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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Decisões...

(Historiador do cotidiano)

A todo instante temos duas decisões a tomar: Podemos ficar felizes ou tristes. Tudo, absolutamente tudo tem um lado bom! Mas nem sempre conseguimos enxergar. Por que? Talvez seja nossa cultura brasileira que seja pessimista. Talvez nossos pais tenham nos ensinado a sermos pessimistas, talvez nós sejamos pessimistas por nós mesmos - por acharmos que tudo sempre dá errado ou que infinitos outros motivos e razões.

A verdade é que estamos errados sim: não devemos ser pessimistas. NÃO PODEMOS SER PESSIMISTAS, porque mal só atrai mal. "Semelhante atrai semelhante", já explicava um professor - um verdadeiro mestre - que tive.

Então se você é uma pessoa negativa, só vai atrair mais negativismo. Ou vai me dizer que nunca se pegou perguntando por quê algumas pessoas só se dão bem? Sempre acontece tudo de bom para algumas pessoas? Porque elas têm pensamentos bons! E bondade atrai bondade.

Mas quem tem pensamentos ruins, é negativo, atrai mais negatividade.

Agora se pergunte, meu caro leitor, se você é uma pessoa negativa. E se a resposta for "sim", lembre-se que a todo instante temos duas decisões: ficarmos felizes ou ficarmos tristes/aborrecidos. Qual delas você vai escolher?

Abraços, e um excelente final de semana!
Votem conscientes!

domingo, 4 de maio de 2008

Medo gera medo

"Medo gera medo"
(Aldo Novak)
O medo gera mais medo, tornando nossos pequenos temores em razões para não agir, para não viver ou para seguir o que outras pessoas querem, geralmente fazendo o que é mais confortável para todos - nem sempre para nós.

Por isso é tão importante vencer seus pequenos medos, no momento em que surgirem, pois são como pequenas rachaduras no pára-brisas de um carro. Deixe-o lá e ele crescerá até que você não tenha como evitá-lo. Com um pequeno medo é igual, pois mesmo sendo pequeno ele passará a crescer e tomar conta da sua vida.

Naturalmente, neste caso o tamanho será irreal. Parecerá com um grande perigo, gritará como um grande perigo e fará seu coração bater mais rápido, como se um grande perigo estivesse ao seu lado. Mas será apenas uma imagem sem conteúdo, tentando assustar você. Um espantalho feito de trapos e farrapos.

Encontro muita gente inteligente com medo de espantalhos.

Homens e mulheres que mudam a direção da sua vida por medo de enfrentar uma ou duas pessoas que, apesar de significativas para sua existência, nem lembrarão de suas opiniões e decisões em alguns anos.

Conheci uma moça, há muito tempo, que tinha medo de atender ao telefone e encontrar alguém bravo, nervoso ou reclamando, do outro lado da linha. Ela trabalhava com design, e sempre dizia que os clientes e parceiros podiam estar bravos com algo. Por isso, ela preferia não atender muitos telefonemas, sempre deixando para outras pessoas apanharem a linha!

Ao não atender as chamadas, os clientes, parceiros e amigos realmente ficavam bravos, e esta inação confirmava seus medos iniciais, gerando ainda mais medo de contatos futuros.

Isso é chamado de "profecia auto-realizada". Você tem medo de que algo ocorra e se comporta supondo que o medo seja real. A crença no medo faz com que você cometa toda sorte de erros... que por sua vez, provocam acontecimentos que acabam criando problemas e terminam confirmando seu medo inicial, por mais absurdo que seja.

Para algumas pessoas este tipo de sensação cresce eternamente. Mesmo que a razão que deu início ao medo tenha sido verdadeira, depois de algum tempo o único medo está em nossa imaginação.

Quais são os seus espantalhos? Se você pudesse escolher, de verdade, qual seria sua escolha? Se a opinião de outras pessoas não tivesse importância, o que você faria agora?

É melhor viver com suas escolhas, porque as outras pessoas sempre vão falar de você e das suas decisões, não importa quais sejam. Mas elas não terão que viver suas decisões. Isso, é você quem terá de fazer.

Somos livres para escolher, mas prisioneiros das conseqüências. Por isso, todo medo pequeno que temos tende a transformar-se em um medo maior. Medo gera medo. Lembre-se disso, ao deixar seus medos decidirem por você.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Sobre ajudarmos às pessoas

(Historiador do cotidiano)

Hoje ouvi uma frase que, de tão real, me deixou triste.

"Não podemos salvar as pessoas delas mesmas.
Só podemos tratá-las
"
(infelizmente)

Drogados, alcóolatras, obesos, fumantes... enfim, não podemos salvar as pessoas de seus fantasmas pessoais. Aparentemente isso não está ao nosso alcance, o que é uma pena.

Por mais que seu(sua) amigo(a) ou familiar esteja numa dificuldade, você só pode dar forças momentâneas, tratar, dar um apoio temporário. Cabe à própria pessoa superar seus problemas. Isso faz parte do crescimento individual: quem não consegue enfrentar seus próprios fantasmas, não está pronto para viver. E somente a própria pessoa pode sair do poço.

Se alguém está no fundo do poço, nós podemos (e acredito que devemos) jogar uma corda. A pessoa que decide se quer ou não subir pela corda.

Não cabe a nós interferir no livre-arbítrio alheio. É um presente de Deus! A nós cabe respeitar, e fazer nossa parte.

Quem decide pode errar... mas quem não decide já errou.

E agora cabe à você, somente à você querido leitor, enfrentar seus problemas.

E você, o que decidiu?