(Historiador do cotidiano)
Hoje foi um dia estranho. De verdade, apesar de não tão estranho quanto achei que ia ser, mas foi.
Todas as pessoas têm seus rituais, suas rotinas, suas formas padronizadas de conduzir as pequenas coisas da vida. Eu não sou diferente, e também tenho minhas rotinas. Mas hoje alguma coisa saiu da rotina, simplesmente fugiu. Quando estava indo para o escritório e, diferente do que costuma acontecer, eu parei e pensei comigo mesmo "hoje vai ser um dia estranho!".
E foi. Pelo menos não foi tão estranho quanto achei que poderia ter sido. Coisas estranhas acontecem, tem algumas que acho até interessantes.
Acho que a mais surreal foi quando, no escritório o chefe olhou no relógio (eram umas 21h), virou pra gente e disse "ei, vocês estão achando que é 4h da tarde? Vão pra casa!". rs rs rs
Definitivamente surreal!
E você, qual foi a coisa mais surreal que já lhe aconteceu neste ano de 2010?
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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quarta-feira, 10 de março de 2010
Dia estranho
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Historiador do cotidiano
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domingo, 4 de outubro de 2009
Raiva - O maior mal da nossa época
(Historiador do cotidiano)
Tenho refletido sobre isso. Muito. Tenho várias teorias sobre os principais males da humanidade. Já pensei em depressão, em falta de fé, falta de autoconfiança, em pessimismo. Nossa... pessimismo é uma das coisas que mais odeio.
Mas o mal da humanindade, o maior maior, é exatamente esse: o ódio, a raiva.
Todos temos raiva. E cada vez mais. Duvida? Vamos fazer uma pequena lista aqui então, com coisas cotidianas que nos aborrecem:
(o texto pode parecer meio machista mas, às meninas que lerem isso, peço gentilmente que façam a comparação com coisas que os homens fazem e vocês odeiam)
EM CASA:
A forma como a cama é arrumada, a disposição dos produtos de higiene na pia do banheiro (aquele amontoado de coisas femininas que ocupam todo espaço), calcinhas penduradas no chuveiro, manias paranóicas de arrumação, implicâncias em relação ao que você come ou deixa de comer, manias de interromper enquanto você fala (e você não faz isso com ela), a forma de estacionar o carro, o tempero da comida...
NO TRÂNSITO:
Pessoas lentas que atrapalham o trânsito, carros que emparelham com outros e ninguém passa, mulheres que dirigem de forma distraída, filhinhos-de-papai que pensam que estão em competições de velocidade, pessoas que saem da faixa da direita para esquerda (para pegar um retorno e cortam todo mundo, em baixíssima velocidade), pessoas que quando abre o semáforo elas não saem, pessoas que param em faixas que são livres para girar, pessoas que entram na sua frente sem prestarem atenção...
ESTACIONANDO:
Aquele filho da puta que sempre entra na vaga que você estava de olho...
NO TRABALHO:
Chefe chato e orgulhoso (que lhe aperta só por causa das vaidades dos prazos e idéias dele), chefe incompetente (que você prepara o relatório em 2 dias e ele leva 2 semanas para ler), chefe viajador (que vive viajando e deixa você sozinho no escritório para fazer as tarefas dele), chefe vibrador (que topa tudo, se engaja e tudo, e te sobrecarrega de tarefas), chefe frouxo (que não tem coragem de tomar decisões), colegas inúteis que passam o dia no telefone ou andando (e as tarefas deles sobram pra ti), colegas que só sabem reclamar do statos quo, colegas mal educados, colegas que lhe causam assédio moral, colegas frouxos, colegas que lhe pertubam e tiram sua paciência diversas vezes por dia, colegas que você fica agoniado de tanto eles serem puxas-sacos, colegas que se sentem chefes e ficam distribuindo tarefas, subordinados incompetentes, subordinados mestres dos magos (que você não consegue encontrar; que quando você procura ele sumiu), subordinados indisciplinados, subordinados insubordinados, subordinados frouxos, pilhas de papéis que não páram de crescer, relatórios ping-pong (aqueles que vão pro chefe e voltam para serem mudados apenas vírgulas e outras besteiras), e por aí vai...
E cada qual tem suas peculiaridades... poderia citar aqui aborrecimentos na academia, no elevador, no bar, no shopping, no clube, assistindo televisão, caminhando, almoçando, jantando... A todo instante passamos por coisas que nos aborrecem, umas mais e outras menos. O problema é que esses pequenos aborrecimentos vão acumulando, mais e mais. E como reagimos a isso? Perpetuamos o ciclo de raiva, passamos adiante todo o aborrecimento, descontamos em alguém como se isso fosse melhorar nosso humor. Não melhora, e ainda destrói o bom humor das outras pessoas. E essa pessoa vai descontar em outra, e assim sucessivamente!
O que resulta? Ódio perpetuado. Raiva transmitida indiscriminadamente. Isso resolve? Não. Não resolve porra nenhuma.
Então como devemos reagir a esse ciclo de raiva? Existem várias soluções, mas a que eu mais gosto é ignorar. Sério, se alguém vem com algo que vai me aborrecer, eu tento simplesmente "cagar" para a situação.
Quanto menos nos importamos com aborrecimentos e raivas, menos nos contagiamos com esse tipo de sentimento negativo. Se interrompemos o ciclo de ódio, ele não se perpetua, e assim menos pessoas serão contagiadas de forma negativa.
Quem ganha? Todo mundo! Temos que sair por aí espalhando alegria, fé e bom humor! Mas enquanto não conseguimos, por quê não evitar que as pessoas lhe contagiem com coisas negativas? E evitar que você piore o universo levando isso adiante?
