(Historiador do cotidiano)
Hoje foi um dia estranho. De verdade, apesar de não tão estranho quanto achei que ia ser, mas foi.
Todas as pessoas têm seus rituais, suas rotinas, suas formas padronizadas de conduzir as pequenas coisas da vida. Eu não sou diferente, e também tenho minhas rotinas. Mas hoje alguma coisa saiu da rotina, simplesmente fugiu. Quando estava indo para o escritório e, diferente do que costuma acontecer, eu parei e pensei comigo mesmo "hoje vai ser um dia estranho!".
E foi. Pelo menos não foi tão estranho quanto achei que poderia ter sido. Coisas estranhas acontecem, tem algumas que acho até interessantes.
Acho que a mais surreal foi quando, no escritório o chefe olhou no relógio (eram umas 21h), virou pra gente e disse "ei, vocês estão achando que é 4h da tarde? Vão pra casa!". rs rs rs
Definitivamente surreal!
E você, qual foi a coisa mais surreal que já lhe aconteceu neste ano de 2010?
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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quarta-feira, 10 de março de 2010
sábado, 10 de fevereiro de 2007
Viver é... ter coragem de fugir da rotina!
(Historiador do cotidiano)
Às vezes as coisas acontecem ao seu redor de surpresa - digo, você não estava sabendo antes que ia acontecer, mas está tudo planejado há meses - e você simplesmente adora.
Este ano a prefeitura preparou algumas apresentações culturais um pouco inusitadas em locais públicos de propriedade privada.
Quando estou a passar distraidamente por um dos centros comerciais daqui, beira-mar, escuto aquele frevo arrochado de bom. "Ô barulhinho bom", pensei.
Sabe quando você realmente pára o que fazia para se deleitar com algo? Valia a pena! Eu parei. Encostei, desci, fui olhar e dançar.
Foi divertido, muito!
Me pergunto se as pessoas que só saem de um local a outro com planos, bem definidos e metódicos, conseguem se divertir tanto quanto quando não há compromissos com horários - mesmo, mesmo que existam horários!
Então, da próxima vez que experimentar o gostinho de curtir algo bom - e que não faça mal a ninguém - eu pretendo novamente e novamente experimentar. Mesmo, mesmo que seja a coisa mais boba do mundo, mesmo assim sempre vale a pena.
E você? Já experimentou essa deliciosa sensação de quebra da linha espaço-temporal (e seus compromissos juntos) na simples alteração de rotinas e planos?

Às vezes as coisas acontecem ao seu redor de surpresa - digo, você não estava sabendo antes que ia acontecer, mas está tudo planejado há meses - e você simplesmente adora.
Este ano a prefeitura preparou algumas apresentações culturais um pouco inusitadas em locais públicos de propriedade privada.
Quando estou a passar distraidamente por um dos centros comerciais daqui, beira-mar, escuto aquele frevo arrochado de bom. "Ô barulhinho bom", pensei.
Sabe quando você realmente pára o que fazia para se deleitar com algo? Valia a pena! Eu parei. Encostei, desci, fui olhar e dançar.
Foi divertido, muito!
Me pergunto se as pessoas que só saem de um local a outro com planos, bem definidos e metódicos, conseguem se divertir tanto quanto quando não há compromissos com horários - mesmo, mesmo que existam horários!
Então, da próxima vez que experimentar o gostinho de curtir algo bom - e que não faça mal a ninguém - eu pretendo novamente e novamente experimentar. Mesmo, mesmo que seja a coisa mais boba do mundo, mesmo assim sempre vale a pena.
E você? Já experimentou essa deliciosa sensação de quebra da linha espaço-temporal (e seus compromissos juntos) na simples alteração de rotinas e planos?
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