(Historiador do cotidiano)
Este blog esta de LUTO pela morte do diploma de jornalismo.
Está de LUTO por causa de uma das piores decisões do STF sob o comando daquele estúpido Gilmar Mendes.
ESTE BLOG DEFENDE A LUTA DOS JORNALISTAS PELA OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA !!!
Para saber mais:
Observatório da imprensa - http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=542DAC005
Correio Braziliense [1] - http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2009/06/17/noticia_interna/id_sessao=18&id_noticia=119490/noticia_interna.shtml
Correio Braziliense [2] - http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2009/06/18/noticia_interna/id_sessao=18&id_noticia=119773/noticia_interna.shtml
Correio Braziliense [3] - http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2009/06/17/noticia_interna/id_sessao=18&id_noticia=119493/noticia_interna.shtml
Correio Braziliense [4] - http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2009/06/17/noticia_interna/id_sessao=18&id_noticia=119452/noticia_interna.shtml
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Celulares e cancer
Celulares e câncer
Por que não abrir o jogo?
Por Alberto Dines em 07/10/2008
Está na capa da edição corrente da revista The Economist (27/9) exatamente nestes termos: "Celulares e câncer". Nas páginas internas, o texto intitulado "Loucura móvel" descreve a confusão em torno de um estudo multinacional que demorou seis anos para ser completado e custou 30 milhões de dólares.
Erros metodológicos atrasaram a montagem das conclusões e persiste a controvérsia. Aqueles que não acreditam nos efeitos perniciosos das irradiações eletromagnéticas já prepararam uma manchete: "Celulares não produzem tumor cerebral". O grupo adversário vai contra-atacar: "Uso intenso de celular aumenta o risco de tumores benignos".
Enquanto a controvérsia não é esclarecida, uma publicação responsável como a Economist não se omite e sente-se no dever de alertar o distinto público para a possibilidade de uma grave ameaça à saúde.
No verão setentrional, outro semanário – o francês L´Express – foi mais candente e mais longe em reportagem com 12 páginas e enorme chamada na capa: "Enquete sobre os verdadeiros perigos dos [telefones] portáteis" (17-23 de julho, 2008).
Quantas matérias têm sido publicadas no Brasil sobre o assunto?
Papel impresso
A resposta pode ser obtida por via indireta através de outra pergunta: "Qual é o produto eletrônico mais anunciado na mídia?". A indústria jornalística brasileira, como sempre, adota a tática do avestruz: omite-se e enfia a cabeça na areia. Prefere suprimir o debate, na esperança de que os malefícios causados pelo celular sejam desmentidos, do que oferecer às suas audiências um mínimo de informações.
Mesmo embargada pela mídia, a polêmica sobre a eventual periculosidade dos celulares corre solta nas reuniões de condomínio dos edifícios mais altos dos grandes centros urbanos. As operadoras de telefonia móvel, empenhadíssimas em ampliar o número de antenas, oferecem um bom retorno em troca de um pequeno espaço nos terraços para instalá-las.
De olho no equilíbrio das contas, os síndicos são os primeiros a abraçar a idéia. Convocadas a opinar pelas assembléias de moradores, as empresas que assessoram os condomínios não têm outra alternativa senão oferecer algum tipo de subsídio informativo a respeito da suposta periculosidade dos celulares. Estes subsídios vêm da internet, geralmente em língua estrangeira. Ou de moradores – médicos, físicos ou engenheiros eletrônicos.
Suicídio 1: para preservar o faturamento publicitário, nossa mídia foge ostensivamente da sua obrigação elementar – alertar e esclarecer.
Suicídio 2: antes que se esclareça a questão com pesquisas científicas confiáveis, a mídia resolveu apostar no celular como jornal-de-bolso, substituto da mídia impressa.
Papel impresso pode sujar as mãos, mas jamais foi denunciado como causador de doenças.
Extraído de: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=506IPB001
Por que não abrir o jogo?
Por Alberto Dines em 07/10/2008
Está na capa da edição corrente da revista The Economist (27/9) exatamente nestes termos: "Celulares e câncer". Nas páginas internas, o texto intitulado "Loucura móvel" descreve a confusão em torno de um estudo multinacional que demorou seis anos para ser completado e custou 30 milhões de dólares.
Erros metodológicos atrasaram a montagem das conclusões e persiste a controvérsia. Aqueles que não acreditam nos efeitos perniciosos das irradiações eletromagnéticas já prepararam uma manchete: "Celulares não produzem tumor cerebral". O grupo adversário vai contra-atacar: "Uso intenso de celular aumenta o risco de tumores benignos".
Enquanto a controvérsia não é esclarecida, uma publicação responsável como a Economist não se omite e sente-se no dever de alertar o distinto público para a possibilidade de uma grave ameaça à saúde.
No verão setentrional, outro semanário – o francês L´Express – foi mais candente e mais longe em reportagem com 12 páginas e enorme chamada na capa: "Enquete sobre os verdadeiros perigos dos [telefones] portáteis" (17-23 de julho, 2008).
Quantas matérias têm sido publicadas no Brasil sobre o assunto?
