algo assim). Mas vá ao cinema... Hollywood mostra filmes como "Swat" (special weapons and tatics - uma unidade operacional de elite da polícia estadunidense) e "Miami Vice", dois filmes recentes - para citar apenas dois - que colocam as forças de segurança estadunidenses na mais alta categoria. Você sai de um filme desses empolgado, até com vontade de ser policial!

Vamos ver mais alguns títulos em cartaz... "A conquista da honra" (é sobre os esforços de guerra estadunidenses), "Cartas de Iwo Jima" (sobre os esforços de guerra japonses para a defesa de um importante ponto), "Deja vú" (que mostra a cooperação entre agências estadunidenses ATF e FBI na solução de um crime), "Os infiltrados" (que de uma forma ou outra mostra a eficiência da polícia em capturar um grande traficante), "O mestre das armas" (enaltecendo o espírito de combate e honra da população chinesa). Isso só para falar os atuais, sem lembrarmos de filmes antigos.

Se nós respeitássemos nossa polícia como os gringos fazem com suas forças de segurança, se fizéssemos só isso, já estaríamos contribuindo enormemente para nossa própria segurança.

Mais um pai de família, um homem que nos defende desses safados desses bandidos, foi ASSASSINADO BRUTALMENTE POR BANDIDOS
Faça sua parte! Não pergunte o que sua nação pode fazer por ti, mas sim o que você pode fazer pela sua Nação!

Faça sua parte!