Da próxima vez que tiver um aborrecimento, dê um sorriso! Ser feliz vale à pena!
Abraços, e uma excelente semana pra ti!!!
.
Tenho refletido sobre isso. Muito. Tenho várias teorias sobre os principais males da humanidade. Já pensei em depressão, em falta de fé, falta de autoconfiança, em pessimismo. Nossa... pessimismo é uma das coisas que mais odeio.
Mas o mal da humanindade, o maior maior, é exatamente esse: o ódio, a raiva.
Todos temos raiva. E cada vez mais. Duvida? Vamos fazer uma pequena lista aqui então, com coisas cotidianas que nos aborrecem:
(o texto pode parecer meio machista mas, às meninas que lerem isso, peço gentilmente que façam a comparação com coisas que os homens fazem e vocês odeiam)
EM CASA:
A forma como a cama é arrumada, a disposição dos produtos de higiene na pia do banheiro (aquele amontoado de coisas femininas que ocupam todo espaço), calcinhas penduradas no chuveiro, manias paranóicas de arrumação, implicâncias em relação ao que você come ou deixa de comer, manias de interromper enquanto você fala (e você não faz isso com ela), a forma de estacionar o carro, o tempero da comida...
NO TRÂNSITO:
Pessoas lentas que atrapalham o trânsito, carros que emparelham com outros e ninguém passa, mulheres que dirigem de forma distraída, filhinhos-de-papai que pensam que estão em competições de velocidade, pessoas que saem da faixa da direita para esquerda (para pegar um retorno e cortam todo mundo, em baixíssima velocidade), pessoas que quando abre o semáforo elas não saem, pessoas que param em faixas que são livres para girar, pessoas que entram na sua frente sem prestarem atenção...
ESTACIONANDO:
Aquele filho da puta que sempre entra na vaga que você estava de olho...
NO TRABALHO:
Chefe chato e orgulhoso (que lhe aperta só por causa das vaidades dos prazos e idéias dele), chefe incompetente (que você prepara o relatório em 2 dias e ele leva 2 semanas para ler), chefe viajador (que vive viajando e deixa você sozinho no escritório para fazer as tarefas dele), chefe vibrador (que topa tudo, se engaja e tudo, e te sobrecarrega de tarefas), chefe frouxo (que não tem coragem de tomar decisões), colegas inúteis que passam o dia no telefone ou andando (e as tarefas deles sobram pra ti), colegas que só sabem reclamar do statos quo, colegas mal educados, colegas que lhe causam assédio moral, colegas frouxos, colegas que lhe pertubam e tiram sua paciência diversas vezes por dia, colegas que você fica agoniado de tanto eles serem puxas-sacos, colegas que se sentem chefes e ficam distribuindo tarefas, subordinados incompetentes, subordinados mestres dos magos (que você não consegue encontrar; que quando você procura ele sumiu), subordinados indisciplinados, subordinados insubordinados, subordinados frouxos, pilhas de papéis que não páram de crescer, relatórios ping-pong (aqueles que vão pro chefe e voltam para serem mudados apenas vírgulas e outras besteiras), e por aí vai...
E cada qual tem suas peculiaridades... poderia citar aqui aborrecimentos na academia, no elevador, no bar, no shopping, no clube, assistindo televisão, caminhando, almoçando, jantando... A todo instante passamos por coisas que nos aborrecem, umas mais e outras menos. O problema é que esses pequenos aborrecimentos vão acumulando, mais e mais. E como reagimos a isso? Perpetuamos o ciclo de raiva, passamos adiante todo o aborrecimento, descontamos em alguém como se isso fosse melhorar nosso humor. Não melhora, e ainda destrói o bom humor das outras pessoas. E essa pessoa vai descontar em outra, e assim sucessivamente!
O que resulta? Ódio perpetuado. Raiva transmitida indiscriminadamente. Isso resolve? Não. Não resolve porra nenhuma.
Então como devemos reagir a esse ciclo de raiva? Existem várias soluções, mas a que eu mais gosto é ignorar. Sério, se alguém vem com algo que vai me aborrecer, eu tento simplesmente "cagar" para a situação.
Quanto menos nos importamos com aborrecimentos e raivas, menos nos contagiamos com esse tipo de sentimento negativo. Se interrompemos o ciclo de ódio, ele não se perpetua, e assim menos pessoas serão contagiadas de forma negativa.
Quem ganha? Todo mundo! Temos que sair por aí espalhando alegria, fé e bom humor! Mas enquanto não conseguimos, por quê não evitar que as pessoas lhe contagiem com coisas negativas? E evitar que você piore o universo levando isso adiante?
Da próxima vez que tiver um aborrecimento, dê um sorriso! Ser feliz vale à pena!
Abraços, e uma excelente semana pra ti!!!
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Vou viver sozinho
Extraído de: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1703
Cansei desse tumulto do cotidiano, acho que vou viver um pouco sozinho. Afinal, a maioria do tempo estamos irritados com o estresse e a pressão da vida na sociedade, às vezes dá vontade de chutar o balde e abandonar tudo para escalar uma montanha, devassar uma floresta e viver sozinho como um eremita!
(clique nas imagens para vê-las em tamanho maior)











Cansei desse tumulto do cotidiano, acho que vou viver um pouco sozinho. Afinal, a maioria do tempo estamos irritados com o estresse e a pressão da vida na sociedade, às vezes dá vontade de chutar o balde e abandonar tudo para escalar uma montanha, devassar uma floresta e viver sozinho como um eremita!
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