Papel impresso
A resposta pode ser obtida por via indireta através de outra pergunta: "Qual é o produto eletrônico mais anunciado na mídia?". A indústria jornalística brasileira, como sempre, adota a tática do avestruz: omite-se e enfia a cabeça na areia. Prefere suprimir o debate, na esperança de que os malefícios causados pelo celular sejam desmentidos, do que oferecer às suas audiências um mínimo de informações.
Mesmo embargada pela mídia, a polêmica sobre a eventual periculosidade dos celulares corre solta nas reuniões de condomínio dos edifícios mais altos dos grandes centros urbanos. As operadoras de telefonia móvel, empenhadíssimas em ampliar o número de antenas, oferecem um bom retorno em troca de um pequeno espaço nos terraços para instalá-las.
De olho no equilíbrio das contas, os síndicos são os primeiros a abraçar a idéia. Convocadas a opinar pelas assembléias de moradores, as empresas que assessoram os condomínios não têm outra alternativa senão oferecer algum tipo de subsídio informativo a respeito da suposta periculosidade dos celulares. Estes subsídios vêm da internet, geralmente em língua estrangeira. Ou de moradores – médicos, físicos ou engenheiros eletrônicos.
Suicídio 1: para preservar o faturamento publicitário, nossa mídia foge ostensivamente da sua obrigação elementar – alertar e esclarecer.
Suicídio 2: antes que se esclareça a questão com pesquisas científicas confiáveis, a mídia resolveu apostar no celular como jornal-de-bolso, substituto da mídia impressa.
Papel impresso pode sujar as mãos, mas jamais foi denunciado como causador de doenças.
Extraído de: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=506IPB001
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
10 mandamentos jornalismo
Extraído do blog da Juliana Oliveira - http://julianeoliveira.blogspot.com/ - de 26 de junho de 2008
Dez mandamentos do futuro jornalista!
1.O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado com os demais meios de comunicação.
2.Prepare-se para passar alguns sábados e domingos dentro de uma redação ou na rua apurando uma matéria. A notícia não cumpre agenda e precisa ser divulgada todos os dias, sem descanso.
3.Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O jornalismo é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos.
4.Nem o melhor dos jornalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.
5.Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.
6.Descubra "quem é quem" na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área de comunicação.
7.Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom jornalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.
8.Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.
9.Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.
10.Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.
Material retirado do Livro 'Jornalistas', da Série Profissões, da Editora Publifolha.
Dez mandamentos do futuro jornalista!
1.O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado com os demais meios de comunicação.
2.Prepare-se para passar alguns sábados e domingos dentro de uma redação ou na rua apurando uma matéria. A notícia não cumpre agenda e precisa ser divulgada todos os dias, sem descanso.
3.Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O jornalismo é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos.
4.Nem o melhor dos jornalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.
5.Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.
6.Descubra "quem é quem" na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área de comunicação.
7.Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom jornalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.
8.Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.
9.Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.
10.Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.
Material retirado do Livro 'Jornalistas', da Série Profissões, da Editora Publifolha.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Extraído de: http://www.comunique-se.com.br/
Twitter: ferramenta útil também para os jornalistas
Escola de Comunicação
"O que você está fazendo?", A pergunta foi o ponto de partida para a criação, em 2006, do Twitter, servidor para microblogging que permite aos usuários o envio de atualizações de, no máximo, 140 caracteres.
A ferramenta, criada pela Obvious, não demonstrava grandes pretensões. Com atualizações via SMS, comunicador instantâneo, e-mail, site ou programa especializado, o Twitter começou somente com tarefas corriqueiras dos internautas. Aos poucos, novas utilidades foram criadas.
Exemplo recente disso foi a repercussão do assassinato da ex-primeira ministra do Paquistão Benazir Bhutto. As primeiras informações começaram a chegar pelo Twitter e rendeu um grande debate entre os internautas.
Dan York, do blog Disruptive Conversations, enumerou os 10 principais usos que ele faz do Twitter, como: fonte de notícias, rede de perguntas e respostas, ferramenta de interação, descontração e atualização, diário de viagens, diário de eventos, ferramenta para marketing/relações públicas, ferramentas de aprendizagem, diversão e, por último, nas próprias palavras dele, lição de humildade e brevidade, já que os 140 caracteres máximos, pedem objetividade e síntese.
O Twitter já virou tema de listas de discussões em muitos grupos. Alguns acreditam que a ferramenta trouxe uma novidade e também praticidade, mas outros afirmam que o Twitter não trouxe nada diferente de um blog convencional, e que não representa mudanças no trabalho dos jornalistas.
"Não vi nada demais na ferramenta, acho que está havendo um entusiasmo exagerado em relação ao Twitter", afirma o jornalista Alexandre Carvalho. Ele diz que a ferramenta pode ser melhorada com o tempo ou não, mas acredita que outras ferramentas podem fazer coisas muito parecidas com as que o Twitter faz.
