(Historiador do cotidiano)
Ontem estava eu e um casal de amigos conversando miolo de quartinha no centro comercial do meio do caminho quando surgiu o assunto sobre amores e paixões. Para encurtar a história, alguém ventilou a possibilidade de existir traição em amor platônico.
(...)
Não sou especialista nesse assunto de chifres, mas pelo que eu saiba: você só leva um chifre de alguém que namora contigo. Se você não namora, não tem como ser corno(a). Simples, prático e concreto.
Visto que a maior parte da minha audiência é feminina, eu lhes pergunto meninas - já que vocês são mais dadas a paixões platônicas do que nós homens: Vocês acreditam em traição em casos de amores platônicos? E por que?
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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