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domingo, 29 de agosto de 2010

Liberdades

O decálogo de Abraham Lincoln

A história de sucesso de um país passa obrigatóriamente pelas mãos de um grande homem. Não poderia ser diferente com os EUA onde um homem simples filho de lenhador, quase um herói as avessas, ajuda a contar a história do país. Há 150 anos atrás era promulgado o decálogo de Abraham Lincoln que deu início à Declaração dos Direitos das Nações na ONU.

O decálogo de Abraham Lincoln

1.Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria.
2.Você não pode fortalecer ao débil, enfraquecendo o forte.
3.Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes.
4.Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico.
5.Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário.
6.Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha.
7.Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes.
8.Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado.
9.Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa.
10.Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.

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"A Internet é uma questão de acrescentar liberdades, não de restringi-las."
(José Mariano Gago, ministro de Ciência e Tecnologia de Portugal)

domingo, 2 de agosto de 2009

Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

02/08/2009 - 17h23
Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

LONDRES (Reuters) - A igreja católica da Inglaterra está preocupada que o uso excessivo de emails e mensagens de texto por celulares esteja criando laços superficiais e minando a vida em comunidade.

Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, afirmou em uma entrevista ao Sunday Telegraph que os sites populares de relacionamento levaram os jovens a "relações transitórias", que os colocam em risco de cometer suicídio quando terminam.

"A amizade não é uma commodity, a amizade é algo que dura quando é verdadeira e implica trabalho duro", acrescentou.

"Acho que há uma preocupação de que o uso excessivo, ou quase exclusivo, de textos e emails signifique que nós, como sociedade, estamos perdendo parte da habilidade de construir a comunicação interpessoal que é necessária para vivermos juntos e construirmos uma comunidade."

O arcebispo, de 63 anos, afirmou que o uso excessivo de informação eletrônica está "desumanizando".

(Por Michael Holden)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Objetividade

(Historiador do cotidiano)

A idéia é simples e está mais do que batida: as pessoas ficam preguiçosas com advento da tecnologia.

Se você - caro leitor - tem minha idade, então se lembra da época que as televisões não tinham controle remoto. Assistíamos qualquer merda por maior tempo, tanto pela falta de diversidade de canais bem como pela preguiça de levantar e ir até o equipamento mudar o canal. Agora com controle remoto, bem, não preciso explicar pois nós vivemos isso.

A conseqüência dessa tecnologia toda é que o mundo começou a se tornar mais acelerado, são mais informações, menos tempo de pesquisa, é o mundo girando e girando... as pessoas não sentam mais nas calçadas para dar conta da vida alheia. Nas grandes cidades não há mais tempo para isso.

Entre outras coisas as pessoas não se dão mais ao luxo de ficar passeando em sites. Se você pegar estatísticas de visitação, verá que muitas páginas têm acessos de poucos segundos, enquanto outras de muitos minutos. Pesquisas científicas mostram que usuários - de qualquer país ou grau de estudo - costumam sair dos sites se levarem mais de 2 enlaces para chegar no conteúdo desejado. Por que isso? Porque as pessoas não ficam mais se demorando em detalhes ou frufrús. A vida 'em linha' (ou "online", como preferir) já não permite muitas curvas.

Então se podes simplificar, por que dificultar? Se você pode dizer um endereço direto, por que dizer a página principal? A objetividade da vida em linha é melhor em algumas coisas, e pior em outras. É a vida - ou melhor - é a nova vida. Ou nos adaptamos ou viramos obsoletos, infelizmente.

Cabe a cada um de nós decidir como vamos viver.