(Historiador do cotidiano)
Ontem eu estava assistindo um dos meus programas favoritos (SWAT, onde uma equipe de televisão acompanha o dia-a-dia dos profissionais da Swat (special weapons and tatics) e que passa todas sextas-feiras às 19h no canal A&E), e o que me chamou mais a atenção não foram as operações, e sim uma mulher e toda sua vaidade.
Calma, eu explico:
Teve uma situação que um sujeito numa pousada esfaqueou o dono da pousada e depois se trancou no quarto. A Swat chegou, isolou o local, e ficou uma equipe de assalto perto da porta do quarto preparando-se para entrar. No meio do furdunço - um negociador dentro de um blindado tentando convencer o cara a sair, atiradores de elite se posicionando, câmeras correndo de um lado para outro, policiais se posicionando - no meio do tumulto todinho, quando a câmera mostra de relance a equipe de assalto, a mulher que faz parte dela está passando batom!
Eu quase não acreditei. Numa situação dessas o sangue deve estar fervendo, a equipe de assalto deve estar preparada para agir a qualquer instante, e a mulher estava se maquiando!!!
Ah... as mulheres e suas vaidades!
rs rs rs
(e o que seria de nós, homens, sem elas?)
Abraços fortes a você meu(minha) querido(a) leitor(a), e um excelente final de semana!
Jornalistas não são meros investigadores da realidade que passam esse conteúdo apenas em forma de notícias e reportagens para a população. O jornalista caracteriza-se também pela imortalização - nas páginas do seu veículo midiático - como um historiador. Mas não um historiador de grandes eventos da humanidade e sim, essencialmente, um historiador do cotidiano. Seja, então, muito bem vindo, meu caro leitor!
Mostrando postagens com marcador maquiagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maquiagem. Mostrar todas as postagens
Assinar:
Postagens (Atom)