(Historiador do cotidiano)
Cilada de hoje é sobre cinema.
O primeiro problema ao ir ao cinema é decidir qual filme você vai assistir (se o seu, o da sua namorada, ou algum que nenhum dos dois gosta mas que vocês vão porque não conseguem chegar a um consenso).
A disputa pelo assento no cinema foi hilária!
"Quem inventou que pipoca combina com cinema? Será que não tem possibilidade de assistir filmes comendo alguma outra coisa?" questiona Bruno Mazzeo ao término do primeiro bloco. O melhor é a simulação depois, ele e a namorada assistindo filme, com um prato no colo, e chega um garçom: "Aceita picanha senhor?"
rs rs rs
Não vou entrar em detalhes, quem tiver o canal Multishow pode assistir a reprise amanhã (domingo) ao meio-dia.
Além do Multishow (sábado, 21h; e domingo, 12h), Cilada também é exibido no Fantástico (domingo à noite). Inclusive o Cilada de amanhã no Fantástico vai ser sobre supermercado.
Bom, vou parar por aqui e continuar a assistir.
Minha opinião pessoal? VALE A PENA! Assista, você não vai se arrepender.
Abraços, e um excelente sábado pra você!
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Na minha memoria não!
(Historiador do cotidiano)
São 22:09h de domingo, 12 de abril. Na Globo, no Fantástico, está passando uma reportagem sobre memória, e sobre a capacidade da ciência em apagar as memórias.
A possibilidade é intrigante. Num dos instantes o repórter pergunta: "Se você pudesse, o que apagaria da sua memória?"
A minha resposta é curta e grossa: "Nada!"
Tenho memórias ruins, mas quem não as tem? Pode ter sido um problema intestinal, uma dor, um chute no saco, uma desilusão (amorosa, religiosa, de amizade, ou o que for), pode ter sido algo que você fez, pode ter sido algo que fizeram contigo, pode ter sido muita coisa.
Mas o que eu apagaria? Absolutamente nada. Por que? Porque quem sou hoje em dia é fruto do que eu vivi. Tanto as coisas boas como as coisas ruins.
Eu sou hoje fruto do que vivi ontem. Sem o ontem eu não seria o que sou hoje, e não teria os parâmetros corretos para ser melhor amanhã.
Alterar recordações? Na minha memória não!
E na sua?
São 22:09h de domingo, 12 de abril. Na Globo, no Fantástico, está passando uma reportagem sobre memória, e sobre a capacidade da ciência em apagar as memórias.
A possibilidade é intrigante. Num dos instantes o repórter pergunta: "Se você pudesse, o que apagaria da sua memória?"
A minha resposta é curta e grossa: "Nada!"
Tenho memórias ruins, mas quem não as tem? Pode ter sido um problema intestinal, uma dor, um chute no saco, uma desilusão (amorosa, religiosa, de amizade, ou o que for), pode ter sido algo que você fez, pode ter sido algo que fizeram contigo, pode ter sido muita coisa.
Mas o que eu apagaria? Absolutamente nada. Por que? Porque quem sou hoje em dia é fruto do que eu vivi. Tanto as coisas boas como as coisas ruins.
Eu sou hoje fruto do que vivi ontem. Sem o ontem eu não seria o que sou hoje, e não teria os parâmetros corretos para ser melhor amanhã.
Alterar recordações? Na minha memória não!
E na sua?
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