Nas mãos dos jornalistas
O Twitter é usado por muitos na narração de eventos em tempo real. Marcelo Träsel, jornalista e professor da PUC-RS, usou o Twitter para fazer a cobertura de um evento da faculdade, com narrações em tempo real. "Os alunos gostaram muito. Ajudou, inclusive, as pessoas que estavam fazendo matérias sobre o evento", explica.
"O Twitter traz um fluxo de informações contínuas e curtas. O melhor é a velocidade, as respostas chegam muito rápido", analisa a estudante de jornalismo Gabriela Zago, que escreveu um artigo sobre a ferramenta para o Observatório da Imprensa.
Gabriela fez um mapeamento em seu blog com as utilizações do Twiiter pelo mundo, como o uso da ferramenta para acompanhar as prévias das votações de 2008 em Iowa, informações sobre a greve dos roteiristas dos EUA, cobertura dos incêndios na Califórnia em outubro de 2007, política no Quênia, entre outros.
Para Träsel, o Twitter não trouxe grandes novidades, mas simplificou uma ferramenta e a tornou eficiente. Na sua opinião, o Twitter apresenta duas diferenças principais dos blogs convencionais: dá vazão a idéias e pensamentos curtos e ainda divulga o blog convencional, já que dá espaço para isso.
No CES (Consumer Electronics Show), maior feira de tecnologia do mundo, muitos jornalistas fizeram a narração do evento pelo Twitter. Veículos como o New York Times, CNN, BBCBrasil e IG usam a ferramenta para divulgar suas atualizações.
Outra novidade, fruto do Twitter, é o ReportTwitters, site que reúne jornalistas que usam a ferramenta para encontrar fontes e divulgar atualizações.
Twitter: ferramenta útil também para os jornalistas
Escola de Comunicação
"O que você está fazendo?", A pergunta foi o ponto de partida para a criação, em 2006, do Twitter, servidor para microblogging que permite aos usuários o envio de atualizações de, no máximo, 140 caracteres.
A ferramenta, criada pela Obvious, não demonstrava grandes pretensões. Com atualizações via SMS, comunicador instantâneo, e-mail, site ou programa especializado, o Twitter começou somente com tarefas corriqueiras dos internautas. Aos poucos, novas utilidades foram criadas.
Exemplo recente disso foi a repercussão do assassinato da ex-primeira ministra do Paquistão Benazir Bhutto. As primeiras informações começaram a chegar pelo Twitter e rendeu um grande debate entre os internautas.
Dan York, do blog Disruptive Conversations, enumerou os 10 principais usos que ele faz do Twitter, como: fonte de notícias, rede de perguntas e respostas, ferramenta de interação, descontração e atualização, diário de viagens, diário de eventos, ferramenta para marketing/relações públicas, ferramentas de aprendizagem, diversão e, por último, nas próprias palavras dele, lição de humildade e brevidade, já que os 140 caracteres máximos, pedem objetividade e síntese.
O Twitter já virou tema de listas de discussões em muitos grupos. Alguns acreditam que a ferramenta trouxe uma novidade e também praticidade, mas outros afirmam que o Twitter não trouxe nada diferente de um blog convencional, e que não representa mudanças no trabalho dos jornalistas.
"Não vi nada demais na ferramenta, acho que está havendo um entusiasmo exagerado em relação ao Twitter", afirma o jornalista Alexandre Carvalho. Ele diz que a ferramenta pode ser melhorada com o tempo ou não, mas acredita que outras ferramentas podem fazer coisas muito parecidas com as que o Twitter faz.
Nas mãos dos jornalistas
O Twitter é usado por muitos na narração de eventos em tempo real. Marcelo Träsel, jornalista e professor da PUC-RS, usou o Twitter para fazer a cobertura de um evento da faculdade, com narrações em tempo real. "Os alunos gostaram muito. Ajudou, inclusive, as pessoas que estavam fazendo matérias sobre o evento", explica.
"O Twitter traz um fluxo de informações contínuas e curtas. O melhor é a velocidade, as respostas chegam muito rápido", analisa a estudante de jornalismo Gabriela Zago, que escreveu um artigo sobre a ferramenta para o Observatório da Imprensa.
Gabriela fez um mapeamento em seu blog com as utilizações do Twiiter pelo mundo, como o uso da ferramenta para acompanhar as prévias das votações de 2008 em Iowa, informações sobre a greve dos roteiristas dos EUA, cobertura dos incêndios na Califórnia em outubro de 2007, política no Quênia, entre outros.
Para Träsel, o Twitter não trouxe grandes novidades, mas simplificou uma ferramenta e a tornou eficiente. Na sua opinião, o Twitter apresenta duas diferenças principais dos blogs convencionais: dá vazão a idéias e pensamentos curtos e ainda divulga o blog convencional, já que dá espaço para isso.
No CES (Consumer Electronics Show), maior feira de tecnologia do mundo, muitos jornalistas fizeram a narração do evento pelo Twitter. Veículos como o New York Times, CNN, BBCBrasil e IG usam a ferramenta para divulgar suas atualizações.
Outra novidade, fruto do Twitter, é o ReportTwitters, site que reúne jornalistas que usam a ferramenta para encontrar fontes e divulgar atualizações.
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