(Historiador do cotidiano)
Acabei de assistir "A Origem" (Inception), um filme de Christopher Nola, com Leonardo Dicaprio, Ken Watanabe, Joseph Gordon-Levitt, Marioon Cotillard, Ellen Page, Tom Hardy, Cillian Murphy, Tom Berenger e Michael Cane; e com música de Hans Zimmer.
"O filme é uma ficção científica repleta de ação, que viaja o mundo afora e também pelo onírico mundo dos sonhos. Dom Cobb (Leonardo Dicaprio) é o melhor naquilo que faz: roubar valiosos segredos do subsconsciente das pessoas enquanto suas mentes se encontram vulneráveis quando sonham. Esta habilidade fez dele um colaborador cobiçado no mundo da espionagem industrial, mas também o transformou em um fugitivo e cobrou dele um alto preço. Agora ele pode conseguir uma segunda chance se realizar algo aparentemente impossível: a princípio, plantar uma idéia na mente de uma pessoa é melhor do que roubá-la. Se Cobb e sua equipe conseguirem isso, serão capazes de cometerem o crime perfeito. Mas nenhum talento ou planejamento pode prepará-los para um perigoso inimigo que parece antever cada movimento deles. Um inimigo que somente Cobb poderia enxergar."
Essa é a descrição do filme. Eu acabei de assisti-lo e, tenho que admitir, você simplesmente não respira. Tanto tem ação para lhe prender na cadeira, como a filosofia da história (e por trás da história) cativam sua mente. É uma delícia de filme para ser assistido sem qualquer interrupção.
Mas, no final, eu fiquei com uma dúvida... Afinal, na última cena, aquele peão cai ou não?
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
sábado, 10 de maio de 2008
Clone Wars - o filme
O primeiro pôster oficial da animação "Star Wars: The Clone Wars" foi divulgado pela Lucasfilm Animation. A produção deve chegar aos cinemas estadunidenses em 15 de agosto deste ano.Ahsoka é a única personagem nova a aparecer no pôster do longa.
A trama, assim como a série de desenhos que foi transmitida pela Cartoon Network no Brasil, vai acompanhar os personagens em períodos que não foram mostrados nos filmes da saga. O longa de "The Clone Wars" acontece entre o segundo e o terceiro episódio de "Star Wars".
Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, Yoda, Mace Windu, Padmé Amidala, Palpatine, Conde Dookan, general Grievous e, é claro, R2-D2 e C3PO estarão presentes. Entre os novos personagens estarão uma padawan de Anakin, Ahsoka, e a temível vilã, Asajj Ventress.
Para ver algumas imagens do filme: http://jovem.uol.com.br/album/clone_wars_filme_album.jhtm
Teaser: http://mais.uol.com.br/view/b3i42civ52xb/star-wars-the-clone-wars-040272D4B913E6
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Romance sincero
(Historiador do cotidiano)
Adoro cinema. Adoro? Não, não é essa a melhor palavra... eu AMO cinema. Não vou ficar aqui com falso intelectualismo, e dizer que cinema europeu é melhor, é mais arte, ou isto, isso e aquilo outro. Na minha sincera opinião, quem diz só gostar de filmes de arte europeus é alguém que não tem opinião própria e só sabe papagaiar o que os pseudo-intelectuais falam por aí afora.
Gosto de sair de casa, sentar no cinema, e me maravilhar. Se quem lê viaja, quem assiste um filme vai em outro planeta. Aqui cabe um parênteses: cinema pra mim só presta para os filmes que realmente abusam dos recursos audiovisuais disponíveis.
Eu não saio de casa para assistir dramas, ou romances bobos. Nem tão pouco para filmes de horror ou suspense. Eu saio de casa para me divertir com comédias, me empolgar com aventuras, vibrar com policiais que conseguem prender os bandidos, ou me fascinar com ficção científica. E eu não tenho vergonha nenhuma de admitir que realmente gosto de filmes estadunidenses, e dos brasileiros. Dos brasileiros bons!
Existem várias cenas memoráveis. Ah... tem ensinamentos do Mestre Yoda (Guerra nas Estrelas) em que um só filme tem mais filosofia do que um livro inteiro de Platão. Gosto de me perder nas idéias, de me encontrar em imagens surreais, em viajar sem precisar apertar os cintos. Gosto de ver que muitas vezes a vida imita a arte (ou seria ao contrário?).
Digo isto, relembro-me de uma das passagens mais românticas que já vi, no filme "O Conde de Monte Cristo" (2002). Segundo a wikipédia: "O Conde de Monte Cristo (título original em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas concluída em 1844. É considerado, juntamente com Os três mosqueteiros, uma das melhores obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de melhores romances já escritos. Foi baseada na história de um sapateiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de que fica amigo. Quando o clérigo morre, é libertado e herda uma misteriosa fortuna. O sapateiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro. O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o neto de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance. Há mesmo uma estranha semelhança entre a sua primeira parte e o posterior caso Dreyfus entre 1894-1906, em que um oficial judeu foi acusado, injustamente, de trair a pátria francesa".
No filme, o jovem Edmond Dantes (Jim Caviezel) é traído por um amigo e cai numa terrível conspiração. Ele é marinheiro e, numa viagem, passa pela ilha de Elba onde está detido Napoleão. Napoleão lhe entrega uma carta, mas como Edmond não sabe ler, só faz levar ela. Ao chegar em terra firme ele vai ao encontro da sua noiva, Mercedès (Dagmara Dominczyk), e durante a conversa na praia ele faz uma aliança com barbante no dedo dela. O "amigo" de Edmond, Fernand Mondego (Guy Pearce) - que é apaixonado pela noiva de Edmond - o entrega para as autoridades que o condenam por conspiração (pela posse da carta, endereçada ao pai do juiz Villefort (James Frain)). Edmond é condenado à prisão no Castelo d'If, numa ilha remota. Tal prisão é destinada aos presos políticos para serem esquecidos e morrerem por lá, mas Edmond consegue fugir com ajuda de um padre que - entre outras coisas - lhe ensina a ler. Nos instantes finais de vida, o padre ensina a Edmond onde se encontra um enorme tesouro na ilha de Monte Cristo. Edmond passou cerca de 16 anos preso.
Edmond retorna para a França com objetivo de se vingar dos que o traíram, e dá uma enorme festa de ressurgimento com o nome de Conde de Monte Cristo. Todos se maravilham, mas Mercedès reconhece que o Conde é o seu eterno amor, Edmond. Poucos dias depois, Edmond é convidado a uma festa na casa de Mercedès.
Chegamos finalmente à cena mais romântica que já vi: na saída da festa, ao entrar na carruagem Edmond é surpreendido por Mercedès. Ele pede pra ela descer mas ela lhe mostra o dedo, com a aliança de barbante. E diz algo como: "eu sempre te amei".
(...)
Desculpe, sempre me emociono... Mas é uma cena linda. Não pela estética dela, mas pelo sentimento, pela entrega emocional. Ela sempre o amou, e sempre carregou consigo aquela aliança, aquela prova do amor dos dois.
Uma prova de amor não precisa ser um enorme letreiro luminoso para todo o planeta ver... mas um mero pedaço de barbante - que apenas os dois sabem o significado - vale muito mais do que mil palavras.
O amor não é mensurável, não é paupável nem quantificável. O amor é o amor. É único, é especial.
E ela ainda usava a aliança que ele tinha dado... era a maior prova de amor que o mundo tinha ouvido falar...
E se fosse hoje em dia... será que você ainda usaria uma aliança depois de tempos afastados do seu verdadeiro amor?
Adoro cinema. Adoro? Não, não é essa a melhor palavra... eu AMO cinema. Não vou ficar aqui com falso intelectualismo, e dizer que cinema europeu é melhor, é mais arte, ou isto, isso e aquilo outro. Na minha sincera opinião, quem diz só gostar de filmes de arte europeus é alguém que não tem opinião própria e só sabe papagaiar o que os pseudo-intelectuais falam por aí afora.
Gosto de sair de casa, sentar no cinema, e me maravilhar. Se quem lê viaja, quem assiste um filme vai em outro planeta. Aqui cabe um parênteses: cinema pra mim só presta para os filmes que realmente abusam dos recursos audiovisuais disponíveis.
Eu não saio de casa para assistir dramas, ou romances bobos. Nem tão pouco para filmes de horror ou suspense. Eu saio de casa para me divertir com comédias, me empolgar com aventuras, vibrar com policiais que conseguem prender os bandidos, ou me fascinar com ficção científica. E eu não tenho vergonha nenhuma de admitir que realmente gosto de filmes estadunidenses, e dos brasileiros. Dos brasileiros bons!
Existem várias cenas memoráveis. Ah... tem ensinamentos do Mestre Yoda (Guerra nas Estrelas) em que um só filme tem mais filosofia do que um livro inteiro de Platão. Gosto de me perder nas idéias, de me encontrar em imagens surreais, em viajar sem precisar apertar os cintos. Gosto de ver que muitas vezes a vida imita a arte (ou seria ao contrário?).
Digo isto, relembro-me de uma das passagens mais românticas que já vi, no filme "O Conde de Monte Cristo" (2002). Segundo a wikipédia: "O Conde de Monte Cristo (título original em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas concluída em 1844. É considerado, juntamente com Os três mosqueteiros, uma das melhores obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de melhores romances já escritos. Foi baseada na história de um sapateiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de que fica amigo. Quando o clérigo morre, é libertado e herda uma misteriosa fortuna. O sapateiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro. O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o neto de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance. Há mesmo uma estranha semelhança entre a sua primeira parte e o posterior caso Dreyfus entre 1894-1906, em que um oficial judeu foi acusado, injustamente, de trair a pátria francesa".
No filme, o jovem Edmond Dantes (Jim Caviezel) é traído por um amigo e cai numa terrível conspiração. Ele é marinheiro e, numa viagem, passa pela ilha de Elba onde está detido Napoleão. Napoleão lhe entrega uma carta, mas como Edmond não sabe ler, só faz levar ela. Ao chegar em terra firme ele vai ao encontro da sua noiva, Mercedès (Dagmara Dominczyk), e durante a conversa na praia ele faz uma aliança com barbante no dedo dela. O "amigo" de Edmond, Fernand Mondego (Guy Pearce) - que é apaixonado pela noiva de Edmond - o entrega para as autoridades que o condenam por conspiração (pela posse da carta, endereçada ao pai do juiz Villefort (James Frain)). Edmond é condenado à prisão no Castelo d'If, numa ilha remota. Tal prisão é destinada aos presos políticos para serem esquecidos e morrerem por lá, mas Edmond consegue fugir com ajuda de um padre que - entre outras coisas - lhe ensina a ler. Nos instantes finais de vida, o padre ensina a Edmond onde se encontra um enorme tesouro na ilha de Monte Cristo. Edmond passou cerca de 16 anos preso.
Edmond retorna para a França com objetivo de se vingar dos que o traíram, e dá uma enorme festa de ressurgimento com o nome de Conde de Monte Cristo. Todos se maravilham, mas Mercedès reconhece que o Conde é o seu eterno amor, Edmond. Poucos dias depois, Edmond é convidado a uma festa na casa de Mercedès.
Chegamos finalmente à cena mais romântica que já vi: na saída da festa, ao entrar na carruagem Edmond é surpreendido por Mercedès. Ele pede pra ela descer mas ela lhe mostra o dedo, com a aliança de barbante. E diz algo como: "eu sempre te amei".
(...)
Desculpe, sempre me emociono... Mas é uma cena linda. Não pela estética dela, mas pelo sentimento, pela entrega emocional. Ela sempre o amou, e sempre carregou consigo aquela aliança, aquela prova do amor dos dois.
Uma prova de amor não precisa ser um enorme letreiro luminoso para todo o planeta ver... mas um mero pedaço de barbante - que apenas os dois sabem o significado - vale muito mais do que mil palavras.
O amor não é mensurável, não é paupável nem quantificável. O amor é o amor. É único, é especial.
E ela ainda usava a aliança que ele tinha dado... era a maior prova de amor que o mundo tinha ouvido falar...
E se fosse hoje em dia... será que você ainda usaria uma aliança depois de tempos afastados do seu verdadeiro amor?
sábado, 10 de março de 2007
Filme: Norbit
(Historiador do cotidiano)
Fui assistir ao filme "Norbit". Minha opinião? Vale à pena!!!
O filme é hilário! Eu recomendo! Eu ria tanto no cinema que quase caio da cadeira diversas vezes.
A frase de chamada da película é "Have you ever made a really big mistake?" ("você alguma vez já cometeu um erro realmente grande?").
O filme conta a história de Norbit (Eddie Murphy). Ele nunca teve uma vida muito fácil. Quando bebê, ele foi abandonado à porta de um restaurante/orfanato chinês e criado por Mr. Wong (interpretado por Eddie Murphy), o que já foi difícil. Mas as dificuldades não param por aí, e são capazes de ficar ainda piores quando ele é obrigado a casar com a maléfica, obscena, rainha do "devora porcarias" de nome Rasputia (também interpretado por Eddie Murphy).
Quando Norbit está já por um fio e sem mais nenhuma saída do casamento, sua paixão da infância, Kate - interpretada por Thandie Newton (Missão Impossível 2), retorna à cidade. Bom, a comédia com certeza irá mostrar por quê alguns votos foram feitos para serem quebrados.
Além disso o filme conta com outros excelentes atores, como Cuba Gooding Jr (Pearl Harbour), Terry Crews (Dia de treinamento), Clifton Powell (Brothers in arms), Mighty Rasta (13 moons), Eddie Griffin (Deuce Bigalow - gigolô por acidente), Katt Williams (Ganked), Floyd Levine (Good burguer), Anthony Russell (Bad boy), Pat Crawford Brown (Eu, você e Dupree), Jeanette Miller (Não mais um besteirol americano), Michael Colyar (The beat), Marlon Wayans (As branquelas) e Alexis Rhee (Because I said so). ATENÇÃO: Os nomes dos filmes e programas de televisão - onde tais atores apareceram - podem não serem exatamente esses, escrevi o que me veio à cabeça.
Resumindo tudo? Eu recomendo este filme!
Fui assistir ao filme "Norbit". Minha opinião? Vale à pena!!!O filme é hilário! Eu recomendo! Eu ria tanto no cinema que quase caio da cadeira diversas vezes.
A frase de chamada da película é "Have you ever made a really big mistake?" ("você alguma vez já cometeu um erro realmente grande?").
O filme conta a história de Norbit (Eddie Murphy). Ele nunca teve uma vida muito fácil. Quando bebê, ele foi abandonado à porta de um restaurante/orfanato chinês e criado por Mr. Wong (interpretado por Eddie Murphy), o que já foi difícil. Mas as dificuldades não param por aí, e são capazes de ficar ainda piores quando ele é obrigado a casar com a maléfica, obscena, rainha do "devora porcarias" de nome Rasputia (também interpretado por Eddie Murphy).
Quando Norbit está já por um fio e sem mais nenhuma saída do casamento, sua paixão da infância, Kate - interpretada por Thandie Newton (Missão Impossível 2), retorna à cidade. Bom, a comédia com certeza irá mostrar por quê alguns votos foram feitos para serem quebrados.
Além disso o filme conta com outros excelentes atores, como Cuba Gooding Jr (Pearl Harbour), Terry Crews (Dia de treinamento), Clifton Powell (Brothers in arms), Mighty Rasta (13 moons), Eddie Griffin (Deuce Bigalow - gigolô por acidente), Katt Williams (Ganked), Floyd Levine (Good burguer), Anthony Russell (Bad boy), Pat Crawford Brown (Eu, você e Dupree), Jeanette Miller (Não mais um besteirol americano), Michael Colyar (The beat), Marlon Wayans (As branquelas) e Alexis Rhee (Because I said so). ATENÇÃO: Os nomes dos filmes e programas de televisão - onde tais atores apareceram - podem não serem exatamente esses, escrevi o que me veio à cabeça.
Resumindo tudo? Eu recomendo este filme